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Show 14 90 min R$ 80,00 à R$ 200,00

O Grande Encontro
Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo

Teatro Guararapes

Salgadinho - Olinda - PE

Endereço

Av. Professor Andrade Bezerra, s/n
Salgadinho - Olinda - PE

ver google maps

Temporada

Quinta às 21h00

08 de Março de 2018

Ingressos

R$ 80,00 à R$ 200,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

Platéia
R$ 200,00 inteira
R$ 100,00 meia

Balcão
R$ 160,00 inteira
R$ 80,00 meia

O GRANDE ENCONTRO
Show antológico com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença percorre capitais brasileiras. Espetáculo comemora 20 anos com surpresas e nova roupagem
Um dos espetáculos mais aclamados da música brasileira, o GRANDE ENCONTRO está de volta. ELBA RAMALHO, GERALDO AZEVEDO e ALCEU VALENÇA unem seus talentos novamente em cena na turnê comemorativa dos 20 anos do show, dia 09 de março – 21h no Teatro Pedra do Reino , em João Pessoa.
O GRANDE ENCONTRO apresenta novidades em sua atual edição. Se o show original possuía um formato acústico, com versões que recriavam a mística do cancioneiro com intimismo e delicadeza, o novo espetáculo incorpora uma sonoridade elétrica e percussiva. Esbanja energia sem perder a ternura.
No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, os clássicos que todo mundo quer ouvir: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” e tantas mais.
Dentre as surpresas, duas jóias vintage: "Papagaio do Futuro" (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e "Me Dá um Beijo", parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba nos vocais.
Zé Ramalho marca presença autoral através de “Chão de Giz” e “Frevo Mulher”, na voz de seus companheiros.
Geraldo Azevedo celebra: - “Vinícius de Moraes dizia que 'a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida'. Há sempre um grande amor entre nós quatro. Elba e eu temos um projeto lindo chamado, Um Encontro Inesquecível que se transformou agora neste novo Grande Encontro. Existe uma relação muito forte que sempre vai nos unir. Somos parceiros da vida toda".
O GRANDE ENCONTRO surgiu impulsionado por estas coincidências misteriosas e santas que não podemos explicar mas que movem a caravana do destino quando as coisas precisam acontecer. Em 1995, Alceu, Geraldo e Zé Ramalho (além de Luiz Melodia) fizeram juntos um show beneficente no Teatro Guararapes, em Recife. Animado, Geraldo sugeriu a Zé que o trio idealizasse um espetáculo juntos.
Como Alceu tinha outros planos, Geraldo e Zé começaram a excursionar em duo. Um ano depois, Alceu subiu ao palco em um show da dupla no Canecão. Elba, na plateia, emocionou-se ao ver o trio cantando “Táxi Lunar”. O produtor Paulo TA sugeriu: Por que não reunir os quatro no mesmo palco?
Logo a ideia evoluiu para um ensaio geral na casa de Geraldo. Pensaram o repertório, conceituaram o espetáculo, definiram que o formato seria totalmente acústico. Munidos somente de seus violões, Geraldo, Alceu, Elba e Zé entraram juntos pela primeira vez em cena no ginásio Machadinho em Natal. Duas horas e vinte anos de estrada depois, a música brasileira jamais seria a mesma. O show seria assistido por mais de dois milhões de espectadores em todo o país.
- “A grandeza estava na simplicidade e na força de cada um individualmente. Quando juntava, era explosão! Aprendemos uns com os outros e mostramos uma fatia poderosa da nossa cultura. O Nordeste é potência máxima em música e nós mostrávamos toda a sua diversidade” – recorda Elba Ramalho.
O espetáculo passou por São Paulo, Recife, Salvador, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, entre outras praças. No final de 1996, o álbum gravado ao vivo no Canecão (RJ) vendeu mais de um milhão de cópias e estabeleceu um marco para gravações de shows ao vivo no Brasil. O Grande Encontro rendeu mais dois CDs e um DVD, sem a presença de Alceu. Vinte anos depois, a magia se renova. O vento torna a sacudir cabeleiras vermelhas em raios de sol lilás.
Alceu Valença garante: “Estar no palco com Elba e Geraldinho é como cantar em casa, numa sala de reboco ou de visitas. Geraldo é meu parceiro e compadre, um dos maiores incentivadores da minha música desde sempre. Elba é uma amiga querida, companheira de geração e de arte. Somos da mesma região, o agreste e o sertão de Pernambuco e da Paraíba, e juntos criamos uma identidade orgânica. Nossa força está na maneira fiel e absoluta com que vivenciamos esta identidade”.
ALCEU, ELBA E GERALDO cantam ao lado de Marcos Arcanjo, Paulo Rafael (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria), com direção de André Brasileiro. A caravana do GRANDE ENCONTRO se aproxima. Já escutamos os seus sinais.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 14 90 min

O Grande Encontro Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo

Teatro Guararapes

Salgadinho - Olinda - PE

O GRANDE ENCONTRO
Show antológico com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença percorre capitais brasileiras. Espetáculo comemora 20 anos com surpresas e nova roupagem
Um dos espetáculos mais aclamados da música brasileira, o GRANDE ENCONTRO está de volta. ELBA RAMALHO, GERALDO AZEVEDO e ALCEU VALENÇA unem seus talentos novamente em cena na turnê comemorativa dos 20 anos do show, dia 09 de março – 21h no Teatro Pedra do Reino , em João Pessoa.
O GRANDE ENCONTRO apresenta novidades em sua atual edição. Se o show original possuía um formato acústico, com versões que recriavam a mística do cancioneiro com intimismo e delicadeza, o novo espetáculo incorpora uma sonoridade elétrica e percussiva. Esbanja energia sem perder a ternura.
No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, os clássicos que todo mundo quer ouvir: “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” e tantas mais.
Dentre as surpresas, duas jóias vintage: "Papagaio do Futuro" (apresentada por Alceu, Geraldo e Jackson do Pandeiro no Festival Internacional da Canção de 72) e "Me Dá um Beijo", parceria de Alceu e Geraldo, do primeiro disco da dupla, recriada com Elba nos vocais.
Zé Ramalho marca presença autoral através de “Chão de Giz” e “Frevo Mulher”, na voz de seus companheiros.
Geraldo Azevedo celebra: - “Vinícius de Moraes dizia que 'a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida'. Há sempre um grande amor entre nós quatro. Elba e eu temos um projeto lindo chamado, Um Encontro Inesquecível que se transformou agora neste novo Grande Encontro. Existe uma relação muito forte que sempre vai nos unir. Somos parceiros da vida toda".
O GRANDE ENCONTRO surgiu impulsionado por estas coincidências misteriosas e santas que não podemos explicar mas que movem a caravana do destino quando as coisas precisam acontecer. Em 1995, Alceu, Geraldo e Zé Ramalho (além de Luiz Melodia) fizeram juntos um show beneficente no Teatro Guararapes, em Recife. Animado, Geraldo sugeriu a Zé que o trio idealizasse um espetáculo juntos.
Como Alceu tinha outros planos, Geraldo e Zé começaram a excursionar em duo. Um ano depois, Alceu subiu ao palco em um show da dupla no Canecão. Elba, na plateia, emocionou-se ao ver o trio cantando “Táxi Lunar”. O produtor Paulo TA sugeriu: Por que não reunir os quatro no mesmo palco?
Logo a ideia evoluiu para um ensaio geral na casa de Geraldo. Pensaram o repertório, conceituaram o espetáculo, definiram que o formato seria totalmente acústico. Munidos somente de seus violões, Geraldo, Alceu, Elba e Zé entraram juntos pela primeira vez em cena no ginásio Machadinho em Natal. Duas horas e vinte anos de estrada depois, a música brasileira jamais seria a mesma. O show seria assistido por mais de dois milhões de espectadores em todo o país.
- “A grandeza estava na simplicidade e na força de cada um individualmente. Quando juntava, era explosão! Aprendemos uns com os outros e mostramos uma fatia poderosa da nossa cultura. O Nordeste é potência máxima em música e nós mostrávamos toda a sua diversidade” – recorda Elba Ramalho.
O espetáculo passou por São Paulo, Recife, Salvador, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, entre outras praças. No final de 1996, o álbum gravado ao vivo no Canecão (RJ) vendeu mais de um milhão de cópias e estabeleceu um marco para gravações de shows ao vivo no Brasil. O Grande Encontro rendeu mais dois CDs e um DVD, sem a presença de Alceu. Vinte anos depois, a magia se renova. O vento torna a sacudir cabeleiras vermelhas em raios de sol lilás.
Alceu Valença garante: “Estar no palco com Elba e Geraldinho é como cantar em casa, numa sala de reboco ou de visitas. Geraldo é meu parceiro e compadre, um dos maiores incentivadores da minha música desde sempre. Elba é uma amiga querida, companheira de geração e de arte. Somos da mesma região, o agreste e o sertão de Pernambuco e da Paraíba, e juntos criamos uma identidade orgânica. Nossa força está na maneira fiel e absoluta com que vivenciamos esta identidade”.
ALCEU, ELBA E GERALDO cantam ao lado de Marcos Arcanjo, Paulo Rafael (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria), com direção de André Brasileiro. A caravana do GRANDE ENCONTRO se aproxima. Já escutamos os seus sinais.