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Drama 12 R$ 30,00 a R$ 80,00

Os Guardas de Taj

Teatro Raul Cortez

Bela Vista - São Paulo - SP

Endereço

R. Dr. Plínio Barreto, 285
Bela Vista - São Paulo - SP

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2626-5282

Temporada

Sexta e Sábado 21h e Domingo 18h

13 de Janeiro a 25 de Março de 2018

Ingressos

R$ 30,00 a R$ 80,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

Sexta
R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

Sábado
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Domingo
R$ 70,00 inteira
R$ 35,00 meia

Ficha Técnica

Texto: Ajiv Joseph
Tradução e Adaptação: Rafael Primot
Direção: Rafael Primot e João Fonseca
Elenco: Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi
Música Original: Marcelo Pellegrini
Figurino: Fabio Namatame
Cenógrafo: Marco Lima
Vídeo: Projeção Estúdio Bijari
Iluminação: Dani Sanches
Cenotécnico: Fernando Brettas. Ono-Zone Estúdio
Cenógrafo: Assistente Cesar Brito
Produção: Musical - Surdina
Assistente de Produção (Ensaios): Bruno Fagotti
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos, Beth Gallo e Thaís Peres – Morente Forte Comunicações
Programação Visual: Vicka Suarez
Adaptação Projeto Gráfico: Erik Almeida
Fotos Programação Visual: Fernando Torquatto
Fotos de Cena: João Caldas Fº
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Mídias Sociais: Dani Angelotti E Luciano Angelotti – Cuboweb
Filmagens e Edições para Web: Jady Forte - Desteatrando
Coordenação de Produção: Egberto Simões
Produção Executiva: Martha Lozano
Assistente de Produção: Bárbara Santos
Assistente Administrativa: Alcení Braz
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
Idealização: Rafael Primot e Enkapothado Artes
Realização: Morente Forte Produções Teatrais

Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi

em

OS GUARDAS DO TAJ

De Rajiv Joseph

Tradução e Adaptação Rafael Primot

Direção Rafael Primot e João Fonseca

Depois da turnê em Portugal, onde estrearam em novembro de 2017, Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi apresentam em São Paulo emocionante e premiado texto do americano Rajiv Joseph

À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé em Deus, no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.

Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.

Com direção de Rafael Primot e João Fonseca, os temas centrais do espetáculo sobre dois guardas imperiais proibidos de olhar para o esplendor do Taj Mahal em sua inauguração, são a curiosidade humana, o capricho dos poderosos e a amizade entre dois homens. Além disso, quando os guardas são ordenados a realizar uma tarefa impensável, as consequências os obrigam a questionar os conceitos como amizade, beleza e dever, e os muda para sempre de maneira única e poética.

Amizade, lealdade, subserviência, poder. Qual o real sentido da vida e das relações? Quando a luz se apaga, qual a única beleza que nos resta? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para atingir a perfeição.

Com produção de Selma Morente e Célia Forte, através da Morente Forte Produções Teatrais, Os Guardas do Taj é um espetáculo sobre a amizade, os valores e as escolhas que fazemos. Vale a pena simplesmente fazer as coisas sem questionar? Obedecer à ordem estabelecida sem pensar? Será que há um caminho melhor para seguirmos? Esses dois amigos, tão diferentes entre si, acabam descobrindo o que realmente importa na vida e vivem as consequências de suas escolhas.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 12

Os Guardas de Taj

Teatro Raul Cortez

Bela Vista - São Paulo - SP

Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi

em

OS GUARDAS DO TAJ

De Rajiv Joseph

Tradução e Adaptação Rafael Primot

Direção Rafael Primot e João Fonseca

Depois da turnê em Portugal, onde estrearam em novembro de 2017, Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi apresentam em São Paulo emocionante e premiado texto do americano Rajiv Joseph

À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé em Deus, no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.

Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.

Com direção de Rafael Primot e João Fonseca, os temas centrais do espetáculo sobre dois guardas imperiais proibidos de olhar para o esplendor do Taj Mahal em sua inauguração, são a curiosidade humana, o capricho dos poderosos e a amizade entre dois homens. Além disso, quando os guardas são ordenados a realizar uma tarefa impensável, as consequências os obrigam a questionar os conceitos como amizade, beleza e dever, e os muda para sempre de maneira única e poética.

Amizade, lealdade, subserviência, poder. Qual o real sentido da vida e das relações? Quando a luz se apaga, qual a única beleza que nos resta? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para atingir a perfeição.

Com produção de Selma Morente e Célia Forte, através da Morente Forte Produções Teatrais, Os Guardas do Taj é um espetáculo sobre a amizade, os valores e as escolhas que fazemos. Vale a pena simplesmente fazer as coisas sem questionar? Obedecer à ordem estabelecida sem pensar? Será que há um caminho melhor para seguirmos? Esses dois amigos, tão diferentes entre si, acabam descobrindo o que realmente importa na vida e vivem as consequências de suas escolhas.