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Show L R$ 65,00 à R$ 150,00

Paralamas do Sucesso

Endereço

Rodovia PB-008, KM 5
Polo Turístico Cabo Branco - João Pessoa - PB

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(83) 3003-9176

Temporada

Sexta 21h00

02 de Março de 2018

Ingressos

R$ 65,00 à R$ 150,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

Platéia
R$ 150,00 inteira
R$ 75,00 meia

Balcão
R$ 130,00 inteira
R$ 65,00 meia

Esperança e experiência
Já passaram mais de 30 anos desde que Os Paralamas do Sucesso queriam tocar na capital.
Após centenas de capitais e cidades ao redor do mundo, Sinais do Sim é lançado para confirmar o
que todos sempre souberam: Herbert Vianna, Bi Ribeiro, João Barone e seus parceiros de banda e
de vida são infinitos. Tal longevidade em um país como o nosso – e de uma banda, inteira, não apenas
de um nome sobrevivente – é uma conquista rara. Com este novo trabalho, a fidelidade ao rock
brasileiro e universal que eles inventaram permanece impecável. Os três, do começo ao fim.
Essa permanência abriu caminhos para que seus músicos não cessassem de expandir a criatividade.
Aliás, com o tempo, tornaram-se cada vez melhores. Em Sinais do Sim essa expansão chega
a um patamar renovador com a presença de Mario Caldato Jr. na produção do disco. Sua experiência
e qualidade atestada em dezenas de trabalhos ao longo de mais de três décadas ao redor do mundo,
com os mais diversos gêneros, faz dele o parceiro perfeito para uma banda que sabe exatamente
o que quer e, principalmente, que sempre arrisca um passo além.
Trabalhar entre a experiência do tempo e o frisson do risco é uma das marcas do disco. Em
muitas das faixas, as letras e a pressão do som – pressão, aliás, é uma palavra fundamental ao se
ouvir Sinais do Sim – sinalizam uma abertura madura para o novo enquanto horizonte de vida.
São 11 canções que nos dão a justa medida entre a experiência da dor e a renovação da esperança.
Somos convocados a entender que o sonho é uma saída potente em tempos de medo. O novo, nesse
caso, é seguir em frente, fazendo da fragilidade de cada um de nós a força para insistir. Já na capa,
a escultura de Barrão nos mostra o quanto de força e leveza se exige para atravessarmos nossas
longas estradas.
Na primeira música, “Sinais do Sim”, somos contagiados por essa positividade realista.
“Se deixe levar por mim”, convoca Herbert, constatando algo que, se pode soar óbvio, ainda é fundamental
lembrar: já chegamos até aqui. E se tem uma banda que pode dizer com afeto e certeza algo
assim, são Os Paralamas. Esta é a única música em que apenas os três tocam. Uma abertura que
confirma o compromisso de amigos com os sins maduros da vida.
A faixa seguinte, “Itaquaquecetuba”, traz a formação que se tornou a marca da banda nos
anos 1990 e deu identidade única ao seu som. Com os metais de Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro
Jr. (saxofone) e os teclados de João Fera temos o time completo que faz a letra de Herbert
saltar do jogo de sílabas peculiares de cidades brasileiras para um swing irresistível e pulsante no
ir e vir das métricas e divisões.
“Medo do Medo”, por sua vez, já surge como um hino contemporâneo. Profecia transatlântica
– a música de 2007 é da rapper portuguesa Capicua – temos um diagnóstico afiado do tempo
em que Os Paralamas vivem e cantam. Mais uma vez, em meio à escuridão do futuro, a banda cria
uma faixa poderosa para acender a luz no fim do túnel. Sua longa lista de medos ancestrais e mundiais
ganha intensidade com a escalada de volume dos instrumentos. Os efeitos de Kassin dão a
atmosfera claustrofóbica de uma canção que nos faz respirar fundo para mergulhar em uma necessária
potência propulsora. Para perdermos nossos medos, precisamos conhecer cada um deles.
A partir de “Não posso mais”, música de Nando Reis, a abertura intensa com sonhos, mapas
e medos dá lugar ao amor em suas múltiplas dinâmicas que a banda sempre soube explorar. Ainda assim,
estamos em um disco que não deixa o ouvinte piscar. Sinais do Sim é um trabalho que nos prende
do começo ao fim em seu fio de experiências, relatos, vidas.
“Teu olhar” e “Contraste”, quinta e sexta faixas do disco respectivamente, seguem o fluxo
romântico da canção anterior, porém, como diz uma das letras, “longe dos clichês”. São bem diferentes
em suas propostas, mas apontam as desmedidas da paixão – uma outra forma de sonharmos
futuros? A primeira, é marcada pela presença dos violoncelos de Duo Santoro (Paulo e Ricardo)
em diálogo com os teclados de João Fera. Já na segunda, temos a percussão de Pupillo, baterista
da Nação Zumbi. A faixa mostra com maestria como Os Paralamas permanecem contemporâneos.
Sua qualidade pop é imediata e em poucas audições já é preciso cantá-la com eles.
“Cuando passe el temblor”, de Gustavo Cerrati, reforça o longo laço dos Paralamas com
o rock latino-americano e, particularmente, com a banda-irmã Soda Stereo. Já “Corredor”, com
seu clima de blues em beira de estrada (os teclados de Maurício Barros e a guitarra de Herbert con-
firmam a atmosfera de bar), e “Blow the Wind”, são duas músicas que seguem a linha ascendente
do disco em suas sonoridades redondas. São músicos que exploram suas melhores habilidades e
tornam palpável o prazer que sentimos ali, em qualquer língua.
“Olha a gente aí”, décima música, aponta a reta final em celebração. A faixa nos joga pra
cima desde o primeiro acorde. Novamente, temos os sonhos, a vontade de respirar e a busca da
renovação, temas sugeridos por citações do poema “Ó sino da Minha Aldeia”, escrito por Fernando
Pessoa em 1913. Herbert consegue articular os versos do poeta com os seus, criando uma rara presença
da tradição moderna em meio à divisão do rock.
Para encerrar esse disco conciso, certeiro e potente, “Sempre assim” oferece o relaxamento
jamaicano (uma das marcas da banda) para o descanso do ouvinte após a travessia de guitarras,
efeitos e acordes firmes de rock setentista. Ainda aqui, na décima-primeira faixa, eles permanecem
pregando o sonho. Um sinal que deve ser valorizado em um período com poucas aberturas para isso.
O jogo entre esperança e resignação, renovação e maturidade, faz com que terminemos o disco convencidos
de que, 35 anos depois, Os Paralamas emitem os fundamentais sinais do sim para o Brasil e
o mundo. Um disco que, em muitos aspectos, é a síntese de todos os seus trabalhos anteriores. Mais
uma vez, eles mostram o que pouquíssimas bandas podem dizer em alto e bom som: olha a gente aí!

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L

Paralamas do Sucesso

Teatro Pedra do Reino - Centro de Convenções

Polo Turístico Cabo Branco - João Pessoa - PB

Esperança e experiência
Já passaram mais de 30 anos desde que Os Paralamas do Sucesso queriam tocar na capital.
Após centenas de capitais e cidades ao redor do mundo, Sinais do Sim é lançado para confirmar o
que todos sempre souberam: Herbert Vianna, Bi Ribeiro, João Barone e seus parceiros de banda e
de vida são infinitos. Tal longevidade em um país como o nosso – e de uma banda, inteira, não apenas
de um nome sobrevivente – é uma conquista rara. Com este novo trabalho, a fidelidade ao rock
brasileiro e universal que eles inventaram permanece impecável. Os três, do começo ao fim.
Essa permanência abriu caminhos para que seus músicos não cessassem de expandir a criatividade.
Aliás, com o tempo, tornaram-se cada vez melhores. Em Sinais do Sim essa expansão chega
a um patamar renovador com a presença de Mario Caldato Jr. na produção do disco. Sua experiência
e qualidade atestada em dezenas de trabalhos ao longo de mais de três décadas ao redor do mundo,
com os mais diversos gêneros, faz dele o parceiro perfeito para uma banda que sabe exatamente
o que quer e, principalmente, que sempre arrisca um passo além.
Trabalhar entre a experiência do tempo e o frisson do risco é uma das marcas do disco. Em
muitas das faixas, as letras e a pressão do som – pressão, aliás, é uma palavra fundamental ao se
ouvir Sinais do Sim – sinalizam uma abertura madura para o novo enquanto horizonte de vida.
São 11 canções que nos dão a justa medida entre a experiência da dor e a renovação da esperança.
Somos convocados a entender que o sonho é uma saída potente em tempos de medo. O novo, nesse
caso, é seguir em frente, fazendo da fragilidade de cada um de nós a força para insistir. Já na capa,
a escultura de Barrão nos mostra o quanto de força e leveza se exige para atravessarmos nossas
longas estradas.
Na primeira música, “Sinais do Sim”, somos contagiados por essa positividade realista.
“Se deixe levar por mim”, convoca Herbert, constatando algo que, se pode soar óbvio, ainda é fundamental
lembrar: já chegamos até aqui. E se tem uma banda que pode dizer com afeto e certeza algo
assim, são Os Paralamas. Esta é a única música em que apenas os três tocam. Uma abertura que
confirma o compromisso de amigos com os sins maduros da vida.
A faixa seguinte, “Itaquaquecetuba”, traz a formação que se tornou a marca da banda nos
anos 1990 e deu identidade única ao seu som. Com os metais de Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro
Jr. (saxofone) e os teclados de João Fera temos o time completo que faz a letra de Herbert
saltar do jogo de sílabas peculiares de cidades brasileiras para um swing irresistível e pulsante no
ir e vir das métricas e divisões.
“Medo do Medo”, por sua vez, já surge como um hino contemporâneo. Profecia transatlântica
– a música de 2007 é da rapper portuguesa Capicua – temos um diagnóstico afiado do tempo
em que Os Paralamas vivem e cantam. Mais uma vez, em meio à escuridão do futuro, a banda cria
uma faixa poderosa para acender a luz no fim do túnel. Sua longa lista de medos ancestrais e mundiais
ganha intensidade com a escalada de volume dos instrumentos. Os efeitos de Kassin dão a
atmosfera claustrofóbica de uma canção que nos faz respirar fundo para mergulhar em uma necessária
potência propulsora. Para perdermos nossos medos, precisamos conhecer cada um deles.
A partir de “Não posso mais”, música de Nando Reis, a abertura intensa com sonhos, mapas
e medos dá lugar ao amor em suas múltiplas dinâmicas que a banda sempre soube explorar. Ainda assim,
estamos em um disco que não deixa o ouvinte piscar. Sinais do Sim é um trabalho que nos prende
do começo ao fim em seu fio de experiências, relatos, vidas.
“Teu olhar” e “Contraste”, quinta e sexta faixas do disco respectivamente, seguem o fluxo
romântico da canção anterior, porém, como diz uma das letras, “longe dos clichês”. São bem diferentes
em suas propostas, mas apontam as desmedidas da paixão – uma outra forma de sonharmos
futuros? A primeira, é marcada pela presença dos violoncelos de Duo Santoro (Paulo e Ricardo)
em diálogo com os teclados de João Fera. Já na segunda, temos a percussão de Pupillo, baterista
da Nação Zumbi. A faixa mostra com maestria como Os Paralamas permanecem contemporâneos.
Sua qualidade pop é imediata e em poucas audições já é preciso cantá-la com eles.
“Cuando passe el temblor”, de Gustavo Cerrati, reforça o longo laço dos Paralamas com
o rock latino-americano e, particularmente, com a banda-irmã Soda Stereo. Já “Corredor”, com
seu clima de blues em beira de estrada (os teclados de Maurício Barros e a guitarra de Herbert con-
firmam a atmosfera de bar), e “Blow the Wind”, são duas músicas que seguem a linha ascendente
do disco em suas sonoridades redondas. São músicos que exploram suas melhores habilidades e
tornam palpável o prazer que sentimos ali, em qualquer língua.
“Olha a gente aí”, décima música, aponta a reta final em celebração. A faixa nos joga pra
cima desde o primeiro acorde. Novamente, temos os sonhos, a vontade de respirar e a busca da
renovação, temas sugeridos por citações do poema “Ó sino da Minha Aldeia”, escrito por Fernando
Pessoa em 1913. Herbert consegue articular os versos do poeta com os seus, criando uma rara presença
da tradição moderna em meio à divisão do rock.
Para encerrar esse disco conciso, certeiro e potente, “Sempre assim” oferece o relaxamento
jamaicano (uma das marcas da banda) para o descanso do ouvinte após a travessia de guitarras,
efeitos e acordes firmes de rock setentista. Ainda aqui, na décima-primeira faixa, eles permanecem
pregando o sonho. Um sinal que deve ser valorizado em um período com poucas aberturas para isso.
O jogo entre esperança e resignação, renovação e maturidade, faz com que terminemos o disco convencidos
de que, 35 anos depois, Os Paralamas emitem os fundamentais sinais do sim para o Brasil e
o mundo. Um disco que, em muitos aspectos, é a síntese de todos os seus trabalhos anteriores. Mais
uma vez, eles mostram o que pouquíssimas bandas podem dizer em alto e bom som: olha a gente aí!