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X
Show 14 65 min R$ 40,00

Prego na Testa

Endereço

Praça Franklin Roosvelt, 158
Centro - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-4001

Temporada

Domingos 20h30

21 de Maio a 11 de Junho de 2017

Ingressos

R$ 40,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Ficha Técnica

Texto: Eric Bogosian

Direção: Aimar Labaki
Elenco: Hugo Possolo

Assistente de direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição de trilha sonora: Aline Meyer
Operadores de Luz: Reynaldo Thomaz
Operadores de Som: Alexandre Zullu
Fotos: Luiz Doroneto
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Comunicação: Janayna Oliveira


Produção:
Parlapatões, Patifes e Paspalhões

Chegou o momento de você conferir o espetáculo Prego na Testa, solo de Hugo Possolo, que resume bem o estilo parlapatônico ao expor o ridículo da neurose urbana de forma cômica, reflexiva e angustiante. A montagem reestreia no Espaço Parlapatões em curtíssima temporada, com apenas quatro únicas apresentações, sempre aos domingos, às 20h, de 21 de maio a 11 de junho. Uma ótima oportunidade para ver e rever o espetáculo aclamado pela crítica e pelo público, que recebeu indicação de melhor ator ao Prêmio Shell (2005).

O espetáculo, que estreou em 2005, já circulou por vários estados e fez várias temporadas em São Paulo.
Participou de diversos Festivais, destacando-se no Festival de Curitiba (2006) e na Caravana Funarte Petrobras, sempre com grande público.


O parlapatão Hugo Possolo vive sete personagens urbanos cujo humor nasce de seu próprio desespero.



O texto do americano Eric Bogosian, cujo título original é Pounding Nails in the Floor with My Forehead, aguardou mais de onze anos para ganhar sua versão brasileira. Em português, o título sugere o duplo sentido de ameaçar o crânio por um prego ou de que ele já esteja fincado em uma mente perturbada.

A peça foi grande sucesso nos EUA com a interpretação do próprio autor. Duas de suas peças foram transformadas em filmes: Talk Radio e Suburbia (que já teve montagem teatral paulista). Mestre em expor o ridículo da neurose urbana, Bogosian desenha, em Prego na Testa, vários tipos que vão do esquisito ao hilariante, sempre instigando a platéia a reações que vão da gargalhada à angústia.

A tradução e adaptação de Aimar Labaki, além de situar aspectos da realidade brasileira, reordena condições de ritmo e síntese a serviço da força poética de cada cena. Insere os personagens em contextos mais determinados, o que consolida o elo entre eles, deixando espaço para a interpretação fluir.

Para Labaki, que também dirige o espetáculo, o autor americano “trata de questões políticas atacando o seu cerne: o ser humano”. Para ele “os Parlapatões sempre apontaram para a mesma direção, quer seja em espetáculos de puro divertimento, quer seja em propostas mais arrojadas, o riso é sempre garantido, e a reflexão também”.
Mais de um tema cerca a vida destes personagens multifacetados, vistos sobre o olhar cáustico de um autor inquieto e provocador. Bogosian aponta em seu texto para a sensação de impotência dos seres humanos diante da realidade das grandes cidades.

E são tantas as vezes que nos sentimos impotentes que parecemos ameaçados por um terrorista imaginário. Esta é a sensação que se busca para cada espectador em Prego na Testa. Para que ele oscile entre o medo e dúvida sobre uma vida ameaçada que não é bem a sua, mas que bem poderia ser.

Possolo, que se define palhaço, afirma que estes “personagens estão ligados pelas mesmas preocupações e são vítimas de um mesmo descaso, sem ignorar que também são responsáveis pelas situações que enfrentam”.

O parlapatão vive em Prego na Testa seu primeiro solo, mostrando que não quer estar preso a um estigma ou rótulo que muitas vezes o artista recebe ou se impõe. Quebrando o preconceito, se arrisca numa empreitada que explora outras faces do ator, sem negar tudo que já fez. Ao contrário, é apoiado no seu espírito claunesco que joga com a comicidade da tragédia de cada um de seus personagens.





“... sua grande consciência corporal e um timing afiado de comédia tornam antológica a sucessão de tipos...”
(Sérgio Sálvia Coelho, Folha de São Paulo)

“Poucos hoje dominam tão bem o tempo da comédia.”
(Erika Sallum, Revista Bravo)

“Ator Inteligente e com muitos recursos, Hugo enfrenta
a tarefa com bastante êxito.”
(Beth Néspoli, Estado de São Paulo)

“Prego na Testa enxuga a graça pela graça, o exibicionismo do palhaço. A comicidade serve ao desenho e ao impacto dos personagens, para sublinhar como procedem, criticar a visão de mundo que manifestam.”
(Miguel Anunciação, Hoje em Dia, Belo Horizonte)

Muito do que fizeram os Parlapatões em seus vinte e cinco anos de estrada se assemelha ao conteúdo deste espetáculo na mesma medida em que ela aponta outras questões. Mais um passo da busca permanente de um consolidado grupo que não quer se acomodar.

Os Parlapatões optaram, em Prego na Testa, por um texto sem piedade ou compaixão, com um humor nervoso, sobre a incapacidade humana de superar seus conflitos mais banais.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 14 65 min

Prego na Testa

Espaço Parlapatões

Centro - São Paulo - SP

Chegou o momento de você conferir o espetáculo Prego na Testa, solo de Hugo Possolo, que resume bem o estilo parlapatônico ao expor o ridículo da neurose urbana de forma cômica, reflexiva e angustiante. A montagem reestreia no Espaço Parlapatões em curtíssima temporada, com apenas quatro únicas apresentações, sempre aos domingos, às 20h, de 21 de maio a 11 de junho. Uma ótima oportunidade para ver e rever o espetáculo aclamado pela crítica e pelo público, que recebeu indicação de melhor ator ao Prêmio Shell (2005).

O espetáculo, que estreou em 2005, já circulou por vários estados e fez várias temporadas em São Paulo.
Participou de diversos Festivais, destacando-se no Festival de Curitiba (2006) e na Caravana Funarte Petrobras, sempre com grande público.


O parlapatão Hugo Possolo vive sete personagens urbanos cujo humor nasce de seu próprio desespero.



O texto do americano Eric Bogosian, cujo título original é Pounding Nails in the Floor with My Forehead, aguardou mais de onze anos para ganhar sua versão brasileira. Em português, o título sugere o duplo sentido de ameaçar o crânio por um prego ou de que ele já esteja fincado em uma mente perturbada.

A peça foi grande sucesso nos EUA com a interpretação do próprio autor. Duas de suas peças foram transformadas em filmes: Talk Radio e Suburbia (que já teve montagem teatral paulista). Mestre em expor o ridículo da neurose urbana, Bogosian desenha, em Prego na Testa, vários tipos que vão do esquisito ao hilariante, sempre instigando a platéia a reações que vão da gargalhada à angústia.

A tradução e adaptação de Aimar Labaki, além de situar aspectos da realidade brasileira, reordena condições de ritmo e síntese a serviço da força poética de cada cena. Insere os personagens em contextos mais determinados, o que consolida o elo entre eles, deixando espaço para a interpretação fluir.

Para Labaki, que também dirige o espetáculo, o autor americano “trata de questões políticas atacando o seu cerne: o ser humano”. Para ele “os Parlapatões sempre apontaram para a mesma direção, quer seja em espetáculos de puro divertimento, quer seja em propostas mais arrojadas, o riso é sempre garantido, e a reflexão também”.
Mais de um tema cerca a vida destes personagens multifacetados, vistos sobre o olhar cáustico de um autor inquieto e provocador. Bogosian aponta em seu texto para a sensação de impotência dos seres humanos diante da realidade das grandes cidades.

E são tantas as vezes que nos sentimos impotentes que parecemos ameaçados por um terrorista imaginário. Esta é a sensação que se busca para cada espectador em Prego na Testa. Para que ele oscile entre o medo e dúvida sobre uma vida ameaçada que não é bem a sua, mas que bem poderia ser.

Possolo, que se define palhaço, afirma que estes “personagens estão ligados pelas mesmas preocupações e são vítimas de um mesmo descaso, sem ignorar que também são responsáveis pelas situações que enfrentam”.

O parlapatão vive em Prego na Testa seu primeiro solo, mostrando que não quer estar preso a um estigma ou rótulo que muitas vezes o artista recebe ou se impõe. Quebrando o preconceito, se arrisca numa empreitada que explora outras faces do ator, sem negar tudo que já fez. Ao contrário, é apoiado no seu espírito claunesco que joga com a comicidade da tragédia de cada um de seus personagens.





“... sua grande consciência corporal e um timing afiado de comédia tornam antológica a sucessão de tipos...”
(Sérgio Sálvia Coelho, Folha de São Paulo)

“Poucos hoje dominam tão bem o tempo da comédia.”
(Erika Sallum, Revista Bravo)

“Ator Inteligente e com muitos recursos, Hugo enfrenta
a tarefa com bastante êxito.”
(Beth Néspoli, Estado de São Paulo)

“Prego na Testa enxuga a graça pela graça, o exibicionismo do palhaço. A comicidade serve ao desenho e ao impacto dos personagens, para sublinhar como procedem, criticar a visão de mundo que manifestam.”
(Miguel Anunciação, Hoje em Dia, Belo Horizonte)

Muito do que fizeram os Parlapatões em seus vinte e cinco anos de estrada se assemelha ao conteúdo deste espetáculo na mesma medida em que ela aponta outras questões. Mais um passo da busca permanente de um consolidado grupo que não quer se acomodar.

Os Parlapatões optaram, em Prego na Testa, por um texto sem piedade ou compaixão, com um humor nervoso, sobre a incapacidade humana de superar seus conflitos mais banais.