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Drama 10 60 min R$ 10,00 a R$ 20,00

Bão Preto

Teatro Apolo

Bairro do Recife - Recife - PE

Endereço

Rua do Apolo, 121
Bairro do Recife - Recife - PE

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(81) 2626-2605

Temporada

Sábado e Domingo 16h30

14 a 15 de Janeiro de 2017

Ingressos

R$ 10,00 a R$ 20,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.
50% para professores.

Valores

R$ 20,00 inteira
R$ 10,00

Ficha Técnica

Versão cênica e encenação: João Mota
Direção técnica e músico: Hugo Franco
Técnico de montagem: Paulo Serra
Apoio ao guarda-roupa: Madalena Rocha
Assistência geral: Cremilde Paulo
Gabinete de produção Comuna: Rosário Silva e Carlos Bernardo
Produção executiva da itinerância: Andrêzza Alves e Rosário Silva
Intérprete: Miguel Sermão

Numa sociedade em ruínas, em que reina o terror da guerra e a agressão brutal que covardemente destrói tudo, a vida torna-se uma impossibilidade. Contudo, entre as ruínas e a desordem, nasce sempre uma esperança jovem, e sempre nova, que acorda e desperta todos os dias para contrariar aquele horror. O Bão, personagem criada por João Mota e agora recriada por Miguel Sermão, acredita que do nada se pode sonhar e fazer o futuro; e que temos de alimentar sempre a criança que habita em nós. Precisamos gostar de nós próprios para assim podermos estar com os outros. É urgente acreditar e transgredir, porque a revolução começa na gente.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 10 60 min

Bão Preto

Teatro Apolo

Bairro do Recife - Recife - PE

Numa sociedade em ruínas, em que reina o terror da guerra e a agressão brutal que covardemente destrói tudo, a vida torna-se uma impossibilidade. Contudo, entre as ruínas e a desordem, nasce sempre uma esperança jovem, e sempre nova, que acorda e desperta todos os dias para contrariar aquele horror. O Bão, personagem criada por João Mota e agora recriada por Miguel Sermão, acredita que do nada se pode sonhar e fazer o futuro; e que temos de alimentar sempre a criança que habita em nós. Precisamos gostar de nós próprios para assim podermos estar com os outros. É urgente acreditar e transgredir, porque a revolução começa na gente.