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Comédia 12 90 min R$ 40,00 a R$ 80,00

Os Monólogos da Vagina

Endereço

Rua Helena Jacquey, 171
Rudge Ramos - São Bernardo do Campo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-4070

Temporada

Sábado 20h30 | Domingo 19h00

24 a 25 de Março de 2018

Ingressos

R$ 40,00 a R$ 80,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.
50% clientes porto seguro

Ficha Técnica

Texto: EVE ENSLER
Adaptação, Concepção Original e Direção : MIGUEL FALABELLA
Elenco: ADRIANA LESSA, CACAU MELO e MAXIMILIANA REIS - SÔNIA FERREIRA (STANDING)
Visagismo: ANDERSON BUENO
Trilha composta: RICARDO SEVERO
Operação de Som: MATTHEUS CHAVES
Operação Luz: LUCAS SILVA
Camareira: RHAYSA CHAVES
Figurinos: ANDERSON BUENO e MILTON FUCCI JÚNIOR
Cenário: CÁSSIO L. REIS
Montagem de vídeo: FABIO LIMA
REALIZAÇÃO : R&M Brasil Produções Artísticas

Valores

R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Eve Ensler estreou sua peça “Os Monólogos da Vagina” em 1996. Dois anos depois, Vera Setta me
apresentou a ela, em Nova Iorque, num dia frio e ventoso, pois pretendíamos encená-la no Brasil. A
coletânea de textos sobre a genitália feminina, divertida, sensível e tocante, tinha feito grande sucesso no
circuito off Broadway e ganhara projeção inesperada num mundo onde a sexualidade feminina era ainda
comentada através dos véus do medo e da ignorância. Eve estava preocupada com isso e deu voz às
mulheres do mundo inteiro, em sua peça, juntando histórias sobre a relação (e em alguns casos
descoberta) das mulheres com seus órgãos genitais. Minha vagina, eu! Era esse, em síntese, o chamado
da autora, conclamando as mulheres a atravessar a névoa obscurantista e literalmente olhar para seu
corpo sem pudores. Lembro-me perfeitamente daquele dia de inverno, quando expus a Ms. Ensler minhas
ideias sobre a montagem brasileira, já que era preciso trazer a peça para a nossa realidade.
Estreamos na virada do milênio e a peça foi um sucesso imediato.
Dezesseis anos depois, estou sentado na plateia do Teatro Gazeta em São Paulo, com o coração
emocionado de quem vai reencontrar uma filha querida que andasse longe. Há, em algum lugar, um
receio de que a distância e o tempo tenha-nos tornado irreconhecíveis. Afinal já lá se vão quase duas
décadas!, eu pensava, enquanto ouvia o terceiro final e as luzes caíam na plateia. E como foi feliz esse
meu reencontro com as palavras que nós bordamos na cena, há tantos anos! Que alegria eu tive em
encontrar uma montagem absolutamente fiel àquela pensada originalmente, como se as atrizes (e elas
foram inúmeras ao longo desses anos) passassem, cada qual, o legado a sua sucessora com o cuidado e
respeito que o teatro exige. Adriana Lessa, Cacau Melo e Maximiliana Reis mantêm acesa a chama
daqueles primeiros tempos com alegria, afeto e entrega. Meninas, suas vaginas são sinceras, deliciosas,
engraçadíssimas, ternas, envolventes e celebram com grande categoria a difícil jornada das mulheres
neste planeta dos homens. Dei ótimas gargalhas e marejei o olho, não posso pedir mais! Muito obrigado
por uma noite feliz. Um beijo no coração de cada uma de vocês.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Comédia 12 90 min

Os Monólogos da Vagina

Teatro Lauro Gomes

Rudge Ramos - São Bernardo do Campo - SP

Eve Ensler estreou sua peça “Os Monólogos da Vagina” em 1996. Dois anos depois, Vera Setta me
apresentou a ela, em Nova Iorque, num dia frio e ventoso, pois pretendíamos encená-la no Brasil. A
coletânea de textos sobre a genitália feminina, divertida, sensível e tocante, tinha feito grande sucesso no
circuito off Broadway e ganhara projeção inesperada num mundo onde a sexualidade feminina era ainda
comentada através dos véus do medo e da ignorância. Eve estava preocupada com isso e deu voz às
mulheres do mundo inteiro, em sua peça, juntando histórias sobre a relação (e em alguns casos
descoberta) das mulheres com seus órgãos genitais. Minha vagina, eu! Era esse, em síntese, o chamado
da autora, conclamando as mulheres a atravessar a névoa obscurantista e literalmente olhar para seu
corpo sem pudores. Lembro-me perfeitamente daquele dia de inverno, quando expus a Ms. Ensler minhas
ideias sobre a montagem brasileira, já que era preciso trazer a peça para a nossa realidade.
Estreamos na virada do milênio e a peça foi um sucesso imediato.
Dezesseis anos depois, estou sentado na plateia do Teatro Gazeta em São Paulo, com o coração
emocionado de quem vai reencontrar uma filha querida que andasse longe. Há, em algum lugar, um
receio de que a distância e o tempo tenha-nos tornado irreconhecíveis. Afinal já lá se vão quase duas
décadas!, eu pensava, enquanto ouvia o terceiro final e as luzes caíam na plateia. E como foi feliz esse
meu reencontro com as palavras que nós bordamos na cena, há tantos anos! Que alegria eu tive em
encontrar uma montagem absolutamente fiel àquela pensada originalmente, como se as atrizes (e elas
foram inúmeras ao longo desses anos) passassem, cada qual, o legado a sua sucessora com o cuidado e
respeito que o teatro exige. Adriana Lessa, Cacau Melo e Maximiliana Reis mantêm acesa a chama
daqueles primeiros tempos com alegria, afeto e entrega. Meninas, suas vaginas são sinceras, deliciosas,
engraçadíssimas, ternas, envolventes e celebram com grande categoria a difícil jornada das mulheres
neste planeta dos homens. Dei ótimas gargalhas e marejei o olho, não posso pedir mais! Muito obrigado
por uma noite feliz. Um beijo no coração de cada uma de vocês.