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Show L

EMANUELLE ARAUJO
"O Problema é a Velocidade"

Endereço

Av. Sete de Setembro, 1537
Campo Grande - Salvador - BA

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Temporada

Sexta e Sábado às 20h30

08 a 09 de Junho de 2018

Tickets

R$ 80,00 couvert artistico

Serviços

Serviço de BAR:

A partir das 19h45.

(*) Como espectador do Café-Teatro Rubi, você pode desfrutar de preços especiais no jantar do Restaurante Passeio da Vitória no Wish /Hotel da Bahia - By GJP, e também taxa especial de hospedagem. Consulte a Bilheteria do Teatro.

Informações

PROIBIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO SHOW

Emanuelle Araújo - O Problema É a Velocidade
 
A convite do Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia (ex-Sheraton), a cantora e atriz baianaEmanuelle Araújo lança seu primeiro disco solo, “O Problema É a Velocidade”, em Salvador, com shows nos dias 08 e 09 de junho às 20h30.
Traçando uma linha reta entre a capital baiana e o Rio de Janeiro, as rotas e coordenadas desenhadas no mapa de “O Problema É a Velocidade” refazem, na geografia dos afetos, o caminho percorrido por Emanuelle até chegar exatamente aqui, nesse seu primeiro álbum solo.
Ouve-se com clareza entre as 12 faixas do disco toda a recente vivência carioca da cantora e atriz baiana, que se mudou para o Rio há 13 anos. Mas também se percebe logo que ela jamais deixou a Bahia, intacta no sotaque e na relação essencial com a música.
Consequência natural disso, as canções escolhidas para essa estreia foram todas escritas por baianos ou cariocas – e o paulista Arnaldo Antunes é a exceção que confirma essa regra, assinando uma letra para a melodia de Cezar Mendes, esse sim, baianíssimo. Seguindo o mesmo rumo, a banda que acompanha a cantora traz nomes fundamentais da nova geração do Rio sob a direção de Kassin.
O problema sempre foi a velocidade. E a menina mal tinha acabado de completar 10 anos quando começou a carreira de atriz no teatro, na Bahia. Foi mãe cedo, aos 17. E, com 23, voava em salto único do circuito alternativo de Salvador para o mainstream nacional ao ocupar o posto de vocalista da Banda Eva, então o expoente máximo do carnaval da Bahia.
Na mesma velocidade com que entendeu esse lugar das multidões, voltou algumas casas atrás nos números quando deixou a banda, em 2002, em busca de algo que pudesse ter perdido no caminho. Veio o importante reencontro com a música independente da Bahia. E o primeiro álbum solo aconteceria ali, há 14 anos, se a carreira de atriz não tivesse se colocado naturalmente à frente de tudo.
A chegada ao Rio confirmou logo esse espaço da atriz na televisão e, em seguida, no cinema. A carreira da cantora, no entanto, foi se redesenhando aos poucos, obedecendo um desejo íntimo de contrariar a força motriz da tal velocidade. Em vez de assumir de cara uma carreira individual, Emanuelle preferiu trabalhar primeiro em projetos coletivos. Nesse sentido, fundou em 2006 a banda Moinho, ao lado da percussionista baiana Lan Lanh e do violonista carioca Toni Costa. E, tempos depois, passou a integrar também a big band carioca Orquestra Imperial.
Aos interessados, os projetos coletivos de Emanuelle continuam valendo e ela segue firme como vocalista no Moinho e na Orquestra Imperial. Há tempo e espaço para tudo isso e também para a carreira solo, os trabalhos na tevê, no cinema e para o que mais pintar ali adiante. No Rio ou na Bahia. E a velocidade não é mais problema.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L

EMANUELLE ARAUJO "O Problema é a Velocidade"

Café Teatro Rubi - Wish/ Hotel Da Bahia by GJP

Campo Grande - Salvador - BA

Emanuelle Araújo - O Problema É a Velocidade
 
A convite do Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia (ex-Sheraton), a cantora e atriz baianaEmanuelle Araújo lança seu primeiro disco solo, “O Problema É a Velocidade”, em Salvador, com shows nos dias 08 e 09 de junho às 20h30.
Traçando uma linha reta entre a capital baiana e o Rio de Janeiro, as rotas e coordenadas desenhadas no mapa de “O Problema É a Velocidade” refazem, na geografia dos afetos, o caminho percorrido por Emanuelle até chegar exatamente aqui, nesse seu primeiro álbum solo.
Ouve-se com clareza entre as 12 faixas do disco toda a recente vivência carioca da cantora e atriz baiana, que se mudou para o Rio há 13 anos. Mas também se percebe logo que ela jamais deixou a Bahia, intacta no sotaque e na relação essencial com a música.
Consequência natural disso, as canções escolhidas para essa estreia foram todas escritas por baianos ou cariocas – e o paulista Arnaldo Antunes é a exceção que confirma essa regra, assinando uma letra para a melodia de Cezar Mendes, esse sim, baianíssimo. Seguindo o mesmo rumo, a banda que acompanha a cantora traz nomes fundamentais da nova geração do Rio sob a direção de Kassin.
O problema sempre foi a velocidade. E a menina mal tinha acabado de completar 10 anos quando começou a carreira de atriz no teatro, na Bahia. Foi mãe cedo, aos 17. E, com 23, voava em salto único do circuito alternativo de Salvador para o mainstream nacional ao ocupar o posto de vocalista da Banda Eva, então o expoente máximo do carnaval da Bahia.
Na mesma velocidade com que entendeu esse lugar das multidões, voltou algumas casas atrás nos números quando deixou a banda, em 2002, em busca de algo que pudesse ter perdido no caminho. Veio o importante reencontro com a música independente da Bahia. E o primeiro álbum solo aconteceria ali, há 14 anos, se a carreira de atriz não tivesse se colocado naturalmente à frente de tudo.
A chegada ao Rio confirmou logo esse espaço da atriz na televisão e, em seguida, no cinema. A carreira da cantora, no entanto, foi se redesenhando aos poucos, obedecendo um desejo íntimo de contrariar a força motriz da tal velocidade. Em vez de assumir de cara uma carreira individual, Emanuelle preferiu trabalhar primeiro em projetos coletivos. Nesse sentido, fundou em 2006 a banda Moinho, ao lado da percussionista baiana Lan Lanh e do violonista carioca Toni Costa. E, tempos depois, passou a integrar também a big band carioca Orquestra Imperial.
Aos interessados, os projetos coletivos de Emanuelle continuam valendo e ela segue firme como vocalista no Moinho e na Orquestra Imperial. Há tempo e espaço para tudo isso e também para a carreira solo, os trabalhos na tevê, no cinema e para o que mais pintar ali adiante. No Rio ou na Bahia. E a velocidade não é mais problema.