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Drama L 70 min De R$ 30,00 a R$ 60,00

Carmen

Endereço

Praça IV Centenário, s/n
Centro - Santo André - SP

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Temporada

Sexta às 20h30

08 de Junho de 2018

Ingressos

De R$ 30,00 a R$ 60,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

Ficha Técnica

dramaturgia_LUIZ FARINA [baseado na novela Carmen de ProsperMérimée]
elenco_FLÁVIO TOLEZANI, NATALIA GONSALES e VITOR VIEIRA
direção_NELSON BASKERVILLE
assistente de direção_JANAÍNA SUAUDEAU
músicaoriginal_MARCELO PELLEGRINI
cenário e iluminação_MARISA BENTIVEGNA
assistente de cenário_AMANDA VIEIRA
cenotécnico_CESAR REZENDE
figurino_LEOPOLDO PACHECO e CAROL BADRA
adereços_ZÉ VALDIR ALBUQUERQUE
direção de movimento e coreografia_FERNANDA BUENO
flamenco_ANDI EL CANIJO
técnicas aéreas - ALVARO BACELLOS [Cia Cênica Nau de Ícaros]
fotografia_RONALDO GUTIERREZ
design gráfico e ilustração_MURILO THAVEIRA
realização_BEM CASADO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS
idealização_NATALIA GONSALES e FLÁVIO TOLEZANI
canção Matei de Vicente Celestino_ cantada por FLÁVIO TOLEZANI
arranjada e produzida por MARCELO PELLEGRINI

Carmen
de Luiz Farina

Dia 30 de junho de 2017 o espetáculo CARMEN estreou na cidade de São Paulo no Teatro Aliança Francesa. Baseado na novela original CARMEN de ProsperMérimée escrita 1845, na qual Georges Bizet se inspirou para a criação da Ópera Carmen, a história é contada por três atores: Natalia Gonsales, Flávio Tolezani e Vitor Vieira.
Admiração, pulsão, curiosidade, interesse pela cultura cigana e pela personagem CARMEN foram fundamentais para essa iniciativa artística. O desejo impulsionou a ideia e a vontade de levar essa personagem, carregada de uma forte personalidade e de uma trágica história, ao teatro. Uma dramaturgia clássica merece ser conhecida, visitada, discutida e revisitada. Pois, quando são vivenciadas de fato, mais se revelam inesperadas e inéditas. Um clássico é uma história que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer e que, por isso, atravessa o tempo e atualiza questões verdadeiramente fundamentais à existência. E assim, a partir da obra de Mérimée, Luiz Farina com o objetivo de dar voz a Mulher, apresenta Carmen também como narradora da sua tragédia.
Uma história contada e recontada nas mais variadas formas e gêneros, surgiu como novela em 1845 e já foi filme, ópera e novela nas mãos de grandes mestres. Um clássico. A pergunta recorrente que todos se fazem ao remontar a peça é: por que fazê-la? Para mim, porque pessoas continuam morrendo por isso e precisamos recontar a história até que não sobre nenhuma gota de dor. Na atual encenação elementos clássicos como a dança flamenca, os costumes ciganos, a tauromaquia, entre outros, são re-significados ao som de guitarras distorcidas, microfones e coreografias para que não reste dúvida de que estamos repetindo histórias tristes de amor, de paixões destruidoras. O ponto de vista que nos interessa é o de Carmen, a mulher assassinada, dentro de uma sociedade que pouco mudou de comportamento ao longo dos séculos, que aceitou brandamente crimes famosos cometidos contra mulheres como os de Doca Street, Lindomar Castilho e mais recentemente de Bruno, o goleiro, crimes muitas vezes justificados pela população pelo comportamento lascivo das vítimas, como se isso não fosse aceito em situações invertidas relativas ao comportamento masculino. O homem pode. A mulher não. Nessa encenação, Carmen morre não porque seu comportamento justifique qualquer tipo de punição, mas porque José é um homem, como tanto outros, doente como a sociedade que o criou.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama L 70 min

Carmen

Teatro Municipal de Santo André

Centro - Santo André - SP

Carmen
de Luiz Farina

Dia 30 de junho de 2017 o espetáculo CARMEN estreou na cidade de São Paulo no Teatro Aliança Francesa. Baseado na novela original CARMEN de ProsperMérimée escrita 1845, na qual Georges Bizet se inspirou para a criação da Ópera Carmen, a história é contada por três atores: Natalia Gonsales, Flávio Tolezani e Vitor Vieira.
Admiração, pulsão, curiosidade, interesse pela cultura cigana e pela personagem CARMEN foram fundamentais para essa iniciativa artística. O desejo impulsionou a ideia e a vontade de levar essa personagem, carregada de uma forte personalidade e de uma trágica história, ao teatro. Uma dramaturgia clássica merece ser conhecida, visitada, discutida e revisitada. Pois, quando são vivenciadas de fato, mais se revelam inesperadas e inéditas. Um clássico é uma história que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer e que, por isso, atravessa o tempo e atualiza questões verdadeiramente fundamentais à existência. E assim, a partir da obra de Mérimée, Luiz Farina com o objetivo de dar voz a Mulher, apresenta Carmen também como narradora da sua tragédia.
Uma história contada e recontada nas mais variadas formas e gêneros, surgiu como novela em 1845 e já foi filme, ópera e novela nas mãos de grandes mestres. Um clássico. A pergunta recorrente que todos se fazem ao remontar a peça é: por que fazê-la? Para mim, porque pessoas continuam morrendo por isso e precisamos recontar a história até que não sobre nenhuma gota de dor. Na atual encenação elementos clássicos como a dança flamenca, os costumes ciganos, a tauromaquia, entre outros, são re-significados ao som de guitarras distorcidas, microfones e coreografias para que não reste dúvida de que estamos repetindo histórias tristes de amor, de paixões destruidoras. O ponto de vista que nos interessa é o de Carmen, a mulher assassinada, dentro de uma sociedade que pouco mudou de comportamento ao longo dos séculos, que aceitou brandamente crimes famosos cometidos contra mulheres como os de Doca Street, Lindomar Castilho e mais recentemente de Bruno, o goleiro, crimes muitas vezes justificados pela população pelo comportamento lascivo das vítimas, como se isso não fosse aceito em situações invertidas relativas ao comportamento masculino. O homem pode. A mulher não. Nessa encenação, Carmen morre não porque seu comportamento justifique qualquer tipo de punição, mas porque José é um homem, como tanto outros, doente como a sociedade que o criou.