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Comédia Romântica L R$ 76.00

A Invenção do Amor

Endereço

Av. Manoel Dias da Silva, 2177
Pituba - Salvador - BA

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Temporada

Sábado 20h | Domingo 19h

24 a 25 de Março de 2018

Ingressos

R$ 76.00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 76.00 inteira
R$ 38.00 meia

Ficha Técnica

Projeto CATÁLOGO BRASILEIRO DE TEATRO | 19ª EDIÇÃO
Espetáculo: ‘A INVENÇÃO DO AMOR
Texto: Alessandro Marson e Thereza Falcão
Direção:  Marcelo Valle
Elenco:  Maria Clara Gueiros e Guilherme Piva

Regras para Meia-Entrada

Estudantes (Com Carteira de Identificação Estudantil)
Pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário.
Idosos e Terceira Idade (Cartão de Aposentado ou RG para maiores de 60 anos)
(O direito ao benefício da meia-entrada é assegurado em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento)

A INVENÇÃO DO AMOR
Elenco: Maria Clara Gueiros e Guilherme Piva

Na comédia romântica “A Invenção do Amor”, com Guilherme Piva e Maria Clara Gueiros, dirigida por Marcelo Valle, o público acompanha a relação amorosa de um Homo Sapiens com uma Mulher de Neandertal. Ele, dotado de um cérebro privilegiado, vive às voltas com mil e uma invenções e, numa crise de ciúmes, resolve inventar o amor. Sua nova invenção faz com que o casal pré-histórico se antecipe no tempo, vivendo situações que marido e mulher só enfrentariam anos, décadas ou milênios mais tarde. Apresentada pelo projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, o espetáculo se apresenta dias 24 e 25 de Março no Teatro Jorge Amado.
O público acompanha a evolução do amor na história da humanidade, entrando em contato com situações que se repetem nos relacionamentos, independentemente da época. Croc (Guilherme Piva) e Nhaca (Maria Clara Gueiros) vivenciam o que há de mais cômico e dramático nas relações afetivas, um universo do qual nenhum espectador escapa.
Segundo o diretor Marcelo Valle, “entender como o amor foi inventado não é uma tarefa das mais fáceis… Mas, o que propomos com A Invenção do Amor é simples: fragmentamos a evolução de nossos padrões de comportamento para mostrar esse amor que se reinventa, sempre igual, mas sempre diferente. Imaginar qual teria sido o primeiro de todos os casais, para enxergar em todos os outros um pouquinho deles. Ou para enxergar nele um pouquinho de todos os outros. Quem sabe não conseguimos entender assim A Invenção do Amor?”
A dramaturgia da peça inédita de Alessandro Marson e Thereza Falcão se constrói através da ótica do conflito masculino/feminino, numa linguagem crítica e muito bem humorada, com situações que o público imediatamente se identifica. O maior trunfo do texto é falar de um assunto comum e imprescindível na vida de todos nós: o amor.
A trama - No início, o casal de protagonistas vive confortavelmente em sua caverna, na batalha diária pela sobrevivência do mundo selvagem, até que Nhaca, interrompendo uma caçada de mamutes, conta a Croc que está esperando filhote. Ele, um neurótico homem das cavernas, percebe que não quer correr o risco de criar o filhote de outro homem e, na intenção de preservar a sua prole, resolve inventar o amor, com todas as suas condições limitadoras de relacionamento, inclusive a monogamia feminina. Até que Nhaca começa a questionar a monogamia masculina.
Na próxima cena somos transportados para o castelo de Rei Salomão que, entre esposas e concubinas, tem a sua disposição 1000 mulheres. Nhaca entra em cena como a esposa 462 e prova a Croc que o antigo Rei não tem condições, nem física nem mental, de manter tantas mulheres em seu harém.

De volta à idade da pedra, Croc inventa que precisa ir para a guerra e Nhaca, agora mãe de 9 filhotes, dona de casa e bastante insatisfeita, resolve fechar a porta da caverna e fazer greve de sexo, tal qual Lisístrata faria dali a alguns séculos. A partir daí, nosso protagonista terá que provar que merece conseguir entrar novamente na caverna da esposa.

Com muitas idas e vindas na linha do tempo, o casal vive experiências do vários tipos de amor vistos ao longo de nossa história: o amor idealizado dos príncipes e princesas dos contos de fadas, o amor juvenil, o amor medieval e proibido de Romeu e Julieta; a libertinagem e o amor romântico; o feminismo e a castidade; até inventarem a separação e a questão da guarda dos filhotes. Mas, com tudo, o amor persiste e eles finalmente chegam ao divã para discutir com Dr Freud Flintstone as condições que cercam o homem e a mulher: a fidelidade e a traição, o amor e o sexo, a verdade e a mentira, o desejo e o ciúme.

Sugestão de sinopse:
Comédia romântica que acompanha a relação amorosa de um Homo Sapiens com uma Mulher de Neandertal. Para evitar que ela se relacione com outros machos ele resolve inventar o amor fazendo com que o casal pré-histórico viva situações que marido e mulher só enfrentariam anos, décadas ou milênios mais tarde.

‘A INVENÇÃO DO AMOR é a segunda atração da 19ª Edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, uma realização da Fred Soares Produções com patrocínio das Lojas Renner, Cielo e Shopping da Bahia, através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, promovendo a formação de plateia e estimulando a cultura das artes cênicas em salvador, além de workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para a cidade, sendo considerando o maior projeto de circulação teatral do país.


*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

A Invenção do Amor

Teatro Jorge Amado

Pituba - Salvador - BA

A INVENÇÃO DO AMOR
Elenco: Maria Clara Gueiros e Guilherme Piva

Na comédia romântica “A Invenção do Amor”, com Guilherme Piva e Maria Clara Gueiros, dirigida por Marcelo Valle, o público acompanha a relação amorosa de um Homo Sapiens com uma Mulher de Neandertal. Ele, dotado de um cérebro privilegiado, vive às voltas com mil e uma invenções e, numa crise de ciúmes, resolve inventar o amor. Sua nova invenção faz com que o casal pré-histórico se antecipe no tempo, vivendo situações que marido e mulher só enfrentariam anos, décadas ou milênios mais tarde. Apresentada pelo projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, o espetáculo se apresenta dias 24 e 25 de Março no Teatro Jorge Amado.
O público acompanha a evolução do amor na história da humanidade, entrando em contato com situações que se repetem nos relacionamentos, independentemente da época. Croc (Guilherme Piva) e Nhaca (Maria Clara Gueiros) vivenciam o que há de mais cômico e dramático nas relações afetivas, um universo do qual nenhum espectador escapa.
Segundo o diretor Marcelo Valle, “entender como o amor foi inventado não é uma tarefa das mais fáceis… Mas, o que propomos com A Invenção do Amor é simples: fragmentamos a evolução de nossos padrões de comportamento para mostrar esse amor que se reinventa, sempre igual, mas sempre diferente. Imaginar qual teria sido o primeiro de todos os casais, para enxergar em todos os outros um pouquinho deles. Ou para enxergar nele um pouquinho de todos os outros. Quem sabe não conseguimos entender assim A Invenção do Amor?”
A dramaturgia da peça inédita de Alessandro Marson e Thereza Falcão se constrói através da ótica do conflito masculino/feminino, numa linguagem crítica e muito bem humorada, com situações que o público imediatamente se identifica. O maior trunfo do texto é falar de um assunto comum e imprescindível na vida de todos nós: o amor.
A trama - No início, o casal de protagonistas vive confortavelmente em sua caverna, na batalha diária pela sobrevivência do mundo selvagem, até que Nhaca, interrompendo uma caçada de mamutes, conta a Croc que está esperando filhote. Ele, um neurótico homem das cavernas, percebe que não quer correr o risco de criar o filhote de outro homem e, na intenção de preservar a sua prole, resolve inventar o amor, com todas as suas condições limitadoras de relacionamento, inclusive a monogamia feminina. Até que Nhaca começa a questionar a monogamia masculina.
Na próxima cena somos transportados para o castelo de Rei Salomão que, entre esposas e concubinas, tem a sua disposição 1000 mulheres. Nhaca entra em cena como a esposa 462 e prova a Croc que o antigo Rei não tem condições, nem física nem mental, de manter tantas mulheres em seu harém.

De volta à idade da pedra, Croc inventa que precisa ir para a guerra e Nhaca, agora mãe de 9 filhotes, dona de casa e bastante insatisfeita, resolve fechar a porta da caverna e fazer greve de sexo, tal qual Lisístrata faria dali a alguns séculos. A partir daí, nosso protagonista terá que provar que merece conseguir entrar novamente na caverna da esposa.

Com muitas idas e vindas na linha do tempo, o casal vive experiências do vários tipos de amor vistos ao longo de nossa história: o amor idealizado dos príncipes e princesas dos contos de fadas, o amor juvenil, o amor medieval e proibido de Romeu e Julieta; a libertinagem e o amor romântico; o feminismo e a castidade; até inventarem a separação e a questão da guarda dos filhotes. Mas, com tudo, o amor persiste e eles finalmente chegam ao divã para discutir com Dr Freud Flintstone as condições que cercam o homem e a mulher: a fidelidade e a traição, o amor e o sexo, a verdade e a mentira, o desejo e o ciúme.

Sugestão de sinopse:
Comédia romântica que acompanha a relação amorosa de um Homo Sapiens com uma Mulher de Neandertal. Para evitar que ela se relacione com outros machos ele resolve inventar o amor fazendo com que o casal pré-histórico viva situações que marido e mulher só enfrentariam anos, décadas ou milênios mais tarde.

‘A INVENÇÃO DO AMOR é a segunda atração da 19ª Edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, uma realização da Fred Soares Produções com patrocínio das Lojas Renner, Cielo e Shopping da Bahia, através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, promovendo a formação de plateia e estimulando a cultura das artes cênicas em salvador, além de workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para a cidade, sendo considerando o maior projeto de circulação teatral do país.