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Drama 14 60 min R$ 20,00 a R$ 40,00

João da Cruz

Casa das Rosas

Paraíso - São Paulo - SP

Endereço

Av. Paulista, 37
Paraíso - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-4070

Temporada

Sexta às 20h00

19 de Janeiro a 23 de Fevereiro de 2018

Ingressos

R$ 20,00 a R$ 40,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Inspirado nos escritos de São João da Cruz, poeta e místico espanhol do século XVI, o espetáculo João da Cruz estreia no dia 19 de janeiro (sexta-feira) na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos, às 20 horas.

A Casa das Rosas integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e é gerenciada pela Poiesis.

A montagem é um solo de Conrado Caputo com dramaturgia e encenação de Helder Mariani. A temporada segue até o dia 23 de fevereiro com sessões sempre às sextas-feiras, às 20 horas.

A ação se passa durante nove meses em que o Frei João da Cruz - canonizado São João da Cruz pela Igreja Católica, em 1726 - foi prisioneiro dos Carmelitas Calçados, seus próprios confrades, numa cela minúscula do Convento de Toledo.

Com uma poesia e uma mística que ultrapassaram os limites do discurso religioso, a obra escrita do Frei João Cruz faz parte da literatura clássica espanhola. O monólogo retrata sua obra literária do santo com suas ideias radicais, expressas pela palavra escrita e pela sua prática de vida. Ele também carrega as contradições existenciais da humanidade que, depois da Idade Moderna, se tornam cada vez maiores. Consumido por uma sede de infinito, de Deus, vivendo numa “noite escura” espiritual, o poeta carmelita se recusa a abrir mão da luta para renovar a sua ordem religiosa e a própria Igreja do seu tempo.

A encenação de Mariani apresenta o ator solitário na cena, que revela o frágil e forte de todo ser humano, o contraditório e coerente, a ingenuidade e a crítica de um santo. Com uma trilha sonora contemporânea que dialoga com a narrativa, valendo-se de poucos recursos cenográficos ou de iluminação, o ator se despoja em cena e abre espaço para a palavra. O ator se apropria da palavra poética, mística e humana do santo espanhol e traz as questões existenciais na perspectiva do século XVI para uma discussão contemporânea, com os desafios éticos e políticos, filosóficos e espirituais da “pós-modernidade”.

Sinopse

Monólogo teatral sobre o Frei São João da Cruz, no tempo que ficou prisioneiro
dos carmelitas calçados, seus próprios confrades. Numa cela minúscula, com uma
poesia e uma mística que ultrapassaram os limites religiosos, a peça retrata a vivência
radical de suas idéias. Consumido por sua sede de infinito, o Frei se recusa a abrir mão
da luta para renovar a sua ordem religiosa e a própria Igreja do século XVI. Sua obra
literária carrega em si as contradições existenciais que depois a própria Modernidade
viu se tornar cada vez maiores.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 14 60 min

João da Cruz

Casa das Rosas

Paraíso - São Paulo - SP

Inspirado nos escritos de São João da Cruz, poeta e místico espanhol do século XVI, o espetáculo João da Cruz estreia no dia 19 de janeiro (sexta-feira) na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos, às 20 horas.

A Casa das Rosas integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e é gerenciada pela Poiesis.

A montagem é um solo de Conrado Caputo com dramaturgia e encenação de Helder Mariani. A temporada segue até o dia 23 de fevereiro com sessões sempre às sextas-feiras, às 20 horas.

A ação se passa durante nove meses em que o Frei João da Cruz - canonizado São João da Cruz pela Igreja Católica, em 1726 - foi prisioneiro dos Carmelitas Calçados, seus próprios confrades, numa cela minúscula do Convento de Toledo.

Com uma poesia e uma mística que ultrapassaram os limites do discurso religioso, a obra escrita do Frei João Cruz faz parte da literatura clássica espanhola. O monólogo retrata sua obra literária do santo com suas ideias radicais, expressas pela palavra escrita e pela sua prática de vida. Ele também carrega as contradições existenciais da humanidade que, depois da Idade Moderna, se tornam cada vez maiores. Consumido por uma sede de infinito, de Deus, vivendo numa “noite escura” espiritual, o poeta carmelita se recusa a abrir mão da luta para renovar a sua ordem religiosa e a própria Igreja do seu tempo.

A encenação de Mariani apresenta o ator solitário na cena, que revela o frágil e forte de todo ser humano, o contraditório e coerente, a ingenuidade e a crítica de um santo. Com uma trilha sonora contemporânea que dialoga com a narrativa, valendo-se de poucos recursos cenográficos ou de iluminação, o ator se despoja em cena e abre espaço para a palavra. O ator se apropria da palavra poética, mística e humana do santo espanhol e traz as questões existenciais na perspectiva do século XVI para uma discussão contemporânea, com os desafios éticos e políticos, filosóficos e espirituais da “pós-modernidade”.

Sinopse

Monólogo teatral sobre o Frei São João da Cruz, no tempo que ficou prisioneiro
dos carmelitas calçados, seus próprios confrades. Numa cela minúscula, com uma
poesia e uma mística que ultrapassaram os limites religiosos, a peça retrata a vivência
radical de suas idéias. Consumido por sua sede de infinito, o Frei se recusa a abrir mão
da luta para renovar a sua ordem religiosa e a própria Igreja do século XVI. Sua obra
literária carrega em si as contradições existenciais que depois a própria Modernidade
viu se tornar cada vez maiores.