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Teatro L 50 min R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

História de uma Margarida

Endereço

Rua Joana Angélica, 63
Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(21) 3005-2701

Temporada

Sábado e Domingo, às 16h

16 de Setembro a 29 de Outubro de 2017

Ingressos

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

HISTÓRIAS DE UMA MARGARIDA ESTREIA NO
TEATRO CANDIDO MENDES NO DIA 16 DE SETEMBRO
Idealizadora e autora do projeto, a atriz Mariana Dias interpreta a
personagem Margarida
A peça tem direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados pelo
artista visual Bruno Dante
Sete canções inéditas, de autoria do diretor musical Claudio Lyra, fazem
parte do espetáculo
De uma saia longa, cheia de bolsos, nascem histórias contadas através de objetos
lúdicos, que conduzem as crianças a uma viagem pela imaginação. Inspirada no
conto “A Paixão de Dizer”, publicado no livro “Mulheres” de Eduardo Galeano, a
atriz e autora Mariana Dias criou Margarida, uma contadora de histórias, que deu
origem ao projeto “Histórias de uma Margarida”. A partir de suas memórias
afetivas, a atriz escreveu o conto “O jardineiro e a flor” que narra o nascimento da
personagem. Com direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados por
Bruno Dante, a peça estreia no dia 16 de setembro, no Teatro Candido Mendes.
A temporada será aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de outubro.
Os contos “Alfaiate Desatento” e “A formiga e a neve” foram referências para a atriz
escrever “O jardineiro e a flor”. Um jardineiro, que sonha com um jardim cheio de
borboletas, está triste porque não tem flor, logo, não tem borboletas. Um dia ele
recebe, num sonho, o conselho de um sábio: conversar com a natureza. Ele então
procura o Sol, a Chuva e a Terra até encontrar a resposta para seu sonho.
“Histórias de uma Margarida” tem referências musicais e literárias que compõem
a memória afetiva de Mariana. “Quando meu filho nasceu reencontrei lembranças
da minha infância e a contação de histórias, prática que já me fascinava desde que
estudei Letras, me ajudou a ressignificar muitas memórias”. Margarida nasceu
deste reencontro com sua própria história e há três anos vem se apresentando em
espaços de educação infantil no Rio de Janeiro. “A arte de contar e ouvir histórias é
uma das práticas mais antigas da humanidade e até hoje fascina” destaca a atriz. “A
oralidade permite a liberdade imaginativa”.
A direção musical é de Claudio Lyra, cantor, compositor, instrumentista e produtor
musical, que compôs sete músicas inéditas. A canção popular “Apareceu a
Margarida”, também faz parte do repertório. Quando toca, a personagem aparece
como mágica.
Para ilustrar esta história, o diretor Fernando Nicolau e o artista visual Bruno
Dante escolheram o verde como cor principal. “O cenário é composto por grama
sintética. Escolhemos esta monocromia como caminho para reverenciar a
natureza”, destaca Fernando. O figurino, da saia até o chapéu, também é verde. A
saia, criação de Luiza Fardin, tem 17 bolsos e o chapéu, criado por Bruno, tem
forma gotejante, inspirada na obra do artista plástico Ernesto Neto. “Muito mais
que um adereço, o chapéu é também um regador e traz uma caixinha de música, de
onde Margarida tira suas histórias”, conta Bruno. Do figurino, saem ainda 16
objetos cênicos criados pelo artista, todos em tons alaranjados. “O laranja tem uma
vibração e, ao mesmo tempo, é uma cor híbrida, que não remete a gênero”, explica.
Este é o primeiro trabalho de Fernando Nicolau para crianças. “É desafiador falar
com este público”, diz o diretor sobre sua estreia em espetáculos infantis. Seu
trabalho mais recente, o monólogo “Se eu fosse Iracema” estreou em 2016 no Rio e
segue em circulação pelo país. “Estou aprendendo muito com o Bruno, que tem
uma bonita trajetória neste universo”. Bruno, por sua vez, recebeu recentemente a
menção honrosa no Prêmio Zilka Sallaberry 2017 pela linguagem de animação do
espetáculo “Por que nem todos os dias são de Sol?”, da Artesanal Cia de Teatro, e
cria bonecos para teatro adulto e infantil, e também como obra artística. Entre os
seus trabalhos recentes destacam-se também a peça “Gritos”, da companhia
franco-brasileira Dos à Deux, e “Tra la lá”, musical infantil com canções de
Lamartine Babo. Atualmente, Bruno é o criador, ao lado da Cia. Giramundo, dos
bonecos da novela “Pega Pega”, da TV Globo, e também assina a orientação de
manipulação nas cenas.
A história contada em parceria com o espectador favorece a escuta e a ritualização
do lúdico. “Histórias de uma Margarida” celebra o ritual de contar histórias,
incentivando a imaginação das crianças, num tempo em que recebem quase tudo
pronto: desenhos animados, brinquedos eletrônicos, bonecas que falam entre
outros.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Teatro L 50 min

História de uma Margarida

Teatro Candido Mendes

Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

HISTÓRIAS DE UMA MARGARIDA ESTREIA NO
TEATRO CANDIDO MENDES NO DIA 16 DE SETEMBRO
Idealizadora e autora do projeto, a atriz Mariana Dias interpreta a
personagem Margarida
A peça tem direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados pelo
artista visual Bruno Dante
Sete canções inéditas, de autoria do diretor musical Claudio Lyra, fazem
parte do espetáculo
De uma saia longa, cheia de bolsos, nascem histórias contadas através de objetos
lúdicos, que conduzem as crianças a uma viagem pela imaginação. Inspirada no
conto “A Paixão de Dizer”, publicado no livro “Mulheres” de Eduardo Galeano, a
atriz e autora Mariana Dias criou Margarida, uma contadora de histórias, que deu
origem ao projeto “Histórias de uma Margarida”. A partir de suas memórias
afetivas, a atriz escreveu o conto “O jardineiro e a flor” que narra o nascimento da
personagem. Com direção de Fernando Nicolau e objetos cênicos criados por
Bruno Dante, a peça estreia no dia 16 de setembro, no Teatro Candido Mendes.
A temporada será aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de outubro.
Os contos “Alfaiate Desatento” e “A formiga e a neve” foram referências para a atriz
escrever “O jardineiro e a flor”. Um jardineiro, que sonha com um jardim cheio de
borboletas, está triste porque não tem flor, logo, não tem borboletas. Um dia ele
recebe, num sonho, o conselho de um sábio: conversar com a natureza. Ele então
procura o Sol, a Chuva e a Terra até encontrar a resposta para seu sonho.
“Histórias de uma Margarida” tem referências musicais e literárias que compõem
a memória afetiva de Mariana. “Quando meu filho nasceu reencontrei lembranças
da minha infância e a contação de histórias, prática que já me fascinava desde que
estudei Letras, me ajudou a ressignificar muitas memórias”. Margarida nasceu
deste reencontro com sua própria história e há três anos vem se apresentando em
espaços de educação infantil no Rio de Janeiro. “A arte de contar e ouvir histórias é
uma das práticas mais antigas da humanidade e até hoje fascina” destaca a atriz. “A
oralidade permite a liberdade imaginativa”.
A direção musical é de Claudio Lyra, cantor, compositor, instrumentista e produtor
musical, que compôs sete músicas inéditas. A canção popular “Apareceu a
Margarida”, também faz parte do repertório. Quando toca, a personagem aparece
como mágica.
Para ilustrar esta história, o diretor Fernando Nicolau e o artista visual Bruno
Dante escolheram o verde como cor principal. “O cenário é composto por grama
sintética. Escolhemos esta monocromia como caminho para reverenciar a
natureza”, destaca Fernando. O figurino, da saia até o chapéu, também é verde. A
saia, criação de Luiza Fardin, tem 17 bolsos e o chapéu, criado por Bruno, tem
forma gotejante, inspirada na obra do artista plástico Ernesto Neto. “Muito mais
que um adereço, o chapéu é também um regador e traz uma caixinha de música, de
onde Margarida tira suas histórias”, conta Bruno. Do figurino, saem ainda 16
objetos cênicos criados pelo artista, todos em tons alaranjados. “O laranja tem uma
vibração e, ao mesmo tempo, é uma cor híbrida, que não remete a gênero”, explica.
Este é o primeiro trabalho de Fernando Nicolau para crianças. “É desafiador falar
com este público”, diz o diretor sobre sua estreia em espetáculos infantis. Seu
trabalho mais recente, o monólogo “Se eu fosse Iracema” estreou em 2016 no Rio e
segue em circulação pelo país. “Estou aprendendo muito com o Bruno, que tem
uma bonita trajetória neste universo”. Bruno, por sua vez, recebeu recentemente a
menção honrosa no Prêmio Zilka Sallaberry 2017 pela linguagem de animação do
espetáculo “Por que nem todos os dias são de Sol?”, da Artesanal Cia de Teatro, e
cria bonecos para teatro adulto e infantil, e também como obra artística. Entre os
seus trabalhos recentes destacam-se também a peça “Gritos”, da companhia
franco-brasileira Dos à Deux, e “Tra la lá”, musical infantil com canções de
Lamartine Babo. Atualmente, Bruno é o criador, ao lado da Cia. Giramundo, dos
bonecos da novela “Pega Pega”, da TV Globo, e também assina a orientação de
manipulação nas cenas.
A história contada em parceria com o espectador favorece a escuta e a ritualização
do lúdico. “Histórias de uma Margarida” celebra o ritual de contar histórias,
incentivando a imaginação das crianças, num tempo em que recebem quase tudo
pronto: desenhos animados, brinquedos eletrônicos, bonecas que falam entre
outros.