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Show L 70 min R$ 15,00 inteira
R$ 7,50 meia

Luiz Gabriel Lopes
Lançamento do disco MANA

Endereço

R. da Bahia, 2244
Lourdes - Belo Horizonte - MG

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(31) 2626-1015

Temporada

Quarta às 20h00

11 de Outubro de 2017

Ingressos

R$ 15,00 inteira
R$ 7,50 meia

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.
50% para clientes Bradesco.
15% para sócio do Minas Tênis Clube.

Informação

É expressamente proibido o consumo de alimentos e bebidas no interior do Teatro. Quando for permitido a entrada após o início do espetáculo perde-se o direito ao lugar marcado. Devolução de ingresso até 96hs antes do evento.

"Com sonoridade enxuta, terceiro disco do cantor e compositor apresenta mensagem pacifista

O trigado dos cabelos, o claro dos olhos, o otimismo hippie e utópico, o violão intricado mas fluido. Suas canções têm um quê de Novos Baianos com Clube da Esquina, de Mônica Salmaso com Frenéticas. A música dele é feliz e densa. E dança. Daquele tipo de dança solta em volta da fogueira, fraternalismo ancestral. Coisa de índio encarnado em corpo galego.

Sua música é um libelo a liberdade mas já é ela mesma livre. Já é ela mesma libertadora pelo jogo das palavras e sons. Já é ela mesma liberdade à tardia de todas as madrugadas. Traz alento e sentimento de afeto, o Brasil no mapa dos afetos do mundo. [Chico César]

Cultivar as utopias. Não perder de vista a luz no fim do túnel. Como professar o otimismo em uma era carregada de más notícias? “Transformando a fé numa oração pra se cantar”, responde Luiz Gabriel Lopes já na primeira canção de “MANA”, seu terceiro disco, que chega em edição física e digital neste mês de agosto. A produção é de Lenis Rino e todas as músicas foram gravadas por Téo Nicácio (baixo), Luiz Gabriel Lopes (voz e guitarra), Mateus Bahiense (bateria e percussão) e Daniel Pantoja (flauta).

Com dez faixas e participações especiais de Mauricio Pereira e Ceumar, o álbum passeia por sonoridades mais cruas e diretas, calcadas em baixo, guitarra, bateria e flauta, diferente do trabalho anterior, “O Fazedor de Rios” (2015), onde havia maior profusão de elementos. “Às vezes sinto que existe uma espécie de patrulha psicológica, como se o simples não fosse legal. É uma coisa de dentro da cabeça da gente mesmo. Conseguir me desvencilhar disso e apontar numa outra direção foi, pra mim, um desafio”, conta.

A busca por uma mensagem pacifista envolvida em instrumental enxuto já se mostra bem sucedida logo na primeira faixa, “1986”, um reggae pontuado por intervenções de flauta que remete à fase ‘unplugged’ de Gilberto Gil. O refrão (“eu sou seu irmão / hermano soy yo”) é tão assobiável quanto necessário, em tempos de “nós contra eles”, além de evocar a união entre os povos latino-americanos, que Luiz conhece bem após algumas apresentações em países como Argentina e Peru.

Em “Apologia”, um baião, a poesia de Luiz Gabriel celebra um ser oculto cuja “bola de cristal protege a música”. A faixa tem participação de Mauricio Pereira, que empresta sua inconfundível voz para a misteriosa letra. “Mauricio é um cara que representa muito uma imagem que eu tenho de São Paulo, esse mosaico multicolorido, o afeto em meio ao ritmo maluco da metrópole”, diz.

“Matança”, composição do veterano compositor baiano Augusto Jatobá que promete ser um dos pontos altos dos shows de “MANA”, aumenta a velocidade do disco e prepara terreno para a banda adentrar o universo do ska em “Música da Vila”. A faixa narra cenas do movimentado dia a dia de uma vila de artistas, evocando o espírito colaborativo entre eles (“junta todas as moedas / aprende a multiplicar / cada um dá o que pode / no final não vai faltar”), e termina com uma frase lapidar e provocativa (“vida fácil de artista / é difícil de levar”). "

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L 70 min

Luiz Gabriel Lopes Lançamento do disco MANA

Teatro Bradesco BH

Lourdes - Belo Horizonte - MG

"Com sonoridade enxuta, terceiro disco do cantor e compositor apresenta mensagem pacifista

O trigado dos cabelos, o claro dos olhos, o otimismo hippie e utópico, o violão intricado mas fluido. Suas canções têm um quê de Novos Baianos com Clube da Esquina, de Mônica Salmaso com Frenéticas. A música dele é feliz e densa. E dança. Daquele tipo de dança solta em volta da fogueira, fraternalismo ancestral. Coisa de índio encarnado em corpo galego.

Sua música é um libelo a liberdade mas já é ela mesma livre. Já é ela mesma libertadora pelo jogo das palavras e sons. Já é ela mesma liberdade à tardia de todas as madrugadas. Traz alento e sentimento de afeto, o Brasil no mapa dos afetos do mundo. [Chico César]

Cultivar as utopias. Não perder de vista a luz no fim do túnel. Como professar o otimismo em uma era carregada de más notícias? “Transformando a fé numa oração pra se cantar”, responde Luiz Gabriel Lopes já na primeira canção de “MANA”, seu terceiro disco, que chega em edição física e digital neste mês de agosto. A produção é de Lenis Rino e todas as músicas foram gravadas por Téo Nicácio (baixo), Luiz Gabriel Lopes (voz e guitarra), Mateus Bahiense (bateria e percussão) e Daniel Pantoja (flauta).

Com dez faixas e participações especiais de Mauricio Pereira e Ceumar, o álbum passeia por sonoridades mais cruas e diretas, calcadas em baixo, guitarra, bateria e flauta, diferente do trabalho anterior, “O Fazedor de Rios” (2015), onde havia maior profusão de elementos. “Às vezes sinto que existe uma espécie de patrulha psicológica, como se o simples não fosse legal. É uma coisa de dentro da cabeça da gente mesmo. Conseguir me desvencilhar disso e apontar numa outra direção foi, pra mim, um desafio”, conta.

A busca por uma mensagem pacifista envolvida em instrumental enxuto já se mostra bem sucedida logo na primeira faixa, “1986”, um reggae pontuado por intervenções de flauta que remete à fase ‘unplugged’ de Gilberto Gil. O refrão (“eu sou seu irmão / hermano soy yo”) é tão assobiável quanto necessário, em tempos de “nós contra eles”, além de evocar a união entre os povos latino-americanos, que Luiz conhece bem após algumas apresentações em países como Argentina e Peru.

Em “Apologia”, um baião, a poesia de Luiz Gabriel celebra um ser oculto cuja “bola de cristal protege a música”. A faixa tem participação de Mauricio Pereira, que empresta sua inconfundível voz para a misteriosa letra. “Mauricio é um cara que representa muito uma imagem que eu tenho de São Paulo, esse mosaico multicolorido, o afeto em meio ao ritmo maluco da metrópole”, diz.

“Matança”, composição do veterano compositor baiano Augusto Jatobá que promete ser um dos pontos altos dos shows de “MANA”, aumenta a velocidade do disco e prepara terreno para a banda adentrar o universo do ska em “Música da Vila”. A faixa narra cenas do movimentado dia a dia de uma vila de artistas, evocando o espírito colaborativo entre eles (“junta todas as moedas / aprende a multiplicar / cada um dá o que pode / no final não vai faltar”), e termina com uma frase lapidar e provocativa (“vida fácil de artista / é difícil de levar”). "