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Drama 18 70 min R$ 20,00 a R$ 40,00

Ponto de Partida em
"Eu Vou Voltar"

Endereço

R. da Bahia, 2244
Lourdes - Belo Horizonte - MG

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(31) 2626-1015

Temporada

Sexta e Sábado 20h

18 a 19 de Agosto de 2017

Ingressos

R$ 20,00 a R$ 40,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

"O Ponto de Partida sempre perseguiu os temas que pudessem fazer de seus espetáculos de teatro um diálogo emocionado com seu público. Sempre rondou a alma humana, seus claros e escuros. Sempre buscou revisitar a memória para compreender o agora e inventar o depois. Sempre esmiuçou seu tempo histórico para aspirar o eterno. Seu novo espetáculo não foge a esses princípios.

VOU VOLTAR fala sobre as questões dos refugiados, das tantas fronteiras que nos catalogam e nos impedem de transitar. E, como antes de mais nada, nos interessam as pessoas, o espetáculo trabalha com sentimentos. O medo, a perda da identidade, o acolhimento, a rejeição, a coragem, a violência, as opções políticas e econômicas que impelem milhares e milhares de seres humanos a deixar suas casas e buscar refúgio, onde “ser possível viver” ainda seja um território alcançável.

E por lidar com sentimentos e não apenas com fatos, o espetáculo pertence a qualquer território humano onde as relações se estabelecem e se desfazem e se renovam.

Também, coerente com sua trajetória, ao invés de olhar para longe, o Ponto de Partida voltou seus olhos para perto, para dentro. Por isso todas as questões serão apresentadas a partir da história do grupo uruguaio El Galpón.

El Galpón, o mais antigo da América Latina, esta às vésperas de completar 70 anos de atividades ininterruptas e tem uma história inspiradora. Durante a Ditatura Militar, no Uruguai e em grande parte da América Latina, o grupo foi decretado ilegal. Seu teatro e todos os seus bens foram confiscados, seus principais atores proibidos de atuar, seus diretores presos e torturados. Soltos por pressão internacional, parte do grupo pediu asilo na embaixada mexicana e se refugiou no México, onde permaneceu por nove anos. O inusitado é que, mesmo exilados, eles se mantiveram em atividade como grupo de teatro. Cortaram o México de ponta a ponta fazendo espetáculos e apresentaram-se em 17 países. Depois de cada apresentação, denunciavam a situação política do Uruguai e da América Latina e construíram uma rede de solidariedade.

Quando voltaram, uma multidão lotou os 22 quilômetros que separavam o aeroporto, do Estádio Centenário, onde outras milhares de pessoas os esperavam.

Esta história comovente é o pano de fundo do espetáculo que também quer prestar uma homenagem aos milhares de artistas que foram perseguidos ao longo da História e se mantiveram firmemente ancorados às suas convicções, à poesia e a beleza, ao compromisso de reinventar e recontar a vida.

O espetáculo está fincado numa extensa pesquisa teórica e de campo. A base conceitual se estruturou sobre horas incontáveis de leituras e seminários conduzidos por especialistas. A investigação de campo aconteceu no Uruguai, com os protagonistas desta história, que a entregaram aos atores do Ponto de Partida em depoimentos comoventes. Também trouxemos do Uruguai farta documentação histórica. Muitas cenas do espetáculo carregam as palavras de Eduardo Galeano e Mário Benedetti, escritores uruguaios exilados e personagens da mesma luta.
VOU VOLTAR não se estrutura como um musical, mas é pontuado por canções latinas e brasileiras, algumas compostas especialmente para o espetáculo, por Pitágoras Silveira e Pablo Bertola, que também assina a direção musical.

Grandes baús são os únicos elementos que desenham a cena, materializando o contínuo movimento dos deslocamentos humanos, a perda das raízes e o permanente desejo de voltar.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 18 70 min

Ponto de Partida em "Eu Vou Voltar"

Teatro Bradesco BH

Lourdes - Belo Horizonte - MG

"O Ponto de Partida sempre perseguiu os temas que pudessem fazer de seus espetáculos de teatro um diálogo emocionado com seu público. Sempre rondou a alma humana, seus claros e escuros. Sempre buscou revisitar a memória para compreender o agora e inventar o depois. Sempre esmiuçou seu tempo histórico para aspirar o eterno. Seu novo espetáculo não foge a esses princípios.

VOU VOLTAR fala sobre as questões dos refugiados, das tantas fronteiras que nos catalogam e nos impedem de transitar. E, como antes de mais nada, nos interessam as pessoas, o espetáculo trabalha com sentimentos. O medo, a perda da identidade, o acolhimento, a rejeição, a coragem, a violência, as opções políticas e econômicas que impelem milhares e milhares de seres humanos a deixar suas casas e buscar refúgio, onde “ser possível viver” ainda seja um território alcançável.

E por lidar com sentimentos e não apenas com fatos, o espetáculo pertence a qualquer território humano onde as relações se estabelecem e se desfazem e se renovam.

Também, coerente com sua trajetória, ao invés de olhar para longe, o Ponto de Partida voltou seus olhos para perto, para dentro. Por isso todas as questões serão apresentadas a partir da história do grupo uruguaio El Galpón.

El Galpón, o mais antigo da América Latina, esta às vésperas de completar 70 anos de atividades ininterruptas e tem uma história inspiradora. Durante a Ditatura Militar, no Uruguai e em grande parte da América Latina, o grupo foi decretado ilegal. Seu teatro e todos os seus bens foram confiscados, seus principais atores proibidos de atuar, seus diretores presos e torturados. Soltos por pressão internacional, parte do grupo pediu asilo na embaixada mexicana e se refugiou no México, onde permaneceu por nove anos. O inusitado é que, mesmo exilados, eles se mantiveram em atividade como grupo de teatro. Cortaram o México de ponta a ponta fazendo espetáculos e apresentaram-se em 17 países. Depois de cada apresentação, denunciavam a situação política do Uruguai e da América Latina e construíram uma rede de solidariedade.

Quando voltaram, uma multidão lotou os 22 quilômetros que separavam o aeroporto, do Estádio Centenário, onde outras milhares de pessoas os esperavam.

Esta história comovente é o pano de fundo do espetáculo que também quer prestar uma homenagem aos milhares de artistas que foram perseguidos ao longo da História e se mantiveram firmemente ancorados às suas convicções, à poesia e a beleza, ao compromisso de reinventar e recontar a vida.

O espetáculo está fincado numa extensa pesquisa teórica e de campo. A base conceitual se estruturou sobre horas incontáveis de leituras e seminários conduzidos por especialistas. A investigação de campo aconteceu no Uruguai, com os protagonistas desta história, que a entregaram aos atores do Ponto de Partida em depoimentos comoventes. Também trouxemos do Uruguai farta documentação histórica. Muitas cenas do espetáculo carregam as palavras de Eduardo Galeano e Mário Benedetti, escritores uruguaios exilados e personagens da mesma luta.
VOU VOLTAR não se estrutura como um musical, mas é pontuado por canções latinas e brasileiras, algumas compostas especialmente para o espetáculo, por Pitágoras Silveira e Pablo Bertola, que também assina a direção musical.

Grandes baús são os únicos elementos que desenham a cena, materializando o contínuo movimento dos deslocamentos humanos, a perda das raízes e o permanente desejo de voltar.