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Comédia Dramática 12 75 min R$ 50,00 a R$ 150,00

Constelações
com Marília Gabriela & Sergio Mastropasqua

Endereço

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Campus - Campo Grande - MS

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(67) 3003-9176

Temporada

Sábado 21h e Domingo 19h

26 a 27 de Agosto de 2017

Ingressos

R$ 50,00 a R$ 150,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Ficha Técnica

Texto Nick Payne
Tradução Marcos Daud
Direção Ulysses Cruz
Diretor assistente Leonardo Bertholini

Elenco:
Marília Gabriela–Marianne
Sergio Mastropasqua–Roland

Figurino e Visagismo: Theodoro Cochrane
Iluminação Domingos Quintiliano
Musica original (livremente baseada nas Quatro Estações de Vivaldi) Miguel Briamonte
Preparação Vocal Renata Ferrari
Fotos: estúdio Miro
Fotos de cena: João Caldas e Caio Gallucci
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Valores

Setor A
R$ 150,00 inteira
R$ 75,00 meia

Setor B
R$ 120,00 inteira
R$ 60,00 meia

Setor C
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

De Nick Payne
Tradução Marcos Daud
Direção Ulysses Cruz

Romance e Ciência numa insólita história de amor
Pode uma simples palavra alterar o rumo de nossas vidas?

Através de uma sucessão vertiginosa de cenas curtas, os espectadores acompanham o relacionamento entre Marianne e Roland, que vai se desdobrando através do tempo e do espaço.
Como fio condutor deste(s) encontro(s), a física quântica, o multiverso. Todas as escolhas que você já fez, ou jamais fez, são parte de um vasto conjunto de universos paralelos, diz Marianne, a cosmóloga, cuja mente parece estar sempre no espaço, para um cético Roland, o apicultor, homem concreto, da terra.

Sem nenhum didatismo, e com enorme habilidade, o autor apresenta o conceito das realidades paralelas, através de uma sequência de 48 cenas curtas, nas quais uma relação vai se construindo.

Uma crônica cubista, portanto, que se move entre cantada, sedução, casamento, doença e morte iminente, toda ela permeada por curiosas e, em alguns casos, hilárias, situações do dia a dia.
Os diálogos refletem o dinamismo de nossa era digital, sem deixar de lado a riqueza de significados que as palavras encerram, provocando nos espectadores as mais variadas indagações sobre a nossa (ir)relevância no universo.

A peça, onde quer que seja apresentada, em palcos brasileiros ou na Broadway não perde sua magia. Os críticos ficaram impressionados com a originalidade do autor, que cria uma história de amor extremamente sofisticada, em meros 70 minutos, e que mesmo assim, ganha a adesão imediata do público.

A ambivalência emocional, inevitável em qualquer relação, tem um impacto muito maior aqui, por causa do multiverso, ou universos paralelos, no qual a peça transita. Não é preciso ser um cientista para se entender as várias versões de um relacionamento, que vão se descortinando diante de nossos olhos, com pequenas variações de texto e tom, colocando em dúvida nossas noções de tempo e espaço, mas nunca a nossa busca pelo amor perfeito que, lá no fundo, sabemos, não passa de uma miragem.

Para Ulysses Cruz, “Nick Payne conduz suas indagações pelos universos paralelos com enorme senso de humor e calor humano. É na atração que Marianne e Roland sentem um pelo outro que a peça se detém. Na vontade sobre-humana de conseguirem se comunicar. A ironia é que seus universos também são paralelos e linhas paralelas jamais se encontram”, afirma o diretor.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Constelações com Marília Gabriela & Sergio Mastropasqua

Teatro Glauce Rocha - MS

Campus - Campo Grande - MS

De Nick Payne
Tradução Marcos Daud
Direção Ulysses Cruz

Romance e Ciência numa insólita história de amor
Pode uma simples palavra alterar o rumo de nossas vidas?

Através de uma sucessão vertiginosa de cenas curtas, os espectadores acompanham o relacionamento entre Marianne e Roland, que vai se desdobrando através do tempo e do espaço.
Como fio condutor deste(s) encontro(s), a física quântica, o multiverso. Todas as escolhas que você já fez, ou jamais fez, são parte de um vasto conjunto de universos paralelos, diz Marianne, a cosmóloga, cuja mente parece estar sempre no espaço, para um cético Roland, o apicultor, homem concreto, da terra.

Sem nenhum didatismo, e com enorme habilidade, o autor apresenta o conceito das realidades paralelas, através de uma sequência de 48 cenas curtas, nas quais uma relação vai se construindo.

Uma crônica cubista, portanto, que se move entre cantada, sedução, casamento, doença e morte iminente, toda ela permeada por curiosas e, em alguns casos, hilárias, situações do dia a dia.
Os diálogos refletem o dinamismo de nossa era digital, sem deixar de lado a riqueza de significados que as palavras encerram, provocando nos espectadores as mais variadas indagações sobre a nossa (ir)relevância no universo.

A peça, onde quer que seja apresentada, em palcos brasileiros ou na Broadway não perde sua magia. Os críticos ficaram impressionados com a originalidade do autor, que cria uma história de amor extremamente sofisticada, em meros 70 minutos, e que mesmo assim, ganha a adesão imediata do público.

A ambivalência emocional, inevitável em qualquer relação, tem um impacto muito maior aqui, por causa do multiverso, ou universos paralelos, no qual a peça transita. Não é preciso ser um cientista para se entender as várias versões de um relacionamento, que vão se descortinando diante de nossos olhos, com pequenas variações de texto e tom, colocando em dúvida nossas noções de tempo e espaço, mas nunca a nossa busca pelo amor perfeito que, lá no fundo, sabemos, não passa de uma miragem.

Para Ulysses Cruz, “Nick Payne conduz suas indagações pelos universos paralelos com enorme senso de humor e calor humano. É na atração que Marianne e Roland sentem um pelo outro que a peça se detém. Na vontade sobre-humana de conseguirem se comunicar. A ironia é que seus universos também são paralelos e linhas paralelas jamais se encontram”, afirma o diretor.