Newsletter Compreingressos

Seja o primeiro a conhecer nossa programação de espetáculos, novidades, promoções e ofertas exclusivas

seu estado

  • AC
  • AL
  • AP
  • AM
  • BA
  • CE
  • DF
  • ES
  • GO
  • MA
  • MT
  • MS
  • MG
  • PA
  • PB
  • PR
  • PE
  • PI
  • RJ
  • RN
  • RS
  • RO
  • RR
  • SC
  • SP
  • SE
  • TO
cadastrar
Cidade
Gênero
X
Infantil L 50 min R$ 20,00 a R$ 40,00

Os Gnomos Contam a História do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
(Grande Theatro Unimed-BH)

Endereço

Avenida Amazonas, 315
Centro - Belo Horizonte - MG

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(31) 2626-1251

Temporada

Sábado 16h

14 de Outubro de 2017

Ingressos

R$ 20,00 a R$ 40,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

* A carteira de estudante obrigatoriamente deve ser apresentada no acesso ao espetáculo e no ato da compra pela bilheteria. Não são aceitos boletos e comprovantes de matricula.

Ficha Técnica

Texto
Jorge Amado

Roteiro
Grupo Ponto de Partida, com ideias de Álvaro Apocalypse

Direção
Regina Bertola

Cenário
João Melo e Tânia Werneck

Figurino
Tânia Werneck

Criação de adereços e painel
Edson Brandão

Confecção de adereços
Waldir Damasceno e Tânia Werneck

Criação e confecção dos arranjos florais

Luisa Bertola

Iluminação
João Melo, Lourdes Araújo, Eloiza Mendes e Soraia Moraes

Iluminador
Rony Rodrigues

Trilha Sonora
Lido Loschi, Ana Alice de Souza, Cláudia Valle,
Fátima Jorge e Rachel Matos

Sonoplastia
Pablo Bertola

Programação Visual
Edson Brandão

Elenco:
Ana Alice de Souza
Gnomo, Papagaio e Galo

Carolina Damasceno
Gnomo, Cachorro, Relógio, e Mãe da Andorinha

Érica Elke
Gnomo, Mucama e Pato

João Melo
Gnomo, Relógio, Pombo, Pai da Andorinha e Vaca Mocha

Júlia Medeiros
Gnomo, Mucama, Noite e Coruja
Lido Loschi

Gato Malhado, Vento, Vaca Mocha e Relógio

Renato Neves
Tempo

Soraia Moraes
Andorinha Sinhá e Manhã

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Passaporte Semana das Crianças - 03 eventos:
-Carnaval dos Animais
-A Bela e a Fera
-Os Gnomos Contam a História do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá

Somente na bilheteria do teatro
INTEIRA - R$90 | MEIA - R$45

Estacionamento

Estacione, localizado na Rua Espírito Santos, nº 625.

Em dias de espetáculos, de segunda a domingo, o público do Cine Theatro Brasil Vallourec poderá deixar o veículo no Estacione a partir das 19h ao preço fixo de R$ 15,00. É necessária a apresentação do ingresso do espetáculo para poder usudruir do valor conveniado. O Visitante tem até 1 hora após o evento para retirar o veículo do estacionamento.

No fins de semana, o visitante poderá estacionar 1 hora antes do espetáculo e sair 1 hora depois, a utilização do estacionamento fora desse período irá gerar cobrança de acordo com a tabeça de preços da Estacione.

A entrada principal do estacionamento conveniado é a da Rua Espírito Santo. No entanto, decorrido mais de 1 hora após o término do espetáculo, o visitante terá acesso por outra entrada, a Rua da Bahia, 600.

O estacionamento somente trabalha com dinheiro.
O ticket do teatro deve ser impresso (papel ingresso ou folha simples) e entregue ao funcionário do estacionamento na retirada do veículo.

Estacionamento na Rua
Para os visitantes que desejam estacionar os veículos na ruas próximos ao Cine Theatro Brasil Vallourec, a BH Trans liberou as seguintes vias:

Canteiro Central da Avenida Amazonas, no quarteirão do cine Brasil (nos dois sentidos).
Canteiro Central da avenida Afonso Pena, em frente ao Cine Brasil (sentido rodoviária/mangabeiras)

Informações

-É expressamente proibido o consumo de alimentos no interior do teatro
-Perde-se o direito ao lugar marcado após o início da sessão

Ponto de Partida
em

Os Gnomos contam a história do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - da obra de Jorge Amado
Grupo Ponto de Partida relembra um dos seus grandes sucessos!

Impossível calcular o público que assistiu a esse espetáculo, que já se apresentou em inúmeras cidades mineiras, nas grandes capitais brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília. E em várias cidades de Portugal e em Montevideo. Também participou de vários projetos ligados a Escolas no Brasil, em Portugal e no Uruguai, onde foi montado com direção de Regina Bertola, diretora do Ponto de Partida, e elenco do El Galpon. Enfim, o Gato tem o frescor e a perenidade dos contos de fada ou dos clássicos: será sempre irresistível.

“A minha maior emoção foi ver as imagens poéticas que criei tomarem corpo e saírem a brincar pelo palco, contando a história. E por estar assim, tão emocionado com esse espetáculo, vou dar de presente a vocês, hoje, um novo final para essa história. Eu ainda era muito jovem quando a escrevi e não sabia, naquela época, o que sei hoje: nada é impossível para o amor.”
Jorge Amado

Do espetáculo
Era uma vez, antigamente, mas muito antigamente, quando os bichos falavam, os cachorros eram amarrados com linguiça, alfaiates casavam-se com princesas e as crianças chegavam no bico das cegonhas. Aconteceu naquele então uma história de amor!
Assim que lemos sabíamos que queríamos ouvir esta história. Assim que ouvimos, sabíamos que queríamos contá-la. Então começamos a juntar as imagens mais delicadas para “desenhá-la”. Porque somos assim: só contamos histórias com gravuras.

Um dia, quando estávamos começando a fazer experiências com o roteiro, apareceram, de repente, no meio do palco, dois seres muito engraçados. Eram pequenos, tinham enormes chapéus vermelhos e falavam uma língua muito estranha que, a princípio, não entendíamos. Mas entraram em cena e, magicamente, plantaram no palco a primavera.

Era exatamente como queríamos fazer e então soubemos que eles também queriam contar esta história. O que fazer? Rendemo-nos e foi assim que os Gnomos entraram na história do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá. Não precisamos dizer que o que era lírico ficou mais poético, o que era divertido ficou mais engraçado, o que era triste ficou encantado.

Queríamos que o texto de Jorge Amado estivesse ali, inteirinho. Com todas aquelas palavras brincando e se juntando numa doce história. Mas não queríamos reescrever o livro, queríamos fazer teatro e então pedimos música e a história passeando levemente entre imagens e palavras. Queríamos que, como toda boa história, esta fosse para toda gente, de qualquer idade. Queríamos que toda essa gente se divertisse, se emocionasse e que por alguns poucos momentos estivesse feliz, conquistada pela beleza. Queríamos invadir este mundo cada vez mais tenso e complicado com a simplicidade sedutora de uma história de amor.

Ai, acho que não conseguiríamos isto tudo! Mas os Gnomos conseguem! Eles envolveram esta história em tal magia que é impossível resistir. Não acredita? Então venha vê-la. Você se surpreenderá desejando apaixonadamente que um Gato, malhado e feio, se case com uma terna e louca Andorinha.

Da montagem
O Gato Malhado reforça e dá continuidade à pesquisa de linguagem do Grupo Ponto de Partida. Também aqui fica claro para a platéia o jogo do “faz de conta”. Ninguém quer que a história pareça real. O jogo teatral fica sempre à mostra: isto é um lenço, faz de conta que seja um rouxinol, então...

O desafio é seduzir a plateia como parceira do jogo para que ela o vivencie como desejamos: uma doce e irresistível fantasia.

No processo da criação coletiva, aqui procurou-se dar mais um passo. O roteiro foi escrito pelos atores. Cada dupla ou trio escreveu e encenou uma estação. Depois de discutido e analisado, a direção unificou e definiu a forma final. Foi muito rico para os atores o processo de experimentar, tornar teatral uma linguagem literária.
Também a luz e a música são resultados da pesquisa do Grupo.
Continua o cuidado com o trabalho com o corpo e a voz e o ator é o elemento fundamental e o fio condutor da história. Estão aí também as marcações ágeis, o lirismo e a tentativa de encontrar um elemento plástico que formalize e sintetize o tema da história. No caso do “Gato” usamos uma escada.

Os Gnomos vieram como forma de tornar mais lúdica a narração e mais encantada a história que, na sua forma original, está quase integralmente no palco.
Envolvendo todo este trabalho, o prazer visceral de estar em cena, que talvez seja a característica mais marcante do Ponto de Partida.
Do autor

Jorge Amado.
Ele é um dos raros que pode se dar ao luxo de ser apresentado em quase todo o mundo com uma única citação: o seu próprio nome.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Infantil L 50 min

Os Gnomos Contam a História do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (Grande Theatro Unimed-BH)

Cine Theatro Brasil Vallourec

Centro - Belo Horizonte - MG

Ponto de Partida
em

Os Gnomos contam a história do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - da obra de Jorge Amado
Grupo Ponto de Partida relembra um dos seus grandes sucessos!

Impossível calcular o público que assistiu a esse espetáculo, que já se apresentou em inúmeras cidades mineiras, nas grandes capitais brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília. E em várias cidades de Portugal e em Montevideo. Também participou de vários projetos ligados a Escolas no Brasil, em Portugal e no Uruguai, onde foi montado com direção de Regina Bertola, diretora do Ponto de Partida, e elenco do El Galpon. Enfim, o Gato tem o frescor e a perenidade dos contos de fada ou dos clássicos: será sempre irresistível.

“A minha maior emoção foi ver as imagens poéticas que criei tomarem corpo e saírem a brincar pelo palco, contando a história. E por estar assim, tão emocionado com esse espetáculo, vou dar de presente a vocês, hoje, um novo final para essa história. Eu ainda era muito jovem quando a escrevi e não sabia, naquela época, o que sei hoje: nada é impossível para o amor.”
Jorge Amado

Do espetáculo
Era uma vez, antigamente, mas muito antigamente, quando os bichos falavam, os cachorros eram amarrados com linguiça, alfaiates casavam-se com princesas e as crianças chegavam no bico das cegonhas. Aconteceu naquele então uma história de amor!
Assim que lemos sabíamos que queríamos ouvir esta história. Assim que ouvimos, sabíamos que queríamos contá-la. Então começamos a juntar as imagens mais delicadas para “desenhá-la”. Porque somos assim: só contamos histórias com gravuras.

Um dia, quando estávamos começando a fazer experiências com o roteiro, apareceram, de repente, no meio do palco, dois seres muito engraçados. Eram pequenos, tinham enormes chapéus vermelhos e falavam uma língua muito estranha que, a princípio, não entendíamos. Mas entraram em cena e, magicamente, plantaram no palco a primavera.

Era exatamente como queríamos fazer e então soubemos que eles também queriam contar esta história. O que fazer? Rendemo-nos e foi assim que os Gnomos entraram na história do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá. Não precisamos dizer que o que era lírico ficou mais poético, o que era divertido ficou mais engraçado, o que era triste ficou encantado.

Queríamos que o texto de Jorge Amado estivesse ali, inteirinho. Com todas aquelas palavras brincando e se juntando numa doce história. Mas não queríamos reescrever o livro, queríamos fazer teatro e então pedimos música e a história passeando levemente entre imagens e palavras. Queríamos que, como toda boa história, esta fosse para toda gente, de qualquer idade. Queríamos que toda essa gente se divertisse, se emocionasse e que por alguns poucos momentos estivesse feliz, conquistada pela beleza. Queríamos invadir este mundo cada vez mais tenso e complicado com a simplicidade sedutora de uma história de amor.

Ai, acho que não conseguiríamos isto tudo! Mas os Gnomos conseguem! Eles envolveram esta história em tal magia que é impossível resistir. Não acredita? Então venha vê-la. Você se surpreenderá desejando apaixonadamente que um Gato, malhado e feio, se case com uma terna e louca Andorinha.

Da montagem
O Gato Malhado reforça e dá continuidade à pesquisa de linguagem do Grupo Ponto de Partida. Também aqui fica claro para a platéia o jogo do “faz de conta”. Ninguém quer que a história pareça real. O jogo teatral fica sempre à mostra: isto é um lenço, faz de conta que seja um rouxinol, então...

O desafio é seduzir a plateia como parceira do jogo para que ela o vivencie como desejamos: uma doce e irresistível fantasia.

No processo da criação coletiva, aqui procurou-se dar mais um passo. O roteiro foi escrito pelos atores. Cada dupla ou trio escreveu e encenou uma estação. Depois de discutido e analisado, a direção unificou e definiu a forma final. Foi muito rico para os atores o processo de experimentar, tornar teatral uma linguagem literária.
Também a luz e a música são resultados da pesquisa do Grupo.
Continua o cuidado com o trabalho com o corpo e a voz e o ator é o elemento fundamental e o fio condutor da história. Estão aí também as marcações ágeis, o lirismo e a tentativa de encontrar um elemento plástico que formalize e sintetize o tema da história. No caso do “Gato” usamos uma escada.

Os Gnomos vieram como forma de tornar mais lúdica a narração e mais encantada a história que, na sua forma original, está quase integralmente no palco.
Envolvendo todo este trabalho, o prazer visceral de estar em cena, que talvez seja a característica mais marcante do Ponto de Partida.
Do autor

Jorge Amado.
Ele é um dos raros que pode se dar ao luxo de ser apresentado em quase todo o mundo com uma única citação: o seu próprio nome.