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Show 12 90 min R$ 25,00 a R$ 100,00

Armandinho & Hamilton de Holanda

Teatro J. Safra

Barra Funda - São Paulo - SP

Endereço

Rua Josef Kryss, 318
Barra Funda - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2626-0243

Temporada

Sábado 21h30

17 de Junho de 2017

Ingressos

R$ 25,00 a R$ 100,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

Descontos conforme a Lei da Meia Entrada nº 12.933 de 01 de Dezembro de 2015
É assegurado 40% do total de ingressos disponíveis para venda ao público geral, mediante comprovação, de acordo com a Lei da Meia-Entrada 12.933.
50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes de ensino fundamental, médio, superior e pós-graduação
(Estudantes mediante a apresentação, no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local de realização do evento, da Carteira de Identificação Estudantil - CIE )
50% para pessoas com deficiência + acompanhante quando necessário.
50% para jovens de 15 a 29 anos de idade de baixa renda.
(inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico)
Outros descontos
Hotel HB: 50% de desconto para clientes e colaboradores do Hotel HB e mais 1 acompanhante
Professores: 50% para professores das redes públicas, Municipal e Estadual
*O desconto não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios do espetáculo.

Valores

Plateia Premium
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

Plateia VIP
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Mezanino
R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

Mezanino Visão parc. Prejudicada
R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

Ficha Técnica

Autoria: Hamilton de Holanda e Armandinho
Elenco: Hamilton de Holanda e Armandinho

Armandinho mais de 50 anos de carreira, Armandinho começou a tocar “profissionalmente” com 9 anos de idade no Trio Elétrico Mirim que seu pai Osmar Macedo, criador do Trio Elétrico juntamente com Dodô, fez especialmente para ele. De lá para cá não parou no tempo do choro ao rock, Armandinho se tornou referência do bandolim e da guitarra baiana, nome que Armandinho batizou o pau elétrico, inventando por Dodô e Osmar nos anos 40.

Além de sua carreira solo, o trio elétrico Armandinho, Dodô e Osmar, Armandinho está comemorando em 2017 com uma turnê, os 40 anos de sua banda formada em 1977 “A Cor do Som”.
Em maio de 2016, Armandinho comemorou seus 63 anos de vida na Virada Cultural de São Paulo - 2016, tocando para mais de 30 mil pessoas, tendo como convida especial “Baby do Brasil”, que cantou o parabéns pra você e Armandinho foi ovacionado pelo público, ele hoje é reconhecido mundialmente como um dos maiores instrumentistas da história.
Neste projeto se junta a o não menos gênio, prestigiado da mesma forma, pelo público e pela crítica, “Hamilton de Holanda”.

Hamilton de Holanda começou a tocar aos 5 anos, aos 9 conheceu Armandinho, hoje aos 40 anos, já comemorou 35 anos de carreira profissional, reconhecido na atualidade como um dos principais bandolinistas do mundo. Já gravou diversos cds e dvds e dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira.

Virtuosos, brilhantes e únicos são alguns dos adjetivos na vida destes músicos, que contagiam plateias em turnês por todo o mundo, construindo na história de cada um, uma carreira de inúmeros prêmios e reconhecimento da crítica do público.

Armandinho e Hamilton juntos, só os dois no palco num encontro de 02 bandolins de 10 cordas, o importante não é passado, nem futuro, mas sim, a intercessão entre esses dois, onde se confundem, o momento presente, o “é” aqui e agora.

Esse encontro é um marco na música brasileira, duas referências do bandolim brasileiro que passeiam por diversos gêneros tendo o bandolim como aglutinador de ideias. Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, se misturam a Jimmy Hendrix, aliados à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração e um novo som. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa, essa mistura é Armandinho e Hamilton de Holanda.

Virtuoso, brilhante e único são alguns dos adjetivos na vida deste músico, que contagia plateias em turnês por todo o mundo, construindo uma carreira de inúmeros prêmios.

Hamilton de Holanda 40 anos, 35 anos de música, carrega na bagagem a fusão do incentivo familiar com o Bacharelado em Composição pela Universidade de Brasília e a prática das rodas de choro e samba. Essa identidade o permite transitar com tranquilidade pelas mais diferentes formações (solo, duo, quarteto, quinteto, orquestra), consolidando, assim, uma maneira de expor ideias musicais e impressões sobre a vida com “o coração na ponta dos dedos.”

Hoje, 16 anos depois de adicionar duas cordas extras, 10 no total, reinventa o bandolim e liberta o emblemático instrumento brasileiro do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento do número de cordas, aliado à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração a se aproximar do Bandolim e de conceber formações com uma nova instrumentação. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa. Nos EUA, a imprensa logo o apelidou de “Jimmy Hendrix do bandolim”.

A busca de Hamilton não é pelo novo, e sim por uma música focada na beleza e na espontaneidade. Diante dele, existe um novo mundo cheio de possibilidades. Seu norte é “Moderno é Tradição”, e o importante não é passado, nem futuro, mas sim, a intercessão onde esses dois se confundem, a vida no momento presente, no “é”, no aqui e agora. Ao lado de seu empresário/parceiro artístico, Marcos Portinari, juntos nesses 11 anos, as ideias fervilham, fluem livremente, e os projetos não param. Há pouco mais de três anos, criaram o Baile do Almeidinha, gafieira contemporânea que traz no currículo cerca de 70 edições e mais de uma centena de convidados ilustres.

Hamilton é um músico de estilo único. Passeia por diversos gêneros tendo o bandolim como aglutinador de ideias. O choro é sua primeira referência, seu primeiro repertório era composto por músicas de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, entre outros. A atmosfera sem raízes na Brasília onde cresceu o fez se apropriar das mais diferentes tradições culturais com muito samba, frevo, bossa nova, entre outros... A Música Popular Brasileira é a sua matriz desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 12 90 min

Armandinho & Hamilton de Holanda

Teatro J. Safra

Barra Funda - São Paulo - SP

Armandinho mais de 50 anos de carreira, Armandinho começou a tocar “profissionalmente” com 9 anos de idade no Trio Elétrico Mirim que seu pai Osmar Macedo, criador do Trio Elétrico juntamente com Dodô, fez especialmente para ele. De lá para cá não parou no tempo do choro ao rock, Armandinho se tornou referência do bandolim e da guitarra baiana, nome que Armandinho batizou o pau elétrico, inventando por Dodô e Osmar nos anos 40.

Além de sua carreira solo, o trio elétrico Armandinho, Dodô e Osmar, Armandinho está comemorando em 2017 com uma turnê, os 40 anos de sua banda formada em 1977 “A Cor do Som”.
Em maio de 2016, Armandinho comemorou seus 63 anos de vida na Virada Cultural de São Paulo - 2016, tocando para mais de 30 mil pessoas, tendo como convida especial “Baby do Brasil”, que cantou o parabéns pra você e Armandinho foi ovacionado pelo público, ele hoje é reconhecido mundialmente como um dos maiores instrumentistas da história.
Neste projeto se junta a o não menos gênio, prestigiado da mesma forma, pelo público e pela crítica, “Hamilton de Holanda”.

Hamilton de Holanda começou a tocar aos 5 anos, aos 9 conheceu Armandinho, hoje aos 40 anos, já comemorou 35 anos de carreira profissional, reconhecido na atualidade como um dos principais bandolinistas do mundo. Já gravou diversos cds e dvds e dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira.

Virtuosos, brilhantes e únicos são alguns dos adjetivos na vida destes músicos, que contagiam plateias em turnês por todo o mundo, construindo na história de cada um, uma carreira de inúmeros prêmios e reconhecimento da crítica do público.

Armandinho e Hamilton juntos, só os dois no palco num encontro de 02 bandolins de 10 cordas, o importante não é passado, nem futuro, mas sim, a intercessão entre esses dois, onde se confundem, o momento presente, o “é” aqui e agora.

Esse encontro é um marco na música brasileira, duas referências do bandolim brasileiro que passeiam por diversos gêneros tendo o bandolim como aglutinador de ideias. Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, se misturam a Jimmy Hendrix, aliados à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração e um novo som. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa, essa mistura é Armandinho e Hamilton de Holanda.

Virtuoso, brilhante e único são alguns dos adjetivos na vida deste músico, que contagia plateias em turnês por todo o mundo, construindo uma carreira de inúmeros prêmios.

Hamilton de Holanda 40 anos, 35 anos de música, carrega na bagagem a fusão do incentivo familiar com o Bacharelado em Composição pela Universidade de Brasília e a prática das rodas de choro e samba. Essa identidade o permite transitar com tranquilidade pelas mais diferentes formações (solo, duo, quarteto, quinteto, orquestra), consolidando, assim, uma maneira de expor ideias musicais e impressões sobre a vida com “o coração na ponta dos dedos.”

Hoje, 16 anos depois de adicionar duas cordas extras, 10 no total, reinventa o bandolim e liberta o emblemático instrumento brasileiro do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento do número de cordas, aliado à velocidade de solos e improvisos, inspira uma nova geração a se aproximar do Bandolim e de conceber formações com uma nova instrumentação. Se é jazz, samba, rock, pop, lundu ou choro, não mais importa. Nos EUA, a imprensa logo o apelidou de “Jimmy Hendrix do bandolim”.

A busca de Hamilton não é pelo novo, e sim por uma música focada na beleza e na espontaneidade. Diante dele, existe um novo mundo cheio de possibilidades. Seu norte é “Moderno é Tradição”, e o importante não é passado, nem futuro, mas sim, a intercessão onde esses dois se confundem, a vida no momento presente, no “é”, no aqui e agora. Ao lado de seu empresário/parceiro artístico, Marcos Portinari, juntos nesses 11 anos, as ideias fervilham, fluem livremente, e os projetos não param. Há pouco mais de três anos, criaram o Baile do Almeidinha, gafieira contemporânea que traz no currículo cerca de 70 edições e mais de uma centena de convidados ilustres.

Hamilton é um músico de estilo único. Passeia por diversos gêneros tendo o bandolim como aglutinador de ideias. O choro é sua primeira referência, seu primeiro repertório era composto por músicas de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, entre outros. A atmosfera sem raízes na Brasília onde cresceu o fez se apropriar das mais diferentes tradições culturais com muito samba, frevo, bossa nova, entre outros... A Música Popular Brasileira é a sua matriz desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de Pixinguinha.