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X
Infantil L R$ 30,00

Que Bicho É Esse?

Endereço

Rod. Raposo Tavares, km 14,5
Jardim Boa Vista - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-7112

Temporada

Sábados 14h

06 a 27 de Maio de 2017

Ingressos

R$ 30,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 30,00 inteira
R$ 15,00 meia

Ficha Técnica

Texto: Angela Lyra e José Geraldo Rocha
Elenco: Joana Freire, Luian Borges e Pedro Machite
Cenários/Figurinos/Bonecos: Valnice Vieira Bolla
Customização: Tito Rodarte
Gravura: Nelson Capenee
Costureiras: Jane Costa e Ione Pereira
Designer gráfico: Renato Gonda
Músicas: Luian Borges, José Geraldo Rocha, Joana Freire e Pedro Machite
Direção musical: Luian Borges e José Geraldo Rocha
Produção: Grupo Pasárgada
Direção geral: José Geraldo Rocha
Administração: VVB Produções Artísticas

Era uma vez...
Um homem que ouviu muitas histórias,
Histórias de reis, de princesas e plebeus,
E eram tantas histórias
Que o Homem começou sua coleção de ...
ERA UMA VEZ.

Com essa breve introdução, o Pasárgada presta sua homenagem a um dos maiores historiadores, escritores, poetas e antropólogos que nosso País já produziu. Luís da Câmara Cascudo coletou mais de uma centena de contos e causos populares e produziu uma obra riquíssima sobre nossa memória cultural.

“ Eu dei ao meu país uma bibliografia leal e legítima, porque não foi feita de imaginação e de livros, mas do contato direto com o povo. Com a legitimidade do apurado, com a confissão e a contribuição de um pesquisador direto, levando aos quadros brasileiros os elementos fundamentais da sua marcha para o progresso.


O conto escolhido funcionou como roteiro para a criação do texto dramático e a narrativa permitiu descobrir novas possibilidades na história original. Na medida que o trabalho de pesquisa se desenvolveu, foram exploradas outras formas de apropriação do conto popular e o projeto se concretizou com uma multiplicidade de linguagens como; conto, teatro e música e tendo os atores como personagens, narradores e músicos. Desta forma o conto adquiriu um caráter único e épico interpretado com um misto de narrativa, dramatização, mímica, triangulação de clown, manipulação de bonecos e música.

A história é contada, cantada e interpretada por duas atrizes e um músico que se revezam em vários papeis como faxineiras, plebeus, reis, princesas, arautos e outros. O conto se desenvolve de forma lúdica, alegre e envolvente permitindo um jogo constante de "gags", movimentação, encontros e desencontros no castelo, no reino e nos limites possíveis e improváveis do Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei ...

(Luís da Câmara Cascudo)

Objetivo



O objetivo deste Projeto é a continuidade e manutenção da linguagem e proposta estética das encenações do Pasárgada há 45 anos, privilegiando textos e encenações que abordam temas e conteúdos como: raízes populares, identidade cultural, cidadania, exclusão social e formação de plateias. Os espetáculos do Pasárgada utilizam bonecos, músicos e atores tocando e cantando ao vivo vários instrumentos em encenações que podem ser apresentadas em espaços diferenciados para públicos de diferentes faixas etárias, como forma de educar para a arte e criar hábitos de interesse teatral.

Sinopse do espetáculo

O espetáculo narra a história de um bicho esquisito, uma princesa e os desafios propostos por um rei aos pretendentes da mão da princesa para adivinharem do que é feita a sua almofada real. E está lançado o desafio para descobrir: QUE BICHO É ESSE ???

Crítica:

UMA PRINCESA E SEUS PRETENDENTES NO QUINTAL DE NOSSOS AVÓS Assim é o simples e eficiente ‘Que Bicho É Esse?’,
do veterano Grupo Pasárgada
Por Dib Carneiro Neto - atualizada em 13/03/2015 13h59

Trata-se de um grande feito: o Grupo Pasárgada caminha este ano para seu 44º aniversário. Tanto tempo na estrada lhe confere uma inegável autoridade na difícil arte de fazer teatro para crianças. ‘Que Bicho É Esse?’, em cartaz no Teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, acerta ao levar para o palco um conto popular recolhido por um dos mais importantes pesquisadores, antropólogos e historiadores de nosso País, o potiguar Luís da Câmara Cascudo (1898-1986).
Com texto de Angela Lyra e José Geraldo Rocha, o espetáculo se revela, antes de mais nada, bastante resolvido dramaturgicamente. Ficamos o tempo todo com a sensação agradável de estar ouvindo uma história muito bem contada. Uma história fantasiosa, fabular, arquetípica, ao mesmo tempo, fincada em raízes populares e na busca por uma identidade cultural nacional. Também assinando a direção, José Geraldo Rocha prossegue coerentemente na linha que mais gosta de adotar: a recuperação da estética e da linguagem dos nossos quintais de antigamente, o que é seguido à risca e literalmente pela cenografia e figurinos de Valnice Vieira Bolla. Basta ver em cena os varais com roupas estendidas, pra gente mergulhar no mundo saudosista que tanto já encantou várias gerações, ao ser transposto para o palco.
Ponto culminante, a meu ver, são os bonecos de sucata criados também por Valnice Vieira Bolla. Quando a princesa protagonista, feita de vassoura, tem de escolher um pretendente, é muito divertida a sucessão de príncipes que vão surgindo por trás do muro, cada qual de uma nacionalidade (árabe, chinês e até um divertido mineirinho) e todos confeccionados com alta dose de criatividade e simplicidade. Não se trata de uma produção rica, mas a trajetória tarimbada do Pasárgada permite que o grupo tire riqueza dos objetos mais simples, panos, cordas. O momento em que mil coelhos têm de aparecer em cena é impagável, pois os coelhos são simplesmente sugeridos por rolos de papel higiênico, cada qual envolto por um saco de plástico reciclável. Um efeito simples, barato, eficiente, engraçado e até bonito.
A trilha sonora ao vivo, assinada por Joana Flor, dá o toque necessário de musicalidade regional, mesclando instrumentos como violino, violão, flauta, acordeom e cavaquinho. As letras das canções integram-se a contento ao enredo da peça, ajudando os pequeninos a permanecerem ligados no palco o tempo todo. Não pode faltar uma menção merecida ao competente elenco: Angela Lyra, Kaka Degaspari e Luian Borges

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Que Bicho É Esse?

Teatro Raposo Shopping - Sala Irene Ravache

Jardim Boa Vista - São Paulo - SP

Era uma vez...
Um homem que ouviu muitas histórias,
Histórias de reis, de princesas e plebeus,
E eram tantas histórias
Que o Homem começou sua coleção de ...
ERA UMA VEZ.

Com essa breve introdução, o Pasárgada presta sua homenagem a um dos maiores historiadores, escritores, poetas e antropólogos que nosso País já produziu. Luís da Câmara Cascudo coletou mais de uma centena de contos e causos populares e produziu uma obra riquíssima sobre nossa memória cultural.

“ Eu dei ao meu país uma bibliografia leal e legítima, porque não foi feita de imaginação e de livros, mas do contato direto com o povo. Com a legitimidade do apurado, com a confissão e a contribuição de um pesquisador direto, levando aos quadros brasileiros os elementos fundamentais da sua marcha para o progresso.


O conto escolhido funcionou como roteiro para a criação do texto dramático e a narrativa permitiu descobrir novas possibilidades na história original. Na medida que o trabalho de pesquisa se desenvolveu, foram exploradas outras formas de apropriação do conto popular e o projeto se concretizou com uma multiplicidade de linguagens como; conto, teatro e música e tendo os atores como personagens, narradores e músicos. Desta forma o conto adquiriu um caráter único e épico interpretado com um misto de narrativa, dramatização, mímica, triangulação de clown, manipulação de bonecos e música.

A história é contada, cantada e interpretada por duas atrizes e um músico que se revezam em vários papeis como faxineiras, plebeus, reis, princesas, arautos e outros. O conto se desenvolve de forma lúdica, alegre e envolvente permitindo um jogo constante de "gags", movimentação, encontros e desencontros no castelo, no reino e nos limites possíveis e improváveis do Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei ...

(Luís da Câmara Cascudo)

Objetivo



O objetivo deste Projeto é a continuidade e manutenção da linguagem e proposta estética das encenações do Pasárgada há 45 anos, privilegiando textos e encenações que abordam temas e conteúdos como: raízes populares, identidade cultural, cidadania, exclusão social e formação de plateias. Os espetáculos do Pasárgada utilizam bonecos, músicos e atores tocando e cantando ao vivo vários instrumentos em encenações que podem ser apresentadas em espaços diferenciados para públicos de diferentes faixas etárias, como forma de educar para a arte e criar hábitos de interesse teatral.

Sinopse do espetáculo

O espetáculo narra a história de um bicho esquisito, uma princesa e os desafios propostos por um rei aos pretendentes da mão da princesa para adivinharem do que é feita a sua almofada real. E está lançado o desafio para descobrir: QUE BICHO É ESSE ???

Crítica:

UMA PRINCESA E SEUS PRETENDENTES NO QUINTAL DE NOSSOS AVÓS Assim é o simples e eficiente ‘Que Bicho É Esse?’,
do veterano Grupo Pasárgada
Por Dib Carneiro Neto - atualizada em 13/03/2015 13h59

Trata-se de um grande feito: o Grupo Pasárgada caminha este ano para seu 44º aniversário. Tanto tempo na estrada lhe confere uma inegável autoridade na difícil arte de fazer teatro para crianças. ‘Que Bicho É Esse?’, em cartaz no Teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, acerta ao levar para o palco um conto popular recolhido por um dos mais importantes pesquisadores, antropólogos e historiadores de nosso País, o potiguar Luís da Câmara Cascudo (1898-1986).
Com texto de Angela Lyra e José Geraldo Rocha, o espetáculo se revela, antes de mais nada, bastante resolvido dramaturgicamente. Ficamos o tempo todo com a sensação agradável de estar ouvindo uma história muito bem contada. Uma história fantasiosa, fabular, arquetípica, ao mesmo tempo, fincada em raízes populares e na busca por uma identidade cultural nacional. Também assinando a direção, José Geraldo Rocha prossegue coerentemente na linha que mais gosta de adotar: a recuperação da estética e da linguagem dos nossos quintais de antigamente, o que é seguido à risca e literalmente pela cenografia e figurinos de Valnice Vieira Bolla. Basta ver em cena os varais com roupas estendidas, pra gente mergulhar no mundo saudosista que tanto já encantou várias gerações, ao ser transposto para o palco.
Ponto culminante, a meu ver, são os bonecos de sucata criados também por Valnice Vieira Bolla. Quando a princesa protagonista, feita de vassoura, tem de escolher um pretendente, é muito divertida a sucessão de príncipes que vão surgindo por trás do muro, cada qual de uma nacionalidade (árabe, chinês e até um divertido mineirinho) e todos confeccionados com alta dose de criatividade e simplicidade. Não se trata de uma produção rica, mas a trajetória tarimbada do Pasárgada permite que o grupo tire riqueza dos objetos mais simples, panos, cordas. O momento em que mil coelhos têm de aparecer em cena é impagável, pois os coelhos são simplesmente sugeridos por rolos de papel higiênico, cada qual envolto por um saco de plástico reciclável. Um efeito simples, barato, eficiente, engraçado e até bonito.
A trilha sonora ao vivo, assinada por Joana Flor, dá o toque necessário de musicalidade regional, mesclando instrumentos como violino, violão, flauta, acordeom e cavaquinho. As letras das canções integram-se a contento ao enredo da peça, ajudando os pequeninos a permanecerem ligados no palco o tempo todo. Não pode faltar uma menção merecida ao competente elenco: Angela Lyra, Kaka Degaspari e Luian Borges