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Show L

Branka canta Clara

Endereço

Av. Sete de Setembro, 1537
Campo Grande - Salvador - BA

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Sexta e Sábado 20h30

19 a 20 de Maio de 2017

Tickets

R$ 60,00 couvert artístico

Serviços

Serviço de BAR:

A partir das 19h45.

(*) Como espectador do Café-Teatro Rubi, você pode desfrutar de preços especiais no jantar do Restaurante Passeio da Vitória – Sheraton da Bahia e também taxa especial de hospedagem. Consulte a Bilheteria do Teatro.

Informações

PROIBIDA A ENTRADA DEPOIS DO INÍCIO DO SHOW.

No ano em que se comemora o primeiro centenário do samba, o Café-Teatro Rubi, Sheraton da Bahia, apresenta, nos dias 19 e 20 de maio, às 20h30, “Branka Canta Clara”, um show que homenageia a grande cantora brasileira Clara Nunes e que convida o público a viajar entre os dois séculos que encapsulam esta marca histórica.

Do século passado vem a riqueza da obra de Clara Nunes, musa eterna e fonte de inspiração para Branka, cantora curitibana, que hoje segue viagem por essa estrada homenageando a quem desbravou o seu caminho.

Com mais de 10 anos de carreira, em 2013, Branka recebeu duas indicações importantes no mundo da música. Uma para o Grammy Latino com o seu primeiro álbum exclusivamente de samba, “Barra da Saia”, na categoria “Melhor Álbum de Engenharia de Gravação”; e concorreu com o mesmo trabalho como “Melhor Álbum de Samba” no Prêmio da Música Brasileira.

Branka e Clara partilham da mesma história. Começaram a carreira cantando outros gêneros musicais. Somente após mergulharem nas rodas e escolas de samba cariocas é que emergiram sambistas de corpo e alma. Elas são os dois lados de um reflexo separado pelo tempo e unido pelo samba.

Clara Nunes, a homenageada da noite, é mineira e foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, desconstruindo o mito de que mulheres não vendiam discos. Em 1972, se firmou no samba com o álbum “Clara Clarice Clara”, nome do sucesso escrito por Caetano Veloso e Capinam. Até hoje, 34 anos após sua morte, ainda é considerada uma das maiores intérpretes do País.

Branka - Nascida em Curitiba, Karyme Hass, hoje, conhecida artisticamente como Branka, desde pequena já sonhava com os palcos. Com 15 anos, se aventurava e fugia de casa pra cantar na noite. Em 2003, lança o disco “Faces e Fases”, que foi produzido por Nilo Romero, leia-se Cazuza, Ana Carolina, Kid Abelha e Barão Vermelho, seu primeiro disco de carreira. Rendeu algumas boas críticas e a indicação na categoria revelação, no prêmio TIM.

O álbum “Amor Solene” sai em 2008. Esse segundo trabalho veio independente e com dois mimos, a música: “Simplesmente”, inédita de Samuel Rosa e uma versão em português de “Sonho Azul” de Burt Bacharach (Close To You).

A descoberta do samba resulta no CD “Barra da Saia”, seu terceiro disco de carreira, porém o primeiro desse ritmo. O álbum traz a participação especial de Zeca Pagodinho, composições inéditas e releituras de clássicos como “Peito Vazio”, de Cartola, “Céu e Mar”, de Johnny Alf, “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa e “Vou Partir”, de Nelson Cavaquinho.

A escolha foi certeira, o álbum rendeu várias indicações: Grammy Latino - Melhor Engenharia de Som, Melhor Álbum de Samba no Prêmio da Música Brasileira em 2013 (em sua 24ª Edição). A música “Barra da Saia”, dela e de Carlinhos 7 Cordas, foi selecionada no Prêmio Exposamba, em SP, e no Prêmio Multishow, na categoria de Melhor Samba, em 2012.

Karyme, resolveu assumir o nome de batismo que ganhou carinhosamente nas rodas de samba, Branka. Esculpida na base musical de Clara Nunes, Elizete Cardoso, Elis Regina e Beth Carvalho, suas referências primeiras, Branka descobriu um jeito único de interpretar.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L

Branka canta Clara

Café Teatro Rubi - Sheraton da Bahia Hotel

Campo Grande - Salvador - BA

No ano em que se comemora o primeiro centenário do samba, o Café-Teatro Rubi, Sheraton da Bahia, apresenta, nos dias 19 e 20 de maio, às 20h30, “Branka Canta Clara”, um show que homenageia a grande cantora brasileira Clara Nunes e que convida o público a viajar entre os dois séculos que encapsulam esta marca histórica.

Do século passado vem a riqueza da obra de Clara Nunes, musa eterna e fonte de inspiração para Branka, cantora curitibana, que hoje segue viagem por essa estrada homenageando a quem desbravou o seu caminho.

Com mais de 10 anos de carreira, em 2013, Branka recebeu duas indicações importantes no mundo da música. Uma para o Grammy Latino com o seu primeiro álbum exclusivamente de samba, “Barra da Saia”, na categoria “Melhor Álbum de Engenharia de Gravação”; e concorreu com o mesmo trabalho como “Melhor Álbum de Samba” no Prêmio da Música Brasileira.

Branka e Clara partilham da mesma história. Começaram a carreira cantando outros gêneros musicais. Somente após mergulharem nas rodas e escolas de samba cariocas é que emergiram sambistas de corpo e alma. Elas são os dois lados de um reflexo separado pelo tempo e unido pelo samba.

Clara Nunes, a homenageada da noite, é mineira e foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, desconstruindo o mito de que mulheres não vendiam discos. Em 1972, se firmou no samba com o álbum “Clara Clarice Clara”, nome do sucesso escrito por Caetano Veloso e Capinam. Até hoje, 34 anos após sua morte, ainda é considerada uma das maiores intérpretes do País.

Branka - Nascida em Curitiba, Karyme Hass, hoje, conhecida artisticamente como Branka, desde pequena já sonhava com os palcos. Com 15 anos, se aventurava e fugia de casa pra cantar na noite. Em 2003, lança o disco “Faces e Fases”, que foi produzido por Nilo Romero, leia-se Cazuza, Ana Carolina, Kid Abelha e Barão Vermelho, seu primeiro disco de carreira. Rendeu algumas boas críticas e a indicação na categoria revelação, no prêmio TIM.

O álbum “Amor Solene” sai em 2008. Esse segundo trabalho veio independente e com dois mimos, a música: “Simplesmente”, inédita de Samuel Rosa e uma versão em português de “Sonho Azul” de Burt Bacharach (Close To You).

A descoberta do samba resulta no CD “Barra da Saia”, seu terceiro disco de carreira, porém o primeiro desse ritmo. O álbum traz a participação especial de Zeca Pagodinho, composições inéditas e releituras de clássicos como “Peito Vazio”, de Cartola, “Céu e Mar”, de Johnny Alf, “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa e “Vou Partir”, de Nelson Cavaquinho.

A escolha foi certeira, o álbum rendeu várias indicações: Grammy Latino - Melhor Engenharia de Som, Melhor Álbum de Samba no Prêmio da Música Brasileira em 2013 (em sua 24ª Edição). A música “Barra da Saia”, dela e de Carlinhos 7 Cordas, foi selecionada no Prêmio Exposamba, em SP, e no Prêmio Multishow, na categoria de Melhor Samba, em 2012.

Karyme, resolveu assumir o nome de batismo que ganhou carinhosamente nas rodas de samba, Branka. Esculpida na base musical de Clara Nunes, Elizete Cardoso, Elis Regina e Beth Carvalho, suas referências primeiras, Branka descobriu um jeito único de interpretar.