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Show 16 90 min R$ 50,00

Celo Costa
O Velho Homem Rio

Endereço

Av. Tancredo Neves, 1.109 (Edifício Casa do Comércio)
Pituba - Salvador - BA

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Quarta 20h30

04 de Outubro de 2017

Ingressos

R$ 50,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes (Obrigatória a apresentação da carteira de estudante para validação da meia entrada).

Ficha Técnica

Voz e Contação de Histórias: Celo Costa
Direção Artística: Jackson Costa
Direção Musical: André Tiganá
Direção de Produção: Fátima Falcon
Produção Executiva: Maurício Corso.
Produção Artística: Yolanda Nogueira
Percussão: Fábio Cunha
Baixo: André Tiganá
Cenário e Figurino: Zuarte Júnior
Iluminação: Luciano Reis
Assessoria de Comunicação: Via Press

Valores

R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

CELO COSTA REAPRESENTA ESPETÁCULO premiado
Inspirado no conto “A Terceira Margem do Rio”, de Guimarães Rosa,
o show une música e literatura em busca dos sentidos do sertão

A arte da cantoria entrelaçada com a beleza da narração de histórias tecem o fio condutor do espetáculo “O Velho Homem Rio”, que retorna aos palcos no dia 4 de outubro, às 20h30, em apresentação única no Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador. O cantador, multi-instrumentista e compositor Celo Costa inspirou-se na riqueza de significados e simbolismos do sertão para criar o show. Recentemente, este espetáculo recebeu o Prêmio Caymmi de Música na categoria Show Melhor Direção Artística pelo trabalho de Jackson Costa e conta ainda com a primorosa Direção Musical de André Tiganá. Entre palavras e sons, o público será convidado a mergulhar no conto “A terceira margem do rio”, do escritor Guimarães Rosa, e a navegar por composições inspiradas no imaginário atemporal do sertão.

No palco, canções de Elomar, Dominguinhos, Chico Buarque e Mauro Aguiar dialogam com o repertório autoral de Celo Costa. “Esse projeto traz uma singularidade bem especial, porque vamos contar uma história no meio de um show musical, sob o olhar de um contador de histórias. Então, no palco, serei um cantador, tocador de viola e também um contador dessa história tão profunda, que é ‘A terceira margem do rio’”, afirma Celo Costa. O público irá mergulhar nesse rio de palavras conduzido por instrumentos característicos da música nordestina. Sanfona e viola dialogam com o piano e a percussão em um ambiente de sonoridade acústica.

O imaginário dos sertões transita entre os muitos simbolismos evocados pela palavra e pela música.
“O sertão de Elomar é seco, com pouca água, com o bode. Ele tem uma paisagem, uma fauna, aquela coisa de chuva rara, o sofrimento do nordestino, alimentação escassa, a carne seca. Mas ele traz também alguns elementos que estão no conto, como a solidão, o isolamento, a saudade e, de certa forma, traz também o abandono, presente em ‘A Terceira Margem do Rio’”. Já Guimarães Rosa, descreve Celo, traz um sertão colorido, de muita vida, com água abundante. “Já é um outro sertão. Tanto que a história se passa na beira de um rio, não tem tanta miséria, embora compartilhe ainda elementos em comum como o abandono e a solidão. Então são dois sertões presentes aí”, explica o artista.

Nascido na cidade de Santa Maria da Vitória, localizada no oeste da Bahia e banhada pelo Rio Corrente, Celo Costa encontrou também nas memórias da infância a relação com a arte que apresentará no espetáculo. “Eu me criei na beira de um rio. E o narrador do conto é o filho que fica. É a história de um pai que manda fazer uma canoa para si e passa a viver no meio do rio. Mas quem conta essa história é o filho. Eu me identifico com essa história porque eu fui criança também dentro de uma família e os meus pais se separaram. Eu vi o meu pai, falando de uma maneira metafórica, mandar fazer pra si uma canoa e viver no meio desse rio. É uma memória forte que eu tenho”, conta. Algumas músicas autorais, inclusive, foram compostas no período em que Celo vivia às margens do Rio Corrente.

Além do baixista André Tiganá, responsável pela direção musical do espetáculo, o show irá contar com os músicos Fábio Cunha, na percussão, e Thiago Mendes, piano e acordeon. Cenário e Figurino são assinados por Zuarte Júnior, que também recebeu indicação ao Prêmio Caymmi na categoria Destaque Técnico. O projeto e operação de luz é de Luciano Reis. A Direção de Produção é de Fátima Falcon; Produção Executiva é de Maurício Corso e Yolanda Nogueira assina a Produção Artística. “O Velho Homem Rio”, que estreou no dia 04 de maio deste ano, busca atender um público crescente, por isso, o desafio de um espaço ainda maior, pela expectativa dos que aguardam para ver novamente e principalmente os que ainda não mergulharam nas águas deste rio de sons, palavras e silêncios.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 16 90 min

Celo Costa O Velho Homem Rio

Teatro Sesc Casa do Comércio

Pituba - Salvador - BA

CELO COSTA REAPRESENTA ESPETÁCULO premiado
Inspirado no conto “A Terceira Margem do Rio”, de Guimarães Rosa,
o show une música e literatura em busca dos sentidos do sertão

A arte da cantoria entrelaçada com a beleza da narração de histórias tecem o fio condutor do espetáculo “O Velho Homem Rio”, que retorna aos palcos no dia 4 de outubro, às 20h30, em apresentação única no Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador. O cantador, multi-instrumentista e compositor Celo Costa inspirou-se na riqueza de significados e simbolismos do sertão para criar o show. Recentemente, este espetáculo recebeu o Prêmio Caymmi de Música na categoria Show Melhor Direção Artística pelo trabalho de Jackson Costa e conta ainda com a primorosa Direção Musical de André Tiganá. Entre palavras e sons, o público será convidado a mergulhar no conto “A terceira margem do rio”, do escritor Guimarães Rosa, e a navegar por composições inspiradas no imaginário atemporal do sertão.

No palco, canções de Elomar, Dominguinhos, Chico Buarque e Mauro Aguiar dialogam com o repertório autoral de Celo Costa. “Esse projeto traz uma singularidade bem especial, porque vamos contar uma história no meio de um show musical, sob o olhar de um contador de histórias. Então, no palco, serei um cantador, tocador de viola e também um contador dessa história tão profunda, que é ‘A terceira margem do rio’”, afirma Celo Costa. O público irá mergulhar nesse rio de palavras conduzido por instrumentos característicos da música nordestina. Sanfona e viola dialogam com o piano e a percussão em um ambiente de sonoridade acústica.

O imaginário dos sertões transita entre os muitos simbolismos evocados pela palavra e pela música.
“O sertão de Elomar é seco, com pouca água, com o bode. Ele tem uma paisagem, uma fauna, aquela coisa de chuva rara, o sofrimento do nordestino, alimentação escassa, a carne seca. Mas ele traz também alguns elementos que estão no conto, como a solidão, o isolamento, a saudade e, de certa forma, traz também o abandono, presente em ‘A Terceira Margem do Rio’”. Já Guimarães Rosa, descreve Celo, traz um sertão colorido, de muita vida, com água abundante. “Já é um outro sertão. Tanto que a história se passa na beira de um rio, não tem tanta miséria, embora compartilhe ainda elementos em comum como o abandono e a solidão. Então são dois sertões presentes aí”, explica o artista.

Nascido na cidade de Santa Maria da Vitória, localizada no oeste da Bahia e banhada pelo Rio Corrente, Celo Costa encontrou também nas memórias da infância a relação com a arte que apresentará no espetáculo. “Eu me criei na beira de um rio. E o narrador do conto é o filho que fica. É a história de um pai que manda fazer uma canoa para si e passa a viver no meio do rio. Mas quem conta essa história é o filho. Eu me identifico com essa história porque eu fui criança também dentro de uma família e os meus pais se separaram. Eu vi o meu pai, falando de uma maneira metafórica, mandar fazer pra si uma canoa e viver no meio desse rio. É uma memória forte que eu tenho”, conta. Algumas músicas autorais, inclusive, foram compostas no período em que Celo vivia às margens do Rio Corrente.

Além do baixista André Tiganá, responsável pela direção musical do espetáculo, o show irá contar com os músicos Fábio Cunha, na percussão, e Thiago Mendes, piano e acordeon. Cenário e Figurino são assinados por Zuarte Júnior, que também recebeu indicação ao Prêmio Caymmi na categoria Destaque Técnico. O projeto e operação de luz é de Luciano Reis. A Direção de Produção é de Fátima Falcon; Produção Executiva é de Maurício Corso e Yolanda Nogueira assina a Produção Artística. “O Velho Homem Rio”, que estreou no dia 04 de maio deste ano, busca atender um público crescente, por isso, o desafio de um espaço ainda maior, pela expectativa dos que aguardam para ver novamente e principalmente os que ainda não mergulharam nas águas deste rio de sons, palavras e silêncios.