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Musical 16 80 min R$ 30,00 a R$ 60,00

Josephine Baker
A Vênus Negra

Endereço

Av. Pres. Antônio Carlos, 58
Centro - Rio de Janeiro - RJ

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(21) 3005-7489

Temporada

Quinta a Sábado 20h e Domingo 19h

06 de Abril a 28 de Maio de 2017

Ingressos

R$ 30,00 a R$ 60,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.
50% para professores do município do RJ.
30% para assinantes Globo.
30% para conveniados do CAARJ.

Informações

-Manobrista e segurança na porta de quinta à domingo.

- Bilheteria
De Terça e Quarta - 14h até 19h.
Nos dias de espetáculo das 14h até o início da peça.
Telefone do Teatro (21) 2544-2533

Ficha Técnica

Texto: Walter Daguerre
Direção: Otavio Muller
Direção Musical: Dany Roland
Direção de Movimento: Marina Salomon
Elenco: Aline Deluna / Atriz
Dany Roland – Músico (bateria e percussão) / Ator
Christiano Sauer - Músico (contrabaixo e violão) / Ator
Jonathan Ferr – Músico (teclado e acordeon) / Ator
Cenografia e Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Projeto de Som: Branco Ferreira
Preparação Vocal: Débora Garcia
Visagismo: Guto Leça
Assistência de Dramaturgia: Fabrício Branco
Assistência de Direção e Produção: Luisa Reis
Programação Visual: Cacau Gondomar
Fotografia: Lucio Luna
Mídias Sociais: Leo Ladeira
Direção de Produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso
Produção Executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello
Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany

Valores

R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

O mito de Cinderela. Era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre,
nascida em St. Louis, França, num período de intensa discriminação e segregação racial,
que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e
as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento,
tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo
e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar
e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o musical “Josephine Baker, a Vênus
Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende
apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna que, além de cantar
e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz
formado pelos músicos/atores Dany Roland (bateria e percussão), Christiano
Sauer (contrabaixo e violão) e Jonathan Ferr (teclado e acordeom).
Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker - a Vênus
Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a
discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o
conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente a?
sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker e?fazer uma viagem no tempo, quando o jazz, até?
então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com
entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu
lugar em uma sociedade organizada e dominada por brancos.

A dança selvagem de Josephine Baker forçou os limites da arte, do improviso, do
sensual, do deboche, expressando algo que não se encaixava no saber acadêmico, mas
que se criava no seu próprio fazer. Fora do palco ela também lutou, ora valendo-se de
seus privilégios de artista para colher informações para o governo de De Gaulle durante
a Segunda Guerra Mundial, ora adotando 12 crianças de etnias diferentes, criadas
juntas, levando em conta suas diferentes crenças e valores. Josephine as chamava de
“tribo arco-íris”, pois reuniam diversas nacionalidades e cores - coreana; japonesa;
colombiana; finlandesa; canadense; judaico-francesa; argelina; costa-marfinense;
venezuelana; francesa (dois), e marroquina.

“(...) chegamos ao conceito da peça depois de 'esbarrarmos' em Oswald de Andrade. Ele e Tarsila do Amaral
hospedaram Miss Baker quando ela esteve pela primeira vez no Brasil. Oswald acabou nos influenciando muito
e nosso espetáculo ganhou contornos Tropicalista-Antropofágicos. O que tem tudo a ver com Josephine Baker,
que defendia a miscigenação, portanto a mistura, como caminho para a harmonia entre os povos.", conta o
autor, Walter Daguerre.

JOSEPHINE BAKER E ALINE DELUNA – DUAS MUSAS INSPIRADORAS
"Escrevi ‘Josephine Baker - A Vênus Negra’ para Aline Deluna. Ela é minha musa inspiradora, uma atriz
fantástica que além de cantar, dançar e ser muito divertida, é extremamente flexível e disponível ao jogo do
teatro. Isso foi fundamental para este processo, pois o espetáculo foi sendo construído como conceito,
dramaturgia e cena ao longo dos ensaios. É claro que estamos contando a história de Josephine Baker, uma das
mulheres mais influentes do Século XX. Para se ter uma ideia, ela foi condecorada pelo General De Gaulle pela
sua atuação ao lado da Resistência francesa contra a ocupação nazista. Mas a forma como estamos narrando
sua trajetória é completamente singular, passando, em primeiro lugar, pelo filtro da nossa atriz. Tanto é assim,
que Aline está em cena acompanhada apenas por um trio de Jazz.”, explica o autor.

Otavio Muller também foi inspirado pela atriz: “Aline é uma força da natureza, me estimula, gosto do ator que
também cria. É assustador: ela canta pra caramba, dança pra caramba. Em alguns momentos o que temos em
cena é um zoom nela. Para mim, é Aline Baker.”

A MONTAGEM
Otavio Muller optou por usar o palco como uma tela em branco, onde tudo será construído diante dos olhos
do espectador: “Aline brinca, não incorpora a Josephine todo o tempo. Mostramos todos os truques – ela recebe
o público antes, com roupa normal, e depois vai se montando. Às vezes ela conta a história, e às vezes vive a
Josephine. O palco é uma página em branco, e nós vamos, levados pelo talento da Aline. Gosto muito da ideia
de o palco deixar a gente sonhar.”

Um trio de jazz acompanha a atriz: Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer
(contrabaixo e violão) e Jonathan Ferr (teclado e acordeom). Eles são também atores,
tem suas cenas ao logo do espetáculo e participaram de todo o processo de criação.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Musical 16 80 min

Josephine Baker A Vênus Negra

Teatro Maison de France

Centro - Rio de Janeiro - RJ

O mito de Cinderela. Era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre,
nascida em St. Louis, França, num período de intensa discriminação e segregação racial,
que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e
as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento,
tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo
e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar
e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o musical “Josephine Baker, a Vênus
Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende
apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna que, além de cantar
e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz
formado pelos músicos/atores Dany Roland (bateria e percussão), Christiano
Sauer (contrabaixo e violão) e Jonathan Ferr (teclado e acordeom).
Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker - a Vênus
Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a
discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o
conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente a?
sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker e?fazer uma viagem no tempo, quando o jazz, até?
então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com
entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu
lugar em uma sociedade organizada e dominada por brancos.

A dança selvagem de Josephine Baker forçou os limites da arte, do improviso, do
sensual, do deboche, expressando algo que não se encaixava no saber acadêmico, mas
que se criava no seu próprio fazer. Fora do palco ela também lutou, ora valendo-se de
seus privilégios de artista para colher informações para o governo de De Gaulle durante
a Segunda Guerra Mundial, ora adotando 12 crianças de etnias diferentes, criadas
juntas, levando em conta suas diferentes crenças e valores. Josephine as chamava de
“tribo arco-íris”, pois reuniam diversas nacionalidades e cores - coreana; japonesa;
colombiana; finlandesa; canadense; judaico-francesa; argelina; costa-marfinense;
venezuelana; francesa (dois), e marroquina.

“(...) chegamos ao conceito da peça depois de 'esbarrarmos' em Oswald de Andrade. Ele e Tarsila do Amaral
hospedaram Miss Baker quando ela esteve pela primeira vez no Brasil. Oswald acabou nos influenciando muito
e nosso espetáculo ganhou contornos Tropicalista-Antropofágicos. O que tem tudo a ver com Josephine Baker,
que defendia a miscigenação, portanto a mistura, como caminho para a harmonia entre os povos.", conta o
autor, Walter Daguerre.

JOSEPHINE BAKER E ALINE DELUNA – DUAS MUSAS INSPIRADORAS
"Escrevi ‘Josephine Baker - A Vênus Negra’ para Aline Deluna. Ela é minha musa inspiradora, uma atriz
fantástica que além de cantar, dançar e ser muito divertida, é extremamente flexível e disponível ao jogo do
teatro. Isso foi fundamental para este processo, pois o espetáculo foi sendo construído como conceito,
dramaturgia e cena ao longo dos ensaios. É claro que estamos contando a história de Josephine Baker, uma das
mulheres mais influentes do Século XX. Para se ter uma ideia, ela foi condecorada pelo General De Gaulle pela
sua atuação ao lado da Resistência francesa contra a ocupação nazista. Mas a forma como estamos narrando
sua trajetória é completamente singular, passando, em primeiro lugar, pelo filtro da nossa atriz. Tanto é assim,
que Aline está em cena acompanhada apenas por um trio de Jazz.”, explica o autor.

Otavio Muller também foi inspirado pela atriz: “Aline é uma força da natureza, me estimula, gosto do ator que
também cria. É assustador: ela canta pra caramba, dança pra caramba. Em alguns momentos o que temos em
cena é um zoom nela. Para mim, é Aline Baker.”

A MONTAGEM
Otavio Muller optou por usar o palco como uma tela em branco, onde tudo será construído diante dos olhos
do espectador: “Aline brinca, não incorpora a Josephine todo o tempo. Mostramos todos os truques – ela recebe
o público antes, com roupa normal, e depois vai se montando. Às vezes ela conta a história, e às vezes vive a
Josephine. O palco é uma página em branco, e nós vamos, levados pelo talento da Aline. Gosto muito da ideia
de o palco deixar a gente sonhar.”

Um trio de jazz acompanha a atriz: Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer
(contrabaixo e violão) e Jonathan Ferr (teclado e acordeom). Eles são também atores,
tem suas cenas ao logo do espetáculo e participaram de todo o processo de criação.