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Drama 14 165 min (Intervalo de 15 minutos). R$ 20,00

Sinthia de Kiko Marques

Endereço

Rua Álvaro de Carvalho, 97
Centro - São Paulo - SP

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-4070

Temporada

Segunda e Terça 20h

03 de Abril a 18 de Julho de 2017

Ingressos

R$ 20,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 20,00 inteira
R$ 10,00 meia

Durante dois anos, os artistas da Velha Companhia ficaram imersos numa pesquisa que deu origem ao novo texto de Kiko Marques (ganhador dos prêmios Shell, APCA, Aplauso Brasil e Qualidade Brasil pelo espetáculo CAIS ou Da Indiferença das Embarcações).

Com o apoio do 24º Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo e do Instituto Cultural Capobianco, puderam realizar um vasto ciclo de palestras, pesquisa histórica e improvisações cênicas em cima dos temas, Transgeneridade e Ditadura.

Num tempo de imposições, Vicente, um músico clássico esperado por sua mãe como menina, sente compaixão.

A companhia convidou a atriz Denise Weinberg, para assumir a mãe de Vicente, e para participar de toda a pesquisa do projeto Sínthia ao longo desses dois anos. O ator Henrique Schafer pela primeira vez trabalha com a companhia e faz o papel do pai de Vicente, interpretado por Marques. Diversas pessoas contribuíram de maneira fundamental no processo, realizando palestras e levando importante referência histórica e pessoal, como Amelinha Teles, a dramaturga Jo Clifford, os professores Maurício Cardoso e Marco Napolitano, o pesquisador Ricardo Cardoso, entre outros.
“Sínthia tem origem numa experiência pessoal. Nasci em 31 de março de 1965, um ano exato após o golpe que depôs o presidente João Goulart, mergulhando o país numa ditadura. Meu pai era oficial da PM do Rio de Janeiro na época. Minha mãe teve dois irmãos homens e dois filhos também homens antes de mim. Muito por isso fui esperado por ela como menina. A partir do mote de uma mulher encarcerada num mundo machista, do paradigma da repressão como forma de amor, e da questão da identidade de gênero, resolvi criar uma obra que falasse de compaixão. A peça conta as histórias de Maria Aparecida e seu caçula Vicente, desde seu nascimento em 1968 até o natal de 2013 quando chega para a ceia vestido como Sínthia, nome que teria se tivesse nascido menina. Fala de uma transformação necessária e ininteligível como tudo o que é necessário, e sobre a incapacidade de aceitar aquilo que não se possui. "Matamos aquilo que não entendemos." Escrita em 2014, a obra mais do que nunca se mostra atual e necessária pela maneira como a intolerância alicerçada em certezas e interesses, vem se tornando o modo principal de nos relacionar tanto no campo pessoal como social”.
Kiko Marques

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 14 165 min (Intervalo de 15 minutos).

Sinthia de Kiko Marques

Instituto Cultural Capobianco

Centro - São Paulo - SP

Durante dois anos, os artistas da Velha Companhia ficaram imersos numa pesquisa que deu origem ao novo texto de Kiko Marques (ganhador dos prêmios Shell, APCA, Aplauso Brasil e Qualidade Brasil pelo espetáculo CAIS ou Da Indiferença das Embarcações).

Com o apoio do 24º Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo e do Instituto Cultural Capobianco, puderam realizar um vasto ciclo de palestras, pesquisa histórica e improvisações cênicas em cima dos temas, Transgeneridade e Ditadura.

Num tempo de imposições, Vicente, um músico clássico esperado por sua mãe como menina, sente compaixão.

A companhia convidou a atriz Denise Weinberg, para assumir a mãe de Vicente, e para participar de toda a pesquisa do projeto Sínthia ao longo desses dois anos. O ator Henrique Schafer pela primeira vez trabalha com a companhia e faz o papel do pai de Vicente, interpretado por Marques. Diversas pessoas contribuíram de maneira fundamental no processo, realizando palestras e levando importante referência histórica e pessoal, como Amelinha Teles, a dramaturga Jo Clifford, os professores Maurício Cardoso e Marco Napolitano, o pesquisador Ricardo Cardoso, entre outros.
“Sínthia tem origem numa experiência pessoal. Nasci em 31 de março de 1965, um ano exato após o golpe que depôs o presidente João Goulart, mergulhando o país numa ditadura. Meu pai era oficial da PM do Rio de Janeiro na época. Minha mãe teve dois irmãos homens e dois filhos também homens antes de mim. Muito por isso fui esperado por ela como menina. A partir do mote de uma mulher encarcerada num mundo machista, do paradigma da repressão como forma de amor, e da questão da identidade de gênero, resolvi criar uma obra que falasse de compaixão. A peça conta as histórias de Maria Aparecida e seu caçula Vicente, desde seu nascimento em 1968 até o natal de 2013 quando chega para a ceia vestido como Sínthia, nome que teria se tivesse nascido menina. Fala de uma transformação necessária e ininteligível como tudo o que é necessário, e sobre a incapacidade de aceitar aquilo que não se possui. "Matamos aquilo que não entendemos." Escrita em 2014, a obra mais do que nunca se mostra atual e necessária pela maneira como a intolerância alicerçada em certezas e interesses, vem se tornando o modo principal de nos relacionar tanto no campo pessoal como social”.
Kiko Marques