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Drama 14 60 min R$ 20,00 a R$ 40,00

Nefelibato

Endereço

Rua Joana Angélica, 63
Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(21) 3005-2701

Temporada

Terça, Quarta e Quinta 20h30

08 de Março a 27 de Abril de 2017

Ingressos

R$ 20,00 a R$ 40,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Ficha Técnica

Texto: Regiana Antonini
Interpretação: Luiz Machado
Supervisão artística: Amir Haddad
Direção: Fernando Philbert
Cenografia e figurino: Teca Fichinski
Iluminação: Vilmar Olos
Direção de movimento: Marina Salomon
Preparação vocal: Edi Montechi
Assistência de direção: Alexandre David
Assessoria de imprensa: Christovam de Chevalier
Design gráfico: Claudio Sales
Direção de produção: Joaquim Vidal
Realização: LM Produções Artísticas e Melhor a Doi2

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

Luiz Machado leva sua atuação visceral ao Candido Mendes. Monólogo é dirigido por Fernando Philbert com supervisão de Amir Haddad e estreia dia 8 de março

“Luiz Machado encarna com força e maestria um homem visceral”
Claudia Chaves (site Lu Lacerda, IG)

...“texto reflexivo, atuação competente e uma história que nos comove”
Marcelo Aouila (blog Aouila no Teatro)

Era o ano de 1990, e o país voltava a ter um governo eleito democraticamente. A inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população. Tal medida levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que amargou outras perdas em sua vida: seu negócio (uma agência de viagens), um ente querido e um grande amor. Isso tudo leva-o a perambular pelas ruas. Esse andarilho é a figura central de Nefelibato, monólogo de Regiana Antonini que Luiz Machado leva à cena para celebrar seus 20 anos de carreira. A montagem tem direção de Fernando Philbert, supervisão de Amir Haddad e reabriu, em 2016, o porão da Casa de Cultura Laura Alvim. Findas as sessões, era comum o ator receber, demorados abraços do público, emocionado com sua entrega cênica. Esse trabalho, tido por muitos como visceral, poderá ser visto num outro palco: o do Teatro Candido Mendes, em Ipanema, onde cumpre, a partir de 8 de março, sua segunda temporada na cidade.

O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta perseguiu o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e que ele esquece que tem”, salienta o diretor antes de chamar a atenção para um certo grau de consciência que o personagem tem de sua condição: “Para anão se matar ou matar alguém ele vai para a rua. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”. Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama 14 60 min

Nefelibato

Teatro Candido Mendes

Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

Luiz Machado leva sua atuação visceral ao Candido Mendes. Monólogo é dirigido por Fernando Philbert com supervisão de Amir Haddad e estreia dia 8 de março

“Luiz Machado encarna com força e maestria um homem visceral”
Claudia Chaves (site Lu Lacerda, IG)

...“texto reflexivo, atuação competente e uma história que nos comove”
Marcelo Aouila (blog Aouila no Teatro)

Era o ano de 1990, e o país voltava a ter um governo eleito democraticamente. A inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população. Tal medida levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que amargou outras perdas em sua vida: seu negócio (uma agência de viagens), um ente querido e um grande amor. Isso tudo leva-o a perambular pelas ruas. Esse andarilho é a figura central de Nefelibato, monólogo de Regiana Antonini que Luiz Machado leva à cena para celebrar seus 20 anos de carreira. A montagem tem direção de Fernando Philbert, supervisão de Amir Haddad e reabriu, em 2016, o porão da Casa de Cultura Laura Alvim. Findas as sessões, era comum o ator receber, demorados abraços do público, emocionado com sua entrega cênica. Esse trabalho, tido por muitos como visceral, poderá ser visto num outro palco: o do Teatro Candido Mendes, em Ipanema, onde cumpre, a partir de 8 de março, sua segunda temporada na cidade.

O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta perseguiu o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e que ele esquece que tem”, salienta o diretor antes de chamar a atenção para um certo grau de consciência que o personagem tem de sua condição: “Para anão se matar ou matar alguém ele vai para a rua. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”. Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia.