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Comédia L R$ 35,00 a R$ 100,00

O Escândalo Philippe Dussaert

Teatro Isba

Ondina - Salvador - BA

Endereço

Av. Oceânica, 2717
Ondina - Salvador - BA

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Sábado 21h e Domingo 19h

25 a 26 de Março de 2017

Ingressos

R$ 35,00 a R$ 100,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Ficha Técnica

Texto: Jacques Mougenot
Tradução: Marilu de Seixas Corrêa
Direção: Fernando Philbert
Interpretação: Marcos Caruso
Direção Musical: Maíra Freitas

Valores

Sábado:
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

Domingo:
R$ 90,00 inteira
R$ 45,00 meia

Vendas

Bilheteria do Teatro: (71) 4009-3622 (Terça á Quinta das 14h ás 19h/Sexta á Domingo das 15h às 20h)
Pela internet: compreingressos.com/catalogodeteatro
Por telefone: (71) 2626.0032

REGRAS PARA MEIA-ENTRADA

Estudantes (Com Carteira de Identificação Estudantil)
Pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário.
Idosos e Terceira Idade (Cartão de Aposentado ou RG para maiores de 60 anos)
(O direito ao benefício da meia-entrada é assegurado em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento)

Inédito no Brasil, "O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT", premiado texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, foi o escolhido por Marcos Caruso para ser seu primeiro trabalho solo, depois de mais de 40 anos de uma sólida e premiada carreira no teatro, na TV e no cinema e com ele, volta a se apresentar em Salvador, pelo projeto Catálogo Brasileiro de Teatro nos dias 25 e 26 de Março no Teatro ISBA.

Indicado a todos os principais prêmios nas categorias "Melhor Ator", " Melhor Espetáculo" e "Melhor Produção", Marcos Caruso vive nesta comédia um conferencista que divide com o público a investigação do escândalo envolvendo o pintor francês Philippe Dussaert, reconhecido pelo seu talento de exímio copista, reproduz quadros famosos de pintores como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer, porém exclui da imagem quaisquer personagens humanos ou animais, e preserva fielmente o cenário ao seu fundo. Causando surpresa e inquietude no mundo das artes, ele segue radicalizando sua proposta e, pouco a pouco, vai ganhando o mercado de arte contemporânea - suas obras se tornam cada vez mais valiosas e disputadas por grandes museus e colecionadores. A trajetória de Dussaert chega ao ápice quando ele expõe e vende, ao custo de 8 milhões de francos, sua obra maior. O episódio deflagra uma reviravolta, que ficou conhecida como ‘O Escândalo Philippe Dussaert’.

Na história, as obras do pintor, após sua morte, vão a leilão custando uma fortuna, colocando o estado em uma delicada relação com o dinheiro público, e despertando a avaliação de se o que Dussaert fez é de fato arte ou digno de nota.

"O Escândalo Philippe Dussaert" é um texto que investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert.

Vencedor do Prêmio Philippe Avron por esta peça, Jacques Mougenot está há quase uma década em cartaz, ultrapassando a marca das 600 apresentações na França. O autor também ganhou o Prêmio Molière 2016 de Melhor Espetáculo Musical por sua adaptação da peça de Georges Feydeau "Les Fiancés de Loches", que transformou num musical com a colaboração do compositor e diretor Hervé Devolder.

Nesta peça, o dramaturgo francês usa a figura de um pintor contemporâneo e sua polêmica carreira para fazer junto ao público uma reflexão sobre o que é e o que não é arte – o tema é terreno fértil para infindáveis controvérsias e polêmicas.

“Cada vez mais me interesso pelo teatro contemporâneo. Como autor, diretor ou ator, quero cada vez mais me debruçar sobre temas contemporâneos. ‘O Escândalo Philippe Dussaert’ permite uma investigação onde ator e plateia, de maneira divertida e surpreendente, desvendam um dos maiores escândalos da história da arte contemporânea.”, afirma Marcos Caruso.

O AUTOR – JACQUES MOUGENOT
Formado na Escola de Engenharia de Lilles, o ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot resolveu dedicar-se exclusivamente à arte dramática. Para isso, estudou com o ator e professor de teatro Jean Laurent Cochet, antigo integrante da Comédie Française. Desde 1989, Mougenot interpretou vários papéis clássicos, principalmente de Molière, Marivaux, Victor Hugo, Labiche e Sacha Guitry.
Começou então a escrever e interpretar seus próprios espetáculos - peças de teatro e recitais de poesia. Escreveu uma dezena de peças entre as quais “Ainsi soit je”; “La carpe du Duc de Brienne”; “Corot”; “Le maître-chanteur”; “L’affaire Dussaert” (“O Escândalo Philippe Dussaert”); “Le cas Martin Piche”; “Deux timides à la clé” (comédia musical baseada em Labiche); “Les fiancés de Loches” (comédia musical inspirada em Feydeau); “La princesse moche” (comédia musical), das quais seis já foram produzidas em Paris.
Em 2011, recebeu o Prêmio Philippe Avron por sua peça “L’affaire Dussaert” (O Escândalo Philippe Dussaert”), que interpretou mais de 600 vezes.

O ATOR – MARCOS CARUSO
Marcos Caruso atuou em mais de 35 peças teatrais, entre elas os grandes sucessos “Intimidade Indecente” , de Leilah Assumpção (inicialmente ao lado de Irene Ravache, e depois com Vera Holtz) e “Em Nome do Jogo” de Antony Shaffer (inicialmente ao lado de Emilio de Mello, e depois com Erom Cordeiro).
É autor de 10 textos, entre eles o fenômeno “Trair e Coçar é só Começar”, este ano completando 30 anos em cartaz.A peça integrou várias edições do Guinness Book como recordista da temporada mais longa, e já foi adaptada para o cinema com direção de Moacyr Goes, e para a TV em série com roteiro do próprio Caruso, exibida pelo canal Multishow.
Por “Sua Excelência o Candidato” ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor em 1993, e por “Porca Miséria” o Prêmio Mambembe de Melhor Autor em 1994.

Dirigiu as peças "S.O.S. Brasil" e "Brasil S.A.", ambas de autoria do empresário Antônio Ermírio de Moraes (1928-2014). Mais recentemente dirigiu “Família Lyons”, de Nicky Silver, indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio, com Rogerio Fróes e Suzana Faini à frente do elenco; e “Selfie”, peça de enorme sucesso com Mateus Solano e Miguel Thiré, que depois de longa temporada carioca e viagens pelo Brasil, estreia em setembro deste ano em São Paulo.

Na TV, atuou em mais de 30 produções, entre elas as novelas “Avenida Brasil”, “A Regra do Jogo”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Cordel Encantado”, “Jóia Rara”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” (como Seu Peru, personagem de Orlando Drummond na versão original); as séries “Chapa Quente”, “O Canto da Sereia”, entre outras tantas, na TV Globo. Escreveu a novela “Ana Raio e Zé Trovão” (a primeira e única novela itinerante da teledramaturgia brasileira, exibida na extinta TV Manchete), e dirigiu o programa “Fala Dercy”, no SBT, com Dercy Gonçalves.
No cinema, atuou em mais de 10 filmes, entre eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Andre Klotzel; “Polaroides Urbanas”, de Miguel Falabella; “Irma Vap – o retorno”, de Carla Camurati; e recentemente em “Obra Prima”, de Daniel Filho; “Operações Especiais”, de Tomás Portella; e “O Escaravelho do Diabo”, de Carlo Milani. Escreveu quatro roteiros, entre eles “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigido por Bruno Barreto.

O DIRETOR - FERNANDO PHILBERT
Fernando Philbert é diretor do programa “Arte do Artista”, apresentado por Aderbal Freire-Filho na TV Brasil. Foi codiretor dos espetáculos “Em Nome do Jogo”, com Marcos Caruso e Emílio de Melo; “No topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Taís Araujo; “Campo de Batalha”, com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação. Dirigiu os espetáculos “O Corpo da Mulher Como Campo de Batalha” e “Silêncios Claros”, com Ester Jablonski; “Cabras Cabras”, com Priscilla Balio e Flávio Vindaurre; “Quero ser Ziraldo”, com João Velho.
Foi diretor assistente dos espetáculos “Incêndios” com Marieta Severo, Macbeth, com Daniel Dantas e Renata Sorrah, e “Hamlet”, com Wagner Moura - os três com direção de Aderbal Freire-Filho. Também foi diretor assistente da peça “Do Fundo do Lago Escuro” com texto, direção e atuação de Domingos Oliveira.

"O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT" é a segunda atração da 18ª Edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro em um realização da Fred Soares Produções e patrocínio da Lojas Renner, Booking.com, Unimed e Shopping da Bahia, através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, promovendo a formação de plateia e estimulando a cultura das artes cênicas em salvador, além de workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para a cidade, sendo considerando o maior projeto de circulação teatral do país.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

O Escândalo Philippe Dussaert

Teatro Isba

Ondina - Salvador - BA

Inédito no Brasil, "O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT", premiado texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, foi o escolhido por Marcos Caruso para ser seu primeiro trabalho solo, depois de mais de 40 anos de uma sólida e premiada carreira no teatro, na TV e no cinema e com ele, volta a se apresentar em Salvador, pelo projeto Catálogo Brasileiro de Teatro nos dias 25 e 26 de Março no Teatro ISBA.

Indicado a todos os principais prêmios nas categorias "Melhor Ator", " Melhor Espetáculo" e "Melhor Produção", Marcos Caruso vive nesta comédia um conferencista que divide com o público a investigação do escândalo envolvendo o pintor francês Philippe Dussaert, reconhecido pelo seu talento de exímio copista, reproduz quadros famosos de pintores como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer, porém exclui da imagem quaisquer personagens humanos ou animais, e preserva fielmente o cenário ao seu fundo. Causando surpresa e inquietude no mundo das artes, ele segue radicalizando sua proposta e, pouco a pouco, vai ganhando o mercado de arte contemporânea - suas obras se tornam cada vez mais valiosas e disputadas por grandes museus e colecionadores. A trajetória de Dussaert chega ao ápice quando ele expõe e vende, ao custo de 8 milhões de francos, sua obra maior. O episódio deflagra uma reviravolta, que ficou conhecida como ‘O Escândalo Philippe Dussaert’.

Na história, as obras do pintor, após sua morte, vão a leilão custando uma fortuna, colocando o estado em uma delicada relação com o dinheiro público, e despertando a avaliação de se o que Dussaert fez é de fato arte ou digno de nota.

"O Escândalo Philippe Dussaert" é um texto que investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert.

Vencedor do Prêmio Philippe Avron por esta peça, Jacques Mougenot está há quase uma década em cartaz, ultrapassando a marca das 600 apresentações na França. O autor também ganhou o Prêmio Molière 2016 de Melhor Espetáculo Musical por sua adaptação da peça de Georges Feydeau "Les Fiancés de Loches", que transformou num musical com a colaboração do compositor e diretor Hervé Devolder.

Nesta peça, o dramaturgo francês usa a figura de um pintor contemporâneo e sua polêmica carreira para fazer junto ao público uma reflexão sobre o que é e o que não é arte – o tema é terreno fértil para infindáveis controvérsias e polêmicas.

“Cada vez mais me interesso pelo teatro contemporâneo. Como autor, diretor ou ator, quero cada vez mais me debruçar sobre temas contemporâneos. ‘O Escândalo Philippe Dussaert’ permite uma investigação onde ator e plateia, de maneira divertida e surpreendente, desvendam um dos maiores escândalos da história da arte contemporânea.”, afirma Marcos Caruso.

O AUTOR – JACQUES MOUGENOT
Formado na Escola de Engenharia de Lilles, o ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot resolveu dedicar-se exclusivamente à arte dramática. Para isso, estudou com o ator e professor de teatro Jean Laurent Cochet, antigo integrante da Comédie Française. Desde 1989, Mougenot interpretou vários papéis clássicos, principalmente de Molière, Marivaux, Victor Hugo, Labiche e Sacha Guitry.
Começou então a escrever e interpretar seus próprios espetáculos - peças de teatro e recitais de poesia. Escreveu uma dezena de peças entre as quais “Ainsi soit je”; “La carpe du Duc de Brienne”; “Corot”; “Le maître-chanteur”; “L’affaire Dussaert” (“O Escândalo Philippe Dussaert”); “Le cas Martin Piche”; “Deux timides à la clé” (comédia musical baseada em Labiche); “Les fiancés de Loches” (comédia musical inspirada em Feydeau); “La princesse moche” (comédia musical), das quais seis já foram produzidas em Paris.
Em 2011, recebeu o Prêmio Philippe Avron por sua peça “L’affaire Dussaert” (O Escândalo Philippe Dussaert”), que interpretou mais de 600 vezes.

O ATOR – MARCOS CARUSO
Marcos Caruso atuou em mais de 35 peças teatrais, entre elas os grandes sucessos “Intimidade Indecente” , de Leilah Assumpção (inicialmente ao lado de Irene Ravache, e depois com Vera Holtz) e “Em Nome do Jogo” de Antony Shaffer (inicialmente ao lado de Emilio de Mello, e depois com Erom Cordeiro).
É autor de 10 textos, entre eles o fenômeno “Trair e Coçar é só Começar”, este ano completando 30 anos em cartaz.A peça integrou várias edições do Guinness Book como recordista da temporada mais longa, e já foi adaptada para o cinema com direção de Moacyr Goes, e para a TV em série com roteiro do próprio Caruso, exibida pelo canal Multishow.
Por “Sua Excelência o Candidato” ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor em 1993, e por “Porca Miséria” o Prêmio Mambembe de Melhor Autor em 1994.

Dirigiu as peças "S.O.S. Brasil" e "Brasil S.A.", ambas de autoria do empresário Antônio Ermírio de Moraes (1928-2014). Mais recentemente dirigiu “Família Lyons”, de Nicky Silver, indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio, com Rogerio Fróes e Suzana Faini à frente do elenco; e “Selfie”, peça de enorme sucesso com Mateus Solano e Miguel Thiré, que depois de longa temporada carioca e viagens pelo Brasil, estreia em setembro deste ano em São Paulo.

Na TV, atuou em mais de 30 produções, entre elas as novelas “Avenida Brasil”, “A Regra do Jogo”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Cordel Encantado”, “Jóia Rara”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” (como Seu Peru, personagem de Orlando Drummond na versão original); as séries “Chapa Quente”, “O Canto da Sereia”, entre outras tantas, na TV Globo. Escreveu a novela “Ana Raio e Zé Trovão” (a primeira e única novela itinerante da teledramaturgia brasileira, exibida na extinta TV Manchete), e dirigiu o programa “Fala Dercy”, no SBT, com Dercy Gonçalves.
No cinema, atuou em mais de 10 filmes, entre eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Andre Klotzel; “Polaroides Urbanas”, de Miguel Falabella; “Irma Vap – o retorno”, de Carla Camurati; e recentemente em “Obra Prima”, de Daniel Filho; “Operações Especiais”, de Tomás Portella; e “O Escaravelho do Diabo”, de Carlo Milani. Escreveu quatro roteiros, entre eles “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigido por Bruno Barreto.

O DIRETOR - FERNANDO PHILBERT
Fernando Philbert é diretor do programa “Arte do Artista”, apresentado por Aderbal Freire-Filho na TV Brasil. Foi codiretor dos espetáculos “Em Nome do Jogo”, com Marcos Caruso e Emílio de Melo; “No topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Taís Araujo; “Campo de Batalha”, com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação. Dirigiu os espetáculos “O Corpo da Mulher Como Campo de Batalha” e “Silêncios Claros”, com Ester Jablonski; “Cabras Cabras”, com Priscilla Balio e Flávio Vindaurre; “Quero ser Ziraldo”, com João Velho.
Foi diretor assistente dos espetáculos “Incêndios” com Marieta Severo, Macbeth, com Daniel Dantas e Renata Sorrah, e “Hamlet”, com Wagner Moura - os três com direção de Aderbal Freire-Filho. Também foi diretor assistente da peça “Do Fundo do Lago Escuro” com texto, direção e atuação de Domingos Oliveira.

"O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT" é a segunda atração da 18ª Edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro em um realização da Fred Soares Produções e patrocínio da Lojas Renner, Booking.com, Unimed e Shopping da Bahia, através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, promovendo a formação de plateia e estimulando a cultura das artes cênicas em salvador, além de workshops e debates que promovem maior acessibilidade, reflexão e intercâmbio para a cidade, sendo considerando o maior projeto de circulação teatral do país.