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Show 12 R$ 50,00

Show Leandro Lehart
Violão é no Fundo do Quintal

Endereço

Rod. Raposo Tavares, km 14,5
Jardim Boa Vista - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-7112

Temporada

Segunda 21h

01 de Maio de 2017

Ingressos

R$ 50,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia
R$ 20,00 antecipado - Somente na Bilheteria do Teatro

Na passagem para os anos 80, a chamada “linha evolutiva” da música
popular brasileira, depois de ter-se bifurcado no sentido da
internacionalização pop, chegou ao som dos pagodes chamados “de fundo
de quintal”. Eram festas onde se cantava um samba diferente, que acabou
rotulado como “pagode”. Surgia aí a maior revolução musical acontecida
após a bossa-nova, com a devolução, ao samba, do prazer de dançar e
cantar em coro, prazer esse que a bossa-nova tinha ignorado e que até as
escolas tinham conseguido limitar.
Esse importante estilo começou a ser fixado nas primeiras gravações do
grupo Fundo de Quintal, nas quais harmonias ousadas e melodias
rebuscadas, apropriadas para o canto coletivo, somavam-se a uma
percussão inovadora. Unindo modernidade e tradição (como o jogo do
verso improvisado, na tradição do partido-alto), o estilo colocou em
destaque refinados compositores como Almir Guineto, Arlindo Cruz,
Cleber Augusto, Sombrinha, Jorge Aragão e Luiz Carlos da Vila, e
confirmou outros ainda.
Na década seguinte, a indústria fonográfica e do entretenimento
apropriou-se da denominação ‘pagode’, aplicando o rótulo a outra vertente
do samba, mais afinada com o mercado globalizado e com o
figurino pop em vigor. Nesse momento surgia o grupo Art Popular,
algumas vezes atuando como acompanhante de sambistas como o
mencionado Almir Guineto e a emérita “partideira” Jovelina Pérola
Negra. Líder do grupo, Leandro Lehart logo se destacou
como compositor talentoso e prolífico, chegando às paradas de sucesso e
às listagens do Ecad como um dos maiores arrecadadores de direitos de
execução pública.
Com um pé no samba e outro no pop, tratando o estúdio de gravação
como instrumento musical e laboratório de mestiçagens sonoras – como
escreveu a seu respeito o antropólogo Hermano Vianna – Leandro Lehart
manteve-se imune às oscilações das paradas. E agora nos brinda com este
trabalho de excelência, no qual nos reapresenta alguns grandes sucessos
das rodas, trazendo-os para o ambiente quase camerístico criado em torno
de sua bem timbrada voz e seu ótimo violão.
Interpretando alguns dos mais belos sambas do repertório do Grupo Fundo
de Quintal – gravados principalmente nas décadas de 1980 e 90 – com
merecido destaque para os do ex-integrante Cleber Augusto, grande
violonista, compositor e cantor, Leandro Lehart, faz um golaço, de placa, e
escreve uma página fundamental da história da música popular brasileira.
E dá um grande passo no sentido da dignificação do samba e da inclusão
do nosso gênero principal, finalmente e sem problemas, entre as
vertentes, também mercadológicas, compreendidas na sigla MPB.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 12

Show Leandro Lehart Violão é no Fundo do Quintal

Teatro Raposo Shopping - Sala Irene Ravache

Jardim Boa Vista - São Paulo - SP

Na passagem para os anos 80, a chamada “linha evolutiva” da música
popular brasileira, depois de ter-se bifurcado no sentido da
internacionalização pop, chegou ao som dos pagodes chamados “de fundo
de quintal”. Eram festas onde se cantava um samba diferente, que acabou
rotulado como “pagode”. Surgia aí a maior revolução musical acontecida
após a bossa-nova, com a devolução, ao samba, do prazer de dançar e
cantar em coro, prazer esse que a bossa-nova tinha ignorado e que até as
escolas tinham conseguido limitar.
Esse importante estilo começou a ser fixado nas primeiras gravações do
grupo Fundo de Quintal, nas quais harmonias ousadas e melodias
rebuscadas, apropriadas para o canto coletivo, somavam-se a uma
percussão inovadora. Unindo modernidade e tradição (como o jogo do
verso improvisado, na tradição do partido-alto), o estilo colocou em
destaque refinados compositores como Almir Guineto, Arlindo Cruz,
Cleber Augusto, Sombrinha, Jorge Aragão e Luiz Carlos da Vila, e
confirmou outros ainda.
Na década seguinte, a indústria fonográfica e do entretenimento
apropriou-se da denominação ‘pagode’, aplicando o rótulo a outra vertente
do samba, mais afinada com o mercado globalizado e com o
figurino pop em vigor. Nesse momento surgia o grupo Art Popular,
algumas vezes atuando como acompanhante de sambistas como o
mencionado Almir Guineto e a emérita “partideira” Jovelina Pérola
Negra. Líder do grupo, Leandro Lehart logo se destacou
como compositor talentoso e prolífico, chegando às paradas de sucesso e
às listagens do Ecad como um dos maiores arrecadadores de direitos de
execução pública.
Com um pé no samba e outro no pop, tratando o estúdio de gravação
como instrumento musical e laboratório de mestiçagens sonoras – como
escreveu a seu respeito o antropólogo Hermano Vianna – Leandro Lehart
manteve-se imune às oscilações das paradas. E agora nos brinda com este
trabalho de excelência, no qual nos reapresenta alguns grandes sucessos
das rodas, trazendo-os para o ambiente quase camerístico criado em torno
de sua bem timbrada voz e seu ótimo violão.
Interpretando alguns dos mais belos sambas do repertório do Grupo Fundo
de Quintal – gravados principalmente nas décadas de 1980 e 90 – com
merecido destaque para os do ex-integrante Cleber Augusto, grande
violonista, compositor e cantor, Leandro Lehart, faz um golaço, de placa, e
escreve uma página fundamental da história da música popular brasileira.
E dá um grande passo no sentido da dignificação do samba e da inclusão
do nosso gênero principal, finalmente e sem problemas, entre as
vertentes, também mercadológicas, compreendidas na sigla MPB.