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Drama L 70 min R$ 20,00 a R$ 40,00

A Casa de Bernarda Alba

Teatro UMC

Vila Leopoldina - São Paulo - SP

Endereço

Av. Imperatriz Leopoldina, 550
Vila Leopoldina - São Paulo - SP

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(11) 2122-4070

Temporada

Sextas 21h

19 de Maio a 30 de Junho de 2017

Ingressos

R$ 20,00 a R$ 40,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Ficha Técnica

DIREÇÃO RAFAEL MALLAGUTTI
TEXTO DE GARCÍA LORCA
ATOR CONVIDADO MIGUEL LANGONE
Bernarda Alba – Rafael Mallagutti
Poncia – Carlos Machado
Adela – Thiago Marangoni
Martírio – Ivan Radecki
Amélia – Diego Chimenes
Madalena – Caio Baldin
Angustias – Rafael de Castro
Criada – Pedro Ruffo
Josefa – Miguel Langone
Prudência – Jefferson Mascarenhas

Valores

R$ 40,00 inteira
R$ 20,00 meia

A aclamada peça de Federico García Lorca em uma surpreendente adaptação nos leva ao pequeno povoado de Andaluzia, em uma Espanha pré-guerra civil.

A sociedade é machista e o nome e a honra contam mais do que a vida e os prazeres carnais.
A austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão que viver um luto de oito anos em regime de clausura.

Bernarda tem cinco filhas e todas se interessam por um único homem do vilarejo, que é prometido à filha mais velha: Angústias.

Numa trama de intrigas e amargura, as filhas, como soldados, se digladiam longe dos olhos da mãe.

Nessa montagem especial, homens interpretam essas mulheres sem amantes, mostrando o quão brutas e fortes podem ser as personagens de Lorca.

Um trabalho destinado a todo tipo de público, principalmente aos adolescentes e à geração de novos adultos, devido ao apelo instrutivo e documental que a obra tem. Um clássico do teatro fadado ao sucesso.

O impressionante na obra de Lorca é a atualidade do texto que sobrevive persistente, e nos remete à diversas leituras da mesma situação; uma função que o teatro nos presenteia através do tempo e do período em que se vive.
A culminação do conflito feminino dá-se na última obra de Lorca essencialmente no matriarcado de Bernarda e no drama de suas filhas. O casamento enquanto imposição social é o eixo da peça.
Há um signo que identifica muitas das mulheres lorquianas: o tempo. Fundamentalmente o tempo de espera e no caso de Bernarda e as filhas, é a espera do marido, do tempo certo para casar, do tempo do luto passar.

A escala de poder e riqueza é a equação teatral de Lorca, que além disso envolve o social e o sexual numa lógica bastante humana.

As mulheres de Lorca carregam uma gama de sentimentos distintos, têm personalidade forte, são transgressoras, obsessivas, determinadas, apaixonadas e violentas - características próprias dos homens segundo a visão social. São mulheres que carregam os homens dentro de si no peito e na alma, despertando sentimentos que afloram na carne. São mulheres resignadas em busca de amor e liberdade, armas que o herói Lorqueano levanta contra o mundo e essas armas acabam por destruí-lo. E principalmente: são metáforas diretas dos soldados da Espanha ditatorial.

Garcia Lorca criou uma dramaturgia estritamente feminina, rompendo barreiras, quebrando regras, costumes, tradições, impondo atitudes desafiadoras.

Por que então representa-las com homens?
O teatro cria possibilidades que nunca se esgotam, e nos desafia através do tempo em releituras que nos remetem ao inicio dessa arte: no Brasil essa possibilidade não é tão remota e teve seu grande momento com Ziembinski na “Celestina”, Raul Cortez e José Celso em “As Tias” Laerte Morrone, Odvlas Petti, Ney Latorraca e Paulo Goulart em “Orquestra de Senhoritas”, etc.
Nesta montagem de “A Casa de Bernarda Alba” o universo feminino ganha uma versão masculina desafiante, para jovens e experientes atores.


Autor cheio de ideais e de personalidade forte, Garcia Lorca escreve “A casa de Bernarda Alba” e morre logo em seguida, por ser homossexual, em meio à guerra civil espanhola de 1936. O caso é que muito se comenta a respeito do texto inicialmente ser uma proposta a ser montado SOMENTE COM HOMENS, como nos primórdios do teatro.

Infelizmente, não se pode confirmar com o autor dada sua prematura morte, porém montagens na Espanha e no resto do mundo colocando homens nos papéis de Bernarda e suas filhas
são comuns e sucessos garantidos.

Rafael Mallagutti –Ator, diretor, cantor e escritor, Rafael é paulistano e formado em Artes Cênicas pelo SENAC São Paulo e em Letras Linguística pela USP. Atualmente estuda Direito.
Está nos palcos há 14 anos e nesse meio tempo já dirigiu mais de 20
espetáculos, parte deles de própria autoria.

Como ator e cantor já esteve em “O corcunda de Notre Dame” como
Frollo; em “A mansão de Miss Jane” e “A sétima arte” de Candé Brandão.
Esteve também em “O vale encantado” de Oswaldo Montenegro e em “Peter Pan, o musical” como Capitão Gancho.

Em 2013 ganha o prêmio de melhor caracterização com o personagem de “Rainha de Copas”.
No teatro convencional esteve atuando em “Procura-se”, “Manjar dos Deuses” (Honra ao mérito pelo texto), “Transilvania” e “Charlie e o Bilhete Dourado” – todos de própria autoria e direção. Também atuou e dirigiu em suas versões de “A casa de Bernarda Alba” (prêmio Belas Artes 2015), “Macbeth, a peça escocesa” (Indicação a jovem diretor de Shakespeare), “O caso dos dez negrinhos” (Prêmio Belas Artes 2015), entre outros.

Atualmente trabalha nas remontagens de espetáculos da Cia London - a qual dirige e trabalha - e nas montagens de Hamlet e Bodas de Sangue, sem deixar de lado a pesquisa intensa em comédia física liderada por suas comédias temáticas assim como sua pesquisa no universo Lorquiano e Shakespeareano.

Como romancista, Rafael publicou sua série “Procura-se” – “Procura-se na mansão Banks” (2012) e “Procura-se, a herdeira” (2014).

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Drama L 70 min

A Casa de Bernarda Alba

Teatro UMC

Vila Leopoldina - São Paulo - SP

A aclamada peça de Federico García Lorca em uma surpreendente adaptação nos leva ao pequeno povoado de Andaluzia, em uma Espanha pré-guerra civil.

A sociedade é machista e o nome e a honra contam mais do que a vida e os prazeres carnais.
A austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão que viver um luto de oito anos em regime de clausura.

Bernarda tem cinco filhas e todas se interessam por um único homem do vilarejo, que é prometido à filha mais velha: Angústias.

Numa trama de intrigas e amargura, as filhas, como soldados, se digladiam longe dos olhos da mãe.

Nessa montagem especial, homens interpretam essas mulheres sem amantes, mostrando o quão brutas e fortes podem ser as personagens de Lorca.

Um trabalho destinado a todo tipo de público, principalmente aos adolescentes e à geração de novos adultos, devido ao apelo instrutivo e documental que a obra tem. Um clássico do teatro fadado ao sucesso.

O impressionante na obra de Lorca é a atualidade do texto que sobrevive persistente, e nos remete à diversas leituras da mesma situação; uma função que o teatro nos presenteia através do tempo e do período em que se vive.
A culminação do conflito feminino dá-se na última obra de Lorca essencialmente no matriarcado de Bernarda e no drama de suas filhas. O casamento enquanto imposição social é o eixo da peça.
Há um signo que identifica muitas das mulheres lorquianas: o tempo. Fundamentalmente o tempo de espera e no caso de Bernarda e as filhas, é a espera do marido, do tempo certo para casar, do tempo do luto passar.

A escala de poder e riqueza é a equação teatral de Lorca, que além disso envolve o social e o sexual numa lógica bastante humana.

As mulheres de Lorca carregam uma gama de sentimentos distintos, têm personalidade forte, são transgressoras, obsessivas, determinadas, apaixonadas e violentas - características próprias dos homens segundo a visão social. São mulheres que carregam os homens dentro de si no peito e na alma, despertando sentimentos que afloram na carne. São mulheres resignadas em busca de amor e liberdade, armas que o herói Lorqueano levanta contra o mundo e essas armas acabam por destruí-lo. E principalmente: são metáforas diretas dos soldados da Espanha ditatorial.

Garcia Lorca criou uma dramaturgia estritamente feminina, rompendo barreiras, quebrando regras, costumes, tradições, impondo atitudes desafiadoras.

Por que então representa-las com homens?
O teatro cria possibilidades que nunca se esgotam, e nos desafia através do tempo em releituras que nos remetem ao inicio dessa arte: no Brasil essa possibilidade não é tão remota e teve seu grande momento com Ziembinski na “Celestina”, Raul Cortez e José Celso em “As Tias” Laerte Morrone, Odvlas Petti, Ney Latorraca e Paulo Goulart em “Orquestra de Senhoritas”, etc.
Nesta montagem de “A Casa de Bernarda Alba” o universo feminino ganha uma versão masculina desafiante, para jovens e experientes atores.


Autor cheio de ideais e de personalidade forte, Garcia Lorca escreve “A casa de Bernarda Alba” e morre logo em seguida, por ser homossexual, em meio à guerra civil espanhola de 1936. O caso é que muito se comenta a respeito do texto inicialmente ser uma proposta a ser montado SOMENTE COM HOMENS, como nos primórdios do teatro.

Infelizmente, não se pode confirmar com o autor dada sua prematura morte, porém montagens na Espanha e no resto do mundo colocando homens nos papéis de Bernarda e suas filhas
são comuns e sucessos garantidos.

Rafael Mallagutti –Ator, diretor, cantor e escritor, Rafael é paulistano e formado em Artes Cênicas pelo SENAC São Paulo e em Letras Linguística pela USP. Atualmente estuda Direito.
Está nos palcos há 14 anos e nesse meio tempo já dirigiu mais de 20
espetáculos, parte deles de própria autoria.

Como ator e cantor já esteve em “O corcunda de Notre Dame” como
Frollo; em “A mansão de Miss Jane” e “A sétima arte” de Candé Brandão.
Esteve também em “O vale encantado” de Oswaldo Montenegro e em “Peter Pan, o musical” como Capitão Gancho.

Em 2013 ganha o prêmio de melhor caracterização com o personagem de “Rainha de Copas”.
No teatro convencional esteve atuando em “Procura-se”, “Manjar dos Deuses” (Honra ao mérito pelo texto), “Transilvania” e “Charlie e o Bilhete Dourado” – todos de própria autoria e direção. Também atuou e dirigiu em suas versões de “A casa de Bernarda Alba” (prêmio Belas Artes 2015), “Macbeth, a peça escocesa” (Indicação a jovem diretor de Shakespeare), “O caso dos dez negrinhos” (Prêmio Belas Artes 2015), entre outros.

Atualmente trabalha nas remontagens de espetáculos da Cia London - a qual dirige e trabalha - e nas montagens de Hamlet e Bodas de Sangue, sem deixar de lado a pesquisa intensa em comédia física liderada por suas comédias temáticas assim como sua pesquisa no universo Lorquiano e Shakespeareano.

Como romancista, Rafael publicou sua série “Procura-se” – “Procura-se na mansão Banks” (2012) e “Procura-se, a herdeira” (2014).