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Show L

Projeto Baile de Salão
Paroano Sai Milhó

Endereço

Av. Sete de Setembro, 1537
Campo Grande - Salvador - BA

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Sexta e Sábado 20h30

10 a 11 de Fevereiro de 2017

Tickets

R$ 80,00 couvert artístico

Serviços

Serviço de BAR:

A partir das 19h45.

(*) Como espectador do Café-Teatro Rubi, você pode desfrutar de preços especiais no jantar do Restaurante Passeio da Vitória – Sheraton da Bahia e também taxa especial de hospedagem. Consulte a Bilheteria do Teatro.

Informações

PROIBIDA A ENTRADA DEPOIS DO INÍCIO DO ESPETÁCULO.

Paroano Sai Milhó abre temporada de Carnaval do Rubi

Para relembrar os antigos carnavais, o Café-Teatro Rubi, no Sheraton da Bahia, dentro do projeto “Bailes de Salão”, monta sua pista de dança e convida o público a vestir a fantasia e dançar ao som de músicas que marcaram época. A ideia é resgatar os saudosos bailes que aconteciam em períodos de ouro da festa momesca e deixaram saudades. Serão cinco shows pré-carnavalescos capitaneados pelo grupo musical Paroano Sai Milhó e pelos artistas Paulinho Boca de Cantor e Waltinho Queiroz, que encerra o projeto.
Nos dias 10 e 11, às 20h30, o grupo musical Paroano Sai Milhó dá o pontapé inicial nesse projeto. Em 2017, a turma faz 53 anos de vida e 54 de folia carnavalesca e, para festejar a data, dentro da programação de verão “Bailes de Salão”, o bloco apresenta o show “54 Carnavais”.

Nestas duas noites dançantes, o Paroano reviverá, com o público, um pouco de sua história e o convidará a cair na folia. Um momento único para reviver músicas, como Plataforma, Vai Passar, Sintonia, Zanzibar, Fogo e Paixão, Iolanda, um pout pourri de Caetano Veloso e Gilberto Gil, outro de Moraes Moreira, além de grandes clássicos dos nossos carnavais.
História – O Paroano Sai Milhó surgiu no Carnaval de Salvador em 1964, inspirado nos conjuntos vocais da época, como os Tincoãs e o Trio Irakitan, e levou para as ruas da cidade uma forma diferente de fazer a festa com o povo. Em roda, pé no chão, ombro a ombro com a multidão, segue, desde então, caminhando e cantando marchinhas, sambas, ijexás em arranjos vocais “paroanizados”, trocando sempre muita alegria e emoção.

O grupo já faz parte da folia baiana, sendo uma das entidades mais tradicionais do Carnaval de Salvador. Quiçá, é o terceiro conjunto vocal mais antigo do país em atividade ininterrupta, superado apenas pelo Trio Irakitan e pelos Demônios da Garoa, ambos com mais de 50 anos.

O que define o grupo, atualmente com 16 integrantes, é a sua forma original de cantar pelas ruas de Salvador: de estandarte em punho, travestidos de palhaços, como se fosse o “Incrível Exército de Brancaleone“, cujas armas, porém, são violões, cavaquinhos, percussões diversas e vozes afinadas.

Na sua trajetória, registram-se quatro CDs. O primeiro e o segundo mostram músicas tradicionais e do repertório carnavalesco, especialmente do Carnaval baiano. O terceiro é uma homenagem especial ao forró e o quarto, “Paroanizar o que há de bom” contém canções da MPB executadas na forma e no estilo peculiares do Paroano.

Outro registro relevante é o livro “Paroano Sai Milhó – Histórias de Amor à música, à alegria, às cores e à vida”, lançado em fevereiro de 2012, que conta a saga desses irredutíveis amantes da festa e da boa música.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L

Projeto Baile de Salão Paroano Sai Milhó

Café Teatro Rubi - Sheraton da Bahia Hotel

Campo Grande - Salvador - BA

Paroano Sai Milhó abre temporada de Carnaval do Rubi

Para relembrar os antigos carnavais, o Café-Teatro Rubi, no Sheraton da Bahia, dentro do projeto “Bailes de Salão”, monta sua pista de dança e convida o público a vestir a fantasia e dançar ao som de músicas que marcaram época. A ideia é resgatar os saudosos bailes que aconteciam em períodos de ouro da festa momesca e deixaram saudades. Serão cinco shows pré-carnavalescos capitaneados pelo grupo musical Paroano Sai Milhó e pelos artistas Paulinho Boca de Cantor e Waltinho Queiroz, que encerra o projeto.
Nos dias 10 e 11, às 20h30, o grupo musical Paroano Sai Milhó dá o pontapé inicial nesse projeto. Em 2017, a turma faz 53 anos de vida e 54 de folia carnavalesca e, para festejar a data, dentro da programação de verão “Bailes de Salão”, o bloco apresenta o show “54 Carnavais”.

Nestas duas noites dançantes, o Paroano reviverá, com o público, um pouco de sua história e o convidará a cair na folia. Um momento único para reviver músicas, como Plataforma, Vai Passar, Sintonia, Zanzibar, Fogo e Paixão, Iolanda, um pout pourri de Caetano Veloso e Gilberto Gil, outro de Moraes Moreira, além de grandes clássicos dos nossos carnavais.
História – O Paroano Sai Milhó surgiu no Carnaval de Salvador em 1964, inspirado nos conjuntos vocais da época, como os Tincoãs e o Trio Irakitan, e levou para as ruas da cidade uma forma diferente de fazer a festa com o povo. Em roda, pé no chão, ombro a ombro com a multidão, segue, desde então, caminhando e cantando marchinhas, sambas, ijexás em arranjos vocais “paroanizados”, trocando sempre muita alegria e emoção.

O grupo já faz parte da folia baiana, sendo uma das entidades mais tradicionais do Carnaval de Salvador. Quiçá, é o terceiro conjunto vocal mais antigo do país em atividade ininterrupta, superado apenas pelo Trio Irakitan e pelos Demônios da Garoa, ambos com mais de 50 anos.

O que define o grupo, atualmente com 16 integrantes, é a sua forma original de cantar pelas ruas de Salvador: de estandarte em punho, travestidos de palhaços, como se fosse o “Incrível Exército de Brancaleone“, cujas armas, porém, são violões, cavaquinhos, percussões diversas e vozes afinadas.

Na sua trajetória, registram-se quatro CDs. O primeiro e o segundo mostram músicas tradicionais e do repertório carnavalesco, especialmente do Carnaval baiano. O terceiro é uma homenagem especial ao forró e o quarto, “Paroanizar o que há de bom” contém canções da MPB executadas na forma e no estilo peculiares do Paroano.

Outro registro relevante é o livro “Paroano Sai Milhó – Histórias de Amor à música, à alegria, às cores e à vida”, lançado em fevereiro de 2012, que conta a saga desses irredutíveis amantes da festa e da boa música.