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Show L 70 min R$ 40,00 a R$ 100,00

ANAVITÓRIA
(Grande Theatro Unimed-BH)

Endereço

Avenida Amazonas, 315
Centro - Belo Horizonte - MG

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(31) 2626-1251

Temporada

Sexta 19h (sessão extra) || 21h

07 de Abril de 2017

Ingressos

R$ 40,00 a R$ 100,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.


* A carteira de estudante obrigatoriamente deve ser apresentada no acesso ao espetáculo e no ato da compra pela bilheteria. Não são aceitos boletos e comprovantes de matricula.

Valores

Platéia I
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

Platéia II
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Informações

-È expressamente proibido o consumo de alimentos no interior do teatro
-Perde-se o direito ao lugar marcado após o início da sessão

Ficha Técnica

- Direção artística*: Mariana Martins
- Direção musical*: Marcos
- Músicos*: Ana Clara Caetano, Vitoria Falcão, Jefferson Pinas, Leomaristi e Rodrigo
- Produção: Fernanda Alves

Estacionamento

Estacionamento Estacione, localizado na Rua Espírito Santos, nº 625.

Em dias de espetáculos, de segunda a domingo, o público do Cine Theatro Brasil Vallourec poderá deixar o veículo no Estacione a partir das 19h ao preço fixo de R$ 15,00. É necessária a apresentação do ingresso do espetáculo para poder usudruir do valor conveniado. O Visitante tem até 1 hora após o evento para retirar o veículo do estacionamento.

No fins de semana, o visitante poderá estacionar 1 hora antes do espetáculo e sair 1 hora depois, a utilização do estacionamento fora desse período irá gerar cobrança de acordo com a tabeça de preços da Estacione.

A entrada principal do estacionamento conveniado é a da Rua Espírito Santo. No entanto, decorrido mais de 1 hora após o término do espetáculo, o visitante terá acesso por outra entrada, a Rua da Bahia, 600.

O estacionamento somente trabalha com dinheiro.
O ticket do teatro deve ser impresso (papel ingresso ou folha simples) e entregue ao funcionário do estacionamento na retirada do veículo.

Estacionamento na Rua
Para os visitantes que desejam estacionar os veículos na ruas próximos ao Cine Theatro Brasil Vallourec, a BH Trans liberou as seguintes vias:

Canteiro Central da Avenida Amazonas, no quarteirão do cine Brasil (nos dois sentidos).
Canteiro Central da avenida Afonso Pena, em frente ao Cine Brasil (sentido rodoviária/mangabeiras)

Segundo uma teoria de Andy Warhol, o pai da arte pop, desde que o cinema foi inventado, as pessoas tendem a replicar na vida real as situações e comportamentos que veem na tela. Mas há também os casos em que a vida, por conta própria, decide ser um filme. Ou um sonho. Foi mais ou menos assim que aconteceu com Ana Caetano, 21 anos, e Vitória Falcão, 20, duas amigas de escola de Araguaína, no Tocantins. Elas passavam os dias juntas, tocando violão, cantando e publicando vídeos das performances no YouTube. Os duetos de Ana e Vitória apresentavam principalmente a produção autoral de Ana, mas também faziam versões novas para músicas dos artistas que as duas mais gostavam. E foi nesse espírito que regravaram “Um Dia após o Outro”, canção do brasiliense Tiago Iorc lançada por ele no álbum “Zeski” (2013). Postaram o vídeo e logo tiveram a ideia: e se mostrassem a versão ao Tiago? Conseguiram um caminho via Felipe Simas, empresário do cantor. E enviaram. A vontade era agradar o ídolo, só isso. E qualquer elogio já seria um prêmio. No dia seguinte, veio a resposta: tanto Tiago quanto Simas não apenas tinham pirado com a versão como queriam produzir um disco das meninas. O filme delas estava começando. Com produção de Tiago Iorc, portanto, o álbum “Anavitória” (Universal Music), que chega agora às lojas, é mais uma sequência dessa trama. A mais importante de todas elas. Pois imprime com clareza o alto potencial de comunicação de Ana e Vitória juntas – e a ideia de agravar os dois nomes em um, Anavitória, surgiu em uma conversa entre artistas e produtores. O disco aponta com toda a precisão o espaço muito particular que as duas artistas podem ocupar no cenário musical brasileiro daqui em diante. Dada a biografia e faixa etária das integrantes, Anavitória transita com naturalidade inacreditável entre o urbano e o rural, entre o pop e o sertanejo, entre a cidade e a natureza. Elas não são cantoras de folk, simplesmente. Tampouco seus talentos se prestam apenas à música pop. As meninas ouviram as duas coisas no rádio, e muito mais do que isso, sem qualquer distinção e com igual prazer, durante toda a vida. Por isso, acabaram criando um som capaz de explodir essas fronteiras. Propõem algo conciliador e mais interessante, que chamam de “pop rural”. E podem contribuir com novos caminhos estéticos – e trazer mais doçura – para o mainstream brasileiro. Ana Caetano assina as dez faixas inéditas de “Anavitória”, três delas escritas em parceira com Tiago Iorc. Única regravação do álbum, o clássico “Tocando em Frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira, clareia o foco de referências e vem trazer ainda mais consistência conceitual à proposta da dupla. As 11 faixas foram gravadas no estúdio Fibra, no Rio, entre fevereiro e março. Além das parcerias e da produção, Tiago toca violão, viola, piano e percussão em várias faixas. E participa, cantando, de “Trevo (Tu)”. O time de músicos tem João Viana (bateria), Gastão Villeroy (baixo), Marco Lobo (percussão) e Jeff Pinas (viola), além dos arranjos de cordas de Rafael Lagoni Smith. Pensando bem, não chega a ser correto chamar de “inéditas” todas as faixas escritas por Ana Caetano para o novo álbum. Algumas delas já estavam por aí, em vídeos postados pela própria Anavitória. São os casos de “Singular” e “Chamego Meu”, que também já haviam sido apresentadas no EP “Anavitória”, lançado em abril do ano passado e também produzido por Tiago Iorc (com Jeff Pinas) para o selo Forasteiro, que o cantor tem em sociedade com Simas. Além das duas faixas, esse EP trazia versões da dupla para as canções “Cores”, de Lorena Chaves, e “Tenteentender”, da banda Pouca Vogal, formada por Humberto Gessinger e Duca Leindecker. A ideia era mesmo testar o potencial das meninas, entender como seriam recebidas, traçar o caminho com calma. Tanto assim que, quando fizeram a proposta, os produtores não quiseram criar expectativas muito altas, mais ainda por se tratar de duas meninas cursando faculdade. “A gente vai gravar essas músicas no Rio. Vocês vêm, gravam e voltam para as vidas normais de vocês. E a gente vai vendo o que acontece”, eles disseram Mas aconteceu tudo. Os vídeos feitos para as canções explodiram. Lançado na página “Brasileiríssimos” do Facebook, “Singular” deu início ao processo todo e já estourou os cinco milhões de visualizações e os quase 67 mil compartilhamentos. Mais números? Até o momento em que esse texto que você lê foi escrito, os vídeos postados por Anavitória no YouTube já somavam mais de oito milhões de visitas. E a página da dupla no Facebook tinha ultrapassado os 270 mil seguidores (dos quais 11 mil apareceram logo nas primeiras 24 horas). Mas, pode conferir agora, esses números já cresceram. O EP do ano passado também foi bem: chegou a constar entre os 20 álbuns mais vendido do Brasil no iTunes e a atingir o segundo lugar entre as mais virais do Spotify. Toda essa repercussão abriu uma base sólida de fãs. Fiéis às meninas, eles compareceram em massa quando elas decidiram inscrever o projeto do disco novo no site de financiamento coletivo Catarse. Não só conseguiram toda a grana que precisavam para a gravação quanto ultrapassaram a meta em quase 30%. Na vida de Ana Caetano e Vitória Falcão, que se conheceram e se conectaram pela via da música há não muito mais de três anos, várias revoluções aconteceram. Vitória se mudou para São Paulo no ano passado e estuda teatro. Tempos depois, Ana trancou a faculdade de Medicina em Araguari, em Minas Gerais, e seguiu para perto da parceira, para se dedicarem integralmente à carreira. Elas lançam esse álbum novo com uma turnê nacional já armada, que vai correr as cinco regiões do país. A estreia acontece em Salvador, Bahia, no dia 2 de setembro. Tudo rolou, e rápido como num sonho. É que a vida delas decidiu ser um filme.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show L 70 min

ANAVITÓRIA (Grande Theatro Unimed-BH)

Cine Theatro Brasil Vallourec

Centro - Belo Horizonte - MG

Segundo uma teoria de Andy Warhol, o pai da arte pop, desde que o cinema foi inventado, as pessoas tendem a replicar na vida real as situações e comportamentos que veem na tela. Mas há também os casos em que a vida, por conta própria, decide ser um filme. Ou um sonho. Foi mais ou menos assim que aconteceu com Ana Caetano, 21 anos, e Vitória Falcão, 20, duas amigas de escola de Araguaína, no Tocantins. Elas passavam os dias juntas, tocando violão, cantando e publicando vídeos das performances no YouTube. Os duetos de Ana e Vitória apresentavam principalmente a produção autoral de Ana, mas também faziam versões novas para músicas dos artistas que as duas mais gostavam. E foi nesse espírito que regravaram “Um Dia após o Outro”, canção do brasiliense Tiago Iorc lançada por ele no álbum “Zeski” (2013). Postaram o vídeo e logo tiveram a ideia: e se mostrassem a versão ao Tiago? Conseguiram um caminho via Felipe Simas, empresário do cantor. E enviaram. A vontade era agradar o ídolo, só isso. E qualquer elogio já seria um prêmio. No dia seguinte, veio a resposta: tanto Tiago quanto Simas não apenas tinham pirado com a versão como queriam produzir um disco das meninas. O filme delas estava começando. Com produção de Tiago Iorc, portanto, o álbum “Anavitória” (Universal Music), que chega agora às lojas, é mais uma sequência dessa trama. A mais importante de todas elas. Pois imprime com clareza o alto potencial de comunicação de Ana e Vitória juntas – e a ideia de agravar os dois nomes em um, Anavitória, surgiu em uma conversa entre artistas e produtores. O disco aponta com toda a precisão o espaço muito particular que as duas artistas podem ocupar no cenário musical brasileiro daqui em diante. Dada a biografia e faixa etária das integrantes, Anavitória transita com naturalidade inacreditável entre o urbano e o rural, entre o pop e o sertanejo, entre a cidade e a natureza. Elas não são cantoras de folk, simplesmente. Tampouco seus talentos se prestam apenas à música pop. As meninas ouviram as duas coisas no rádio, e muito mais do que isso, sem qualquer distinção e com igual prazer, durante toda a vida. Por isso, acabaram criando um som capaz de explodir essas fronteiras. Propõem algo conciliador e mais interessante, que chamam de “pop rural”. E podem contribuir com novos caminhos estéticos – e trazer mais doçura – para o mainstream brasileiro. Ana Caetano assina as dez faixas inéditas de “Anavitória”, três delas escritas em parceira com Tiago Iorc. Única regravação do álbum, o clássico “Tocando em Frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira, clareia o foco de referências e vem trazer ainda mais consistência conceitual à proposta da dupla. As 11 faixas foram gravadas no estúdio Fibra, no Rio, entre fevereiro e março. Além das parcerias e da produção, Tiago toca violão, viola, piano e percussão em várias faixas. E participa, cantando, de “Trevo (Tu)”. O time de músicos tem João Viana (bateria), Gastão Villeroy (baixo), Marco Lobo (percussão) e Jeff Pinas (viola), além dos arranjos de cordas de Rafael Lagoni Smith. Pensando bem, não chega a ser correto chamar de “inéditas” todas as faixas escritas por Ana Caetano para o novo álbum. Algumas delas já estavam por aí, em vídeos postados pela própria Anavitória. São os casos de “Singular” e “Chamego Meu”, que também já haviam sido apresentadas no EP “Anavitória”, lançado em abril do ano passado e também produzido por Tiago Iorc (com Jeff Pinas) para o selo Forasteiro, que o cantor tem em sociedade com Simas. Além das duas faixas, esse EP trazia versões da dupla para as canções “Cores”, de Lorena Chaves, e “Tenteentender”, da banda Pouca Vogal, formada por Humberto Gessinger e Duca Leindecker. A ideia era mesmo testar o potencial das meninas, entender como seriam recebidas, traçar o caminho com calma. Tanto assim que, quando fizeram a proposta, os produtores não quiseram criar expectativas muito altas, mais ainda por se tratar de duas meninas cursando faculdade. “A gente vai gravar essas músicas no Rio. Vocês vêm, gravam e voltam para as vidas normais de vocês. E a gente vai vendo o que acontece”, eles disseram Mas aconteceu tudo. Os vídeos feitos para as canções explodiram. Lançado na página “Brasileiríssimos” do Facebook, “Singular” deu início ao processo todo e já estourou os cinco milhões de visualizações e os quase 67 mil compartilhamentos. Mais números? Até o momento em que esse texto que você lê foi escrito, os vídeos postados por Anavitória no YouTube já somavam mais de oito milhões de visitas. E a página da dupla no Facebook tinha ultrapassado os 270 mil seguidores (dos quais 11 mil apareceram logo nas primeiras 24 horas). Mas, pode conferir agora, esses números já cresceram. O EP do ano passado também foi bem: chegou a constar entre os 20 álbuns mais vendido do Brasil no iTunes e a atingir o segundo lugar entre as mais virais do Spotify. Toda essa repercussão abriu uma base sólida de fãs. Fiéis às meninas, eles compareceram em massa quando elas decidiram inscrever o projeto do disco novo no site de financiamento coletivo Catarse. Não só conseguiram toda a grana que precisavam para a gravação quanto ultrapassaram a meta em quase 30%. Na vida de Ana Caetano e Vitória Falcão, que se conheceram e se conectaram pela via da música há não muito mais de três anos, várias revoluções aconteceram. Vitória se mudou para São Paulo no ano passado e estuda teatro. Tempos depois, Ana trancou a faculdade de Medicina em Araguari, em Minas Gerais, e seguiu para perto da parceira, para se dedicarem integralmente à carreira. Elas lançam esse álbum novo com uma turnê nacional já armada, que vai correr as cinco regiões do país. A estreia acontece em Salvador, Bahia, no dia 2 de setembro. Tudo rolou, e rápido como num sonho. É que a vida delas decidiu ser um filme.