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Espírita L 60 min R$ 76,00

O Cândido Chico Xavier

Endereço

Av. Tancredo Neves, 1.109 (Edifício Casa do Comércio)
Pituba - Salvador - BA

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Sexta 21h | Sábado 20h e Domingo 20h

21 a 23 de Julho de 2017

Ingressos

R$ 76,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 76,00 inteira
R$ 38,00 meia
R$ 38,00 itaucard apenas no site.

Ficha Técnica

Texto: Flávio Serra.
Direção: Ana Rosa.
Elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha e Antônio Pina.
Direção de Arte e Luz: Guillermo Luis.
Iluminação: Carlos Alberto Boschini.
Operador de Luz e Vídeos: Marcelo Pirillo.
Cenário, figurinos e adereços: Francisco Emanuel Leite.
Assessoria de imprensa: Valéria Souza.
Produção: Érica Collares e Rogério Fabiano.

"Peça ‘O Cândido Chico Xavier’ estreia em Salvador
Em seu quinto ano de temporada com o espetáculo de sucesso de público ""Allan Kardec - Um olhar para a eternidade"" - já visto por cerca de 200 mil pessoas em apresentações por mais de 80 cidades do Brasil -, a Arantes e Ama Produções dão pontapé inicial a mais um projeto que promete repetir o mesmo empenho. A peça “O Cândido Chico Xavier”, de Flávio Serra, que chega ao Teatro Sesc Casa do Comércio dias 21, 22 e 23 de Julho. A direção é da talentosa Ana Rosa, que também dirige “Allan Kardec” e “Violetas na janela” – esta última é sucesso há cerca de 20 anos. No elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha, Cláudio Gardin e Antônio Pina – todos atuam em “Allan Kardec”.

“O Cândido Chico Xavier” narra a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, o Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. Para Ana Rosa, dirigir a peça é muita responsabilidade, mas, também, uma felicidade, pois conheceu Chico Xavier.

“Dirigir uma peça sobre Chico Xavier é uma responsabilidade enorme. Tive o prazer e a alegria de conhecer o Chico pessoalmente e, felizmente, comecei a estudar o Espiritismo há mais de 40 anos. O trabalho de direção nessa trilogia “Violetas na janela”, “O Cândido Chico Xavier” e “Allan Kardec - Um olhar para a eternidade”, é, em parte, resultado de todos esses anos na Doutrina Espírita. Acho, inclusive, que ‘o pessoal lá de cima’ me dá uma força tremenda na retaguarda”, diz Ana, que, recentemente, estava no ar na novela da nove da Globo “A lei do amor”. Em 1997, ela entrou para o Guiness Book como a atriz recordista de telenovelas.
Ana Rosa torce por uma trajetória bem longa: “Minha expectativa é de que ‘O Cândido’, uma homenagem ao Chico, alcance o objetivo de mostrar a quem não o conhece a magnitude desse espírito e de difundir a sua obra. Espero que o espetáculo tenha uma carreira longa, como os dois outros dirigidos por mim”.
Em cena, o público poderá conferir a história emocionante desse brasileiro, nascido de uma família humilde, na cidade de Pedro Leopoldo (interior de Minas Gerais), que perdeu a mãe ainda menino; os abusos que sofreu de sua madrinha, que cuidou dele por um tempo; e a perseguição que aguentou daqueles que não acreditavam em seu dom de ver e ouvir espíritos. Numa das passagens do texto que a plateia verá, certa vez, o padre Scarzelli, descrente do talento de Chico, o mandou rezar mil Ave-Marias por conta do que ela taxava como “fantasias de menino”.
Mais que uma missão de amor, o ator Rogério Fabiano, que encarna Chico Xavier na ficção, considera o novo projeto uma mensagem de esperança. “Depois de cinco anos de ‘Kardec’, levar a vida de Chico para os teatros continua sendo uma mensagem de paz, de um mundo melhor, de fé, de bondade das pessoas com o mundo e de ajuda ao próximo. O Chico, um grande homem, representa muito a esperança, e é uma missão muito especial, porque a peça tem compromisso com a verdade”, frisa ele, também produtor.
O texto, claro, relata o contato e a adesão de Chico à Doutrina Espírita, aos 17 anos, quando iniciou no estudo do Espiritismo. A partir daí, dedicou-se a ajudar os mais necessitados - nem mesmo a catarata obscura, aos 21, o impediu de seguir em frente.
Por sua mediunidade começou a psicografar mensagens que foram publicadas em jornais. O encontro com seu mentor espiritual Emannuel, a parceria longa com o também médium Waldo Vieira, a indicação ao Prêmio Nobel da Paz e os mais de 400 livros escritos, todos com rendas revertidas à caridade, são muitos dos momentos marcantes.

Sobre o elenco e a produção
A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec”, que continua em turnê paralelamente à “O Cândido Chico Xavier”. Para a atriz e produtora Érica Collares, os projetos representam uma missão de amor.
“Encaro a montagem desse novo espetáculo com uma missão de amor, começou com ‘Kardec’ e, agora, com ‘O Cândido’. É uma história linda que contarei de uma alma tão pura, de uma alma de amor, como essa, do Chico. Para mim, é uma verdadeira missão mesmo. Estou muito feliz de poder contar essa história para todo mundo”, comemora ela, que vive a mãe, Dona Maria, e a madrasta, Cidália, e outras personagens na trama.
Os atores Ana Carolina Rainha, Antônio Pina e Claudio Gardin se revezam em vários papéis importantes. Como Ana Carolina que faz a tia Rita, a professora Rosália e outras personagens; Antônio Pina que interpreta o irmão Moacyr, o médium Waldo e outros; e Claudio que atua como o pai, Seu João, o Padre Scarzelli, entre outras figuras.
Uma peça que promete ser inesquecível!

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Espírita L 60 min

O Cândido Chico Xavier

Teatro Sesc Casa do Comércio

Pituba - Salvador - BA

"Peça ‘O Cândido Chico Xavier’ estreia em Salvador
Em seu quinto ano de temporada com o espetáculo de sucesso de público ""Allan Kardec - Um olhar para a eternidade"" - já visto por cerca de 200 mil pessoas em apresentações por mais de 80 cidades do Brasil -, a Arantes e Ama Produções dão pontapé inicial a mais um projeto que promete repetir o mesmo empenho. A peça “O Cândido Chico Xavier”, de Flávio Serra, que chega ao Teatro Sesc Casa do Comércio dias 21, 22 e 23 de Julho. A direção é da talentosa Ana Rosa, que também dirige “Allan Kardec” e “Violetas na janela” – esta última é sucesso há cerca de 20 anos. No elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha, Cláudio Gardin e Antônio Pina – todos atuam em “Allan Kardec”.

“O Cândido Chico Xavier” narra a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, o Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. Para Ana Rosa, dirigir a peça é muita responsabilidade, mas, também, uma felicidade, pois conheceu Chico Xavier.

“Dirigir uma peça sobre Chico Xavier é uma responsabilidade enorme. Tive o prazer e a alegria de conhecer o Chico pessoalmente e, felizmente, comecei a estudar o Espiritismo há mais de 40 anos. O trabalho de direção nessa trilogia “Violetas na janela”, “O Cândido Chico Xavier” e “Allan Kardec - Um olhar para a eternidade”, é, em parte, resultado de todos esses anos na Doutrina Espírita. Acho, inclusive, que ‘o pessoal lá de cima’ me dá uma força tremenda na retaguarda”, diz Ana, que, recentemente, estava no ar na novela da nove da Globo “A lei do amor”. Em 1997, ela entrou para o Guiness Book como a atriz recordista de telenovelas.
Ana Rosa torce por uma trajetória bem longa: “Minha expectativa é de que ‘O Cândido’, uma homenagem ao Chico, alcance o objetivo de mostrar a quem não o conhece a magnitude desse espírito e de difundir a sua obra. Espero que o espetáculo tenha uma carreira longa, como os dois outros dirigidos por mim”.
Em cena, o público poderá conferir a história emocionante desse brasileiro, nascido de uma família humilde, na cidade de Pedro Leopoldo (interior de Minas Gerais), que perdeu a mãe ainda menino; os abusos que sofreu de sua madrinha, que cuidou dele por um tempo; e a perseguição que aguentou daqueles que não acreditavam em seu dom de ver e ouvir espíritos. Numa das passagens do texto que a plateia verá, certa vez, o padre Scarzelli, descrente do talento de Chico, o mandou rezar mil Ave-Marias por conta do que ela taxava como “fantasias de menino”.
Mais que uma missão de amor, o ator Rogério Fabiano, que encarna Chico Xavier na ficção, considera o novo projeto uma mensagem de esperança. “Depois de cinco anos de ‘Kardec’, levar a vida de Chico para os teatros continua sendo uma mensagem de paz, de um mundo melhor, de fé, de bondade das pessoas com o mundo e de ajuda ao próximo. O Chico, um grande homem, representa muito a esperança, e é uma missão muito especial, porque a peça tem compromisso com a verdade”, frisa ele, também produtor.
O texto, claro, relata o contato e a adesão de Chico à Doutrina Espírita, aos 17 anos, quando iniciou no estudo do Espiritismo. A partir daí, dedicou-se a ajudar os mais necessitados - nem mesmo a catarata obscura, aos 21, o impediu de seguir em frente.
Por sua mediunidade começou a psicografar mensagens que foram publicadas em jornais. O encontro com seu mentor espiritual Emannuel, a parceria longa com o também médium Waldo Vieira, a indicação ao Prêmio Nobel da Paz e os mais de 400 livros escritos, todos com rendas revertidas à caridade, são muitos dos momentos marcantes.

Sobre o elenco e a produção
A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec”, que continua em turnê paralelamente à “O Cândido Chico Xavier”. Para a atriz e produtora Érica Collares, os projetos representam uma missão de amor.
“Encaro a montagem desse novo espetáculo com uma missão de amor, começou com ‘Kardec’ e, agora, com ‘O Cândido’. É uma história linda que contarei de uma alma tão pura, de uma alma de amor, como essa, do Chico. Para mim, é uma verdadeira missão mesmo. Estou muito feliz de poder contar essa história para todo mundo”, comemora ela, que vive a mãe, Dona Maria, e a madrasta, Cidália, e outras personagens na trama.
Os atores Ana Carolina Rainha, Antônio Pina e Claudio Gardin se revezam em vários papéis importantes. Como Ana Carolina que faz a tia Rita, a professora Rosália e outras personagens; Antônio Pina que interpreta o irmão Moacyr, o médium Waldo e outros; e Claudio que atua como o pai, Seu João, o Padre Scarzelli, entre outras figuras.
Uma peça que promete ser inesquecível!