Newsletter Compreingressos

Seja o primeiro a conhecer nossa programação de espetáculos, novidades, promoções e ofertas exclusivas

seu estado

  • AC
  • AL
  • AP
  • AM
  • BA
  • CE
  • DF
  • ES
  • GO
  • MA
  • MT
  • MS
  • MG
  • PR
  • PB
  • PR
  • PE
  • PI
  • RJ
  • RN
  • RS
  • RO
  • RR
  • SC
  • SP
  • SE
  • TO
cadastrar
Cidade
Gênero
X

Morte Acidental de um Anarquista
(Grande Theatro Unimed-BH)

Endereço

Avenida Amazonas, 315
Centro - Belo Horizonte - MG

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(31) 2626-1251

Temporada

Sábado 21h e Domingo 18h

23 de Julho de 2017

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

* A carteira de estudante obrigatoriamente deve ser apresentada no acesso ao espetáculo e no ato da compra pela bilheteria. Não são aceitos boletos e comprovantes de matricula.

Ficha Técnica

Texto: Dario Fo
Tradução: Roberta Barni
Dramaturgia e Direção: Hugo Coelho
Elenco: Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona
Música ao vivo: Rodrigo Geribello
Cenário: Marco Lima
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Hugo Coelho
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte
Assistente: Thais Peres
Assessoria no Rio de Janeiro: Barata Comunicação
Projeto Gráfico: Vicka Suarez
Foto de Estúdio: Heloísa Bortz
Fotos de Cena: João Caldas Fº
Estagiário de Direção: Rafael De Bona
Administração: Magali Morente Lopes
Produção Executiva: Katia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Realização: Quadrilha da Arte
Produtores Associados: Selma Morente, Célia Forte e Dan Stulbach
Transportadora Oficial: Avianca

Valores

R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

Informações

-É expressamente proibido o consumo de alimentos no interior do teatro
-Perde-se o direito ao lugar marcado após o início da sessão.

Estacionamento

Estacionamento Estacione, localizado na Rua Espírito Santos, nº 625.

Em dias de espetáculos, de segunda a domingo, o público do Cine Theatro Brasil Vallourec poderá deixar o veículo no Estacione a partir das 19h ao preço fixo de R$ 15,00. É necessária a apresentação do ingresso do espetáculo para poder usudruir do valor conveniado. O Visitante tem até 1 hora após o evento para retirar o veículo do estacionamento.

No fins de semana, o visitante poderá estacionar 1 hora antes do espetáculo e sair 1 hora depois, a utilização do estacionamento fora desse período irá gerar cobrança de acordo com a tabeça de preços da Estacione.

A entrada principal do estacionamento conveniado é a da Rua Espírito Santo. No entanto, decorrido mais de 1 hora após o término do espetáculo, o visitante terá acesso por outra entrada, a Rua da Bahia, 600.

O estacionamento somente trabalha com dinheiro.
O ticket do teatro deve ser impresso (papel ingresso ou folha simples) e entregue ao funcionário do estacionamento na retirada do veículo.

Estacionamento na Rua
Para os visitantes que desejam estacionar os veículos na ruas próximos ao Cine Theatro Brasil Vallourec, a BH Trans liberou as seguintes vias:

Canteiro Central da Avenida Amazonas, no quarteirão do cine Brasil (nos dois sentidos).
Canteiro Central da avenida Afonso Pena, em frente ao Cine Brasil (sentido rodoviária/mangabeiras)

Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich,
Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona

em

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

De Dario Fo
Dramaturgia e Direção Hugo Coelho
Música ao vivo Rodrigo Geribello


A Mostra Cine Brasil de Teatro e Música apresenta “Morte Acidental de um Anarquista”. Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar. A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.

O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles.

“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que só faziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem esta intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho, diretor da peça.

O personagem do Louco (Dan Stulbach) vê representar um juiz como ponto alto de sua ""carreira"", pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Marcelo Castro) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.

Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual"" como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.

Dan Stulbach

É formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Sua estreia profissional foi protagonizando Peer Gynt, de Ibsen com direção de Roberto Lage em 1990. Trabalhou com grandes nomes do teatro brasileiro como Paulo Autran com quem fez Visitando Mr Green de Jeff Baron, Marco Nanini e Naum Alves de Souza. Entre as inúmeras peças destacam-se Novas Diretrizes em Tempos de Paz de Bosco Brasil espetáculo com o qual ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Troféu Impressa e Premio Shell de melhor ator. Recentemente atuou em Meu Deus! de Anat Gov junto com Irene Ravache e Direção de Elias Andreato, dirigiu A Toca do Coelho de David Lindsay-Abaire. Realizou e atuou junto com Danton Mello a peça 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reineck. É diretor artístico do Teatro Eva Hertz que se destaca pelo excelente nível cultural de sua programação abrigando montagens e artistas de relevância no cenário cultural de São Paulo. Na Televisão fez várias novelas de sucesso como Mulheres Apaixonadas de Manoel Carlos, trabalho que o projetou nacionalmente em 2003 ganhando os prêmios Troféu APCA e Troféu Imprensa de Melhor Ator.
Trabalhou em Senhora do Destino e Fina Estampa de Aguinaldo Silva e, ainda, nas minisséries Os Maias de Eça de Queiroz, Queridos Amigos e JK de Maria Adelaide Amaral entre outras. Fez um vilão cômico na série Som & Fúria com direção de Fernando Meirelles, todos trabalhos realizados para TV Globo. Ator e diretor de renome no Brasil é um dos mais importantes de sua geração.

Henrique Stroeter
Trabalha como ator há 30 anos. Tem formação acadêmica em jornalismo pela Faculdade Casper Líbero. Fez inúmeros cursos livres de dança e teatro. Atualmente está no ar com o Quintal da Cultura produzido pela TV Cultura SP.

Em teatro fez: 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reinecke; À meia noite um solo de sax na minha cabeça, texto e direção de Mário Bortolotto, e E o Vento Não levou de De Ron Hutchinson direção de Roberto Lage. Com Grupo Parlapatões atuou e dirigiu o espetáculo Parapapá, circo musical infantil de Hugo Possolo (indicado como melhor diretor Prêmio Femsa 2010). Atuou em O Papa e a Bruxa de Dario Fo, e Vaca de Nariz Sutil de Campos de Carvalho adaptação e direção de Hugo Possolo (indicação melhor ator Prêmio Quem 2008), e no espetáculo As Nuvens de Aristófanes. Sob a direção de Alexandre Reinecke: O Santo e A Porca de Ariano Suassuna, Os Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues e Arsênico e Alfazema de Joseph Kesselring. Com o La Mínima, grupo de circo-teatro, fez Luna Park de Domingos Montagner. De Flávio de Souza atuou nas peças Filho de Artista, Chapeuzinho Adormecida no País das Maravilhas, Onde está o Nino? , Tíbio e Perôneo, e Natal Mágico do Castelo Rá Tim Bum. De Mário Bortolotto: Chapa Quente, Postcards de Atacama, Rolex, Fuck you Baby, Medusa de Rayban e Hotel Lancaster (indicação Melhor Ator Festival Americana 2004).

Na televisão participou de vários programas de sucesso na TV Cultura, entre eles: Rá Tim Bum, Ilha Rá Tim Bum, Castelo Rá Tim Bum (personagem Perônio) X-Tudo todos de Flávio de Souza na TV Bandeirantes fez a novela Dance Dance Dance e foi protagonista da Sitcom Guerra dos Pinto; na Rede Globo participou dos humorísticos: Os Normais, Retrato Falado e Copas de Mel. No SBT fez a novela Carrossel.

Maíra Chasseraux
Formada pelo Teatro-Escola Célia Helena (2001) e bacharel em Comunicação e Artes do Corpo – PUC SP (2000 – 2005)
No teatro atuou nas peças: Um espetáculo sem patrocínio, autor e diretor Léo Lama; A meia hora de Abelardo, de Hugo Possolo, direção Henrique Stroeter; Romance de Vera de Sá, direção Márcia Abujamra; Brutal de Mário Bortolotto, direção Jairo Mattos; A frente fria que a chuva traz de Mário Bortolotto, direção Mário Bortolotto; Amor de improviso criação da Cia Elevador de Teatro Panorâmico, direção Marcelo Lazzarato; Os que têm hora marcada de Elias Canetti, direção Nelson Baskerville; A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, de Peter Handke, direção Marcelo Lazzarato; A Ilha Desconhecida, de José Saramago, direção Marcelo Lazzarato; A Maratona Mundial de Dança, adaptação de Alexandre Matte, direção Marcelo Lazzarato; Uma peça por outra de Jean Tadieu, direção Marcelo Lazzarato.

Na TV fez participações em Lili, a ex, O negócio, Três Teresas e Retrato Falado.
No cinema trabalhou em O Palhaço, longa de Selton Melo; Augustas, longa de Francisco César Filho; A guerra de Arturo, curta de Júlio Taubkin; Onde andará Dulce Veiga?, longa de Guilherme de Almeida Prado.

Riba Carlovich
Encenou peças com o grupo Tapa: (de 1994 até 2003): Casa de Orates, de Arthur Azevedo; Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Ivanov, de Anton Tchekov; Executivos, de Daniel Besse; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo, encenou: Amor Por Anexins e O Oráculo, de Arthur Azevedo; Direção,

Sandra Corveloni
Suas últimas peças foram: Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, Direção: Alexandre Reinecke; O Prodígio do Mundo Ocidental, de John Singe, Direção: Ariela Goldman; O Estrangeiro, de Larry Shue, Direção: Alexandre Reinecke; Acorda Brasil, de Antonio Ermírio de Moraes, Direção: José Possi Neto; Toc Toc, de Laurent Bafie, Direção: Alexandre Reinecke; 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; Anti Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; E na TV, seus últimos foram: Participação na novela Caminho da Índias, Rede Globo, de Glória Perez, Direção: Marcos Schetmann; Força Tarefa, Rede Globo, vários autores, Direção: José Alvarenga Junior

Hugo Coelho
Formado em filosofia é ator e diretor. Em 2015 completará 40 anos de profissão. No teatro, recentemente, dirigiu (Selvagens) Homem de Olhos Tristes de Händl Klaus, as comédias Me Segura Senão eu Pulo de Luiz Carlos Cardoso e Hoje tem Mazzaropi de Mario Viana; Retratos de William Douglas Home, Os Jogadores, de Nikolai Gogol, a ópera Treemonisha de Scott Joplin, O Contrabaixo de Patrick Suskind, Meu Primo Walter de Pedro Haidar e Quem Casa quer Casa de Martins Penna. Foi assistente de direção na antológica montagem brasileira de Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó com direção de Antonio Abujamra e protagonizada por Antonio Fagundes. Na TV, dirigiu os programas Jornal do Estudante, Brasil Corpo e Alma e o Telecurso segundo grau na TV Globo, a novela Cortina de Vidro de Walcyr Carrasco no SBT e o programa de Entrevistas Terceiro Milênio na Rede Mulher e na Rede Vida.

Como ator atuou nos espetáculos Assim é (se lhe parece) de Luigi Pirandello direção de Marco Antonio Pâmio, O Terraço de Jean Claude Carrière com direção de Alexandre Reinecke, Motel Paradiso de Juca de Oliveira com direção de Roberto Lage e Machado de Assis esta Noite autoria e direção de José Antonio de Souza. Na TV fez as novelas: Água na Boca na TV Bandeirantes e, no SBT, O Direito de Nascer, Cristal, Revelação e Amor e Revolução, além das séries Descolados na MTV e O Negócio na HBO.

É ganhador do premio Myriam Muniz com seu projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental.

Rodrigo Geribello
Formado em Administração de Empresas na FGV. Empreendedor e proprietário da Abre Aspas, empresa de explicação profissional. Acumula 30 anos de estudos em piano clássico e mais de 15 anos de experiência com música no teatro, compôs trilhas para publicidade e para peças de teatro.
Participou da peça “As Viúvas” com o Grupo Tapa fazendo música e sonoplastia ao vivo.
Músico e sonoplasta em espetáculos de improviso como Noite de Improviso (com Márcio Ballas) e Improvável (Barbixas).

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Morte Acidental de um Anarquista (Grande Theatro Unimed-BH)

Cine Theatro Brasil Vallourec

Centro - Belo Horizonte - MG

Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich,
Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona

em

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA

De Dario Fo
Dramaturgia e Direção Hugo Coelho
Música ao vivo Rodrigo Geribello


A Mostra Cine Brasil de Teatro e Música apresenta “Morte Acidental de um Anarquista”. Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar. A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.

O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles.

“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que só faziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem esta intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho, diretor da peça.

O personagem do Louco (Dan Stulbach) vê representar um juiz como ponto alto de sua ""carreira"", pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Marcelo Castro) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.

Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual"" como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.

Dan Stulbach

É formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Sua estreia profissional foi protagonizando Peer Gynt, de Ibsen com direção de Roberto Lage em 1990. Trabalhou com grandes nomes do teatro brasileiro como Paulo Autran com quem fez Visitando Mr Green de Jeff Baron, Marco Nanini e Naum Alves de Souza. Entre as inúmeras peças destacam-se Novas Diretrizes em Tempos de Paz de Bosco Brasil espetáculo com o qual ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Troféu Impressa e Premio Shell de melhor ator. Recentemente atuou em Meu Deus! de Anat Gov junto com Irene Ravache e Direção de Elias Andreato, dirigiu A Toca do Coelho de David Lindsay-Abaire. Realizou e atuou junto com Danton Mello a peça 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reineck. É diretor artístico do Teatro Eva Hertz que se destaca pelo excelente nível cultural de sua programação abrigando montagens e artistas de relevância no cenário cultural de São Paulo. Na Televisão fez várias novelas de sucesso como Mulheres Apaixonadas de Manoel Carlos, trabalho que o projetou nacionalmente em 2003 ganhando os prêmios Troféu APCA e Troféu Imprensa de Melhor Ator.
Trabalhou em Senhora do Destino e Fina Estampa de Aguinaldo Silva e, ainda, nas minisséries Os Maias de Eça de Queiroz, Queridos Amigos e JK de Maria Adelaide Amaral entre outras. Fez um vilão cômico na série Som & Fúria com direção de Fernando Meirelles, todos trabalhos realizados para TV Globo. Ator e diretor de renome no Brasil é um dos mais importantes de sua geração.

Henrique Stroeter
Trabalha como ator há 30 anos. Tem formação acadêmica em jornalismo pela Faculdade Casper Líbero. Fez inúmeros cursos livres de dança e teatro. Atualmente está no ar com o Quintal da Cultura produzido pela TV Cultura SP.

Em teatro fez: 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reinecke; À meia noite um solo de sax na minha cabeça, texto e direção de Mário Bortolotto, e E o Vento Não levou de De Ron Hutchinson direção de Roberto Lage. Com Grupo Parlapatões atuou e dirigiu o espetáculo Parapapá, circo musical infantil de Hugo Possolo (indicado como melhor diretor Prêmio Femsa 2010). Atuou em O Papa e a Bruxa de Dario Fo, e Vaca de Nariz Sutil de Campos de Carvalho adaptação e direção de Hugo Possolo (indicação melhor ator Prêmio Quem 2008), e no espetáculo As Nuvens de Aristófanes. Sob a direção de Alexandre Reinecke: O Santo e A Porca de Ariano Suassuna, Os Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues e Arsênico e Alfazema de Joseph Kesselring. Com o La Mínima, grupo de circo-teatro, fez Luna Park de Domingos Montagner. De Flávio de Souza atuou nas peças Filho de Artista, Chapeuzinho Adormecida no País das Maravilhas, Onde está o Nino? , Tíbio e Perôneo, e Natal Mágico do Castelo Rá Tim Bum. De Mário Bortolotto: Chapa Quente, Postcards de Atacama, Rolex, Fuck you Baby, Medusa de Rayban e Hotel Lancaster (indicação Melhor Ator Festival Americana 2004).

Na televisão participou de vários programas de sucesso na TV Cultura, entre eles: Rá Tim Bum, Ilha Rá Tim Bum, Castelo Rá Tim Bum (personagem Perônio) X-Tudo todos de Flávio de Souza na TV Bandeirantes fez a novela Dance Dance Dance e foi protagonista da Sitcom Guerra dos Pinto; na Rede Globo participou dos humorísticos: Os Normais, Retrato Falado e Copas de Mel. No SBT fez a novela Carrossel.

Maíra Chasseraux
Formada pelo Teatro-Escola Célia Helena (2001) e bacharel em Comunicação e Artes do Corpo – PUC SP (2000 – 2005)
No teatro atuou nas peças: Um espetáculo sem patrocínio, autor e diretor Léo Lama; A meia hora de Abelardo, de Hugo Possolo, direção Henrique Stroeter; Romance de Vera de Sá, direção Márcia Abujamra; Brutal de Mário Bortolotto, direção Jairo Mattos; A frente fria que a chuva traz de Mário Bortolotto, direção Mário Bortolotto; Amor de improviso criação da Cia Elevador de Teatro Panorâmico, direção Marcelo Lazzarato; Os que têm hora marcada de Elias Canetti, direção Nelson Baskerville; A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, de Peter Handke, direção Marcelo Lazzarato; A Ilha Desconhecida, de José Saramago, direção Marcelo Lazzarato; A Maratona Mundial de Dança, adaptação de Alexandre Matte, direção Marcelo Lazzarato; Uma peça por outra de Jean Tadieu, direção Marcelo Lazzarato.

Na TV fez participações em Lili, a ex, O negócio, Três Teresas e Retrato Falado.
No cinema trabalhou em O Palhaço, longa de Selton Melo; Augustas, longa de Francisco César Filho; A guerra de Arturo, curta de Júlio Taubkin; Onde andará Dulce Veiga?, longa de Guilherme de Almeida Prado.

Riba Carlovich
Encenou peças com o grupo Tapa: (de 1994 até 2003): Casa de Orates, de Arthur Azevedo; Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Ivanov, de Anton Tchekov; Executivos, de Daniel Besse; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo, encenou: Amor Por Anexins e O Oráculo, de Arthur Azevedo; Direção,

Sandra Corveloni
Suas últimas peças foram: Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, Direção: Alexandre Reinecke; O Prodígio do Mundo Ocidental, de John Singe, Direção: Ariela Goldman; O Estrangeiro, de Larry Shue, Direção: Alexandre Reinecke; Acorda Brasil, de Antonio Ermírio de Moraes, Direção: José Possi Neto; Toc Toc, de Laurent Bafie, Direção: Alexandre Reinecke; 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; Anti Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; E na TV, seus últimos foram: Participação na novela Caminho da Índias, Rede Globo, de Glória Perez, Direção: Marcos Schetmann; Força Tarefa, Rede Globo, vários autores, Direção: José Alvarenga Junior

Hugo Coelho
Formado em filosofia é ator e diretor. Em 2015 completará 40 anos de profissão. No teatro, recentemente, dirigiu (Selvagens) Homem de Olhos Tristes de Händl Klaus, as comédias Me Segura Senão eu Pulo de Luiz Carlos Cardoso e Hoje tem Mazzaropi de Mario Viana; Retratos de William Douglas Home, Os Jogadores, de Nikolai Gogol, a ópera Treemonisha de Scott Joplin, O Contrabaixo de Patrick Suskind, Meu Primo Walter de Pedro Haidar e Quem Casa quer Casa de Martins Penna. Foi assistente de direção na antológica montagem brasileira de Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó com direção de Antonio Abujamra e protagonizada por Antonio Fagundes. Na TV, dirigiu os programas Jornal do Estudante, Brasil Corpo e Alma e o Telecurso segundo grau na TV Globo, a novela Cortina de Vidro de Walcyr Carrasco no SBT e o programa de Entrevistas Terceiro Milênio na Rede Mulher e na Rede Vida.

Como ator atuou nos espetáculos Assim é (se lhe parece) de Luigi Pirandello direção de Marco Antonio Pâmio, O Terraço de Jean Claude Carrière com direção de Alexandre Reinecke, Motel Paradiso de Juca de Oliveira com direção de Roberto Lage e Machado de Assis esta Noite autoria e direção de José Antonio de Souza. Na TV fez as novelas: Água na Boca na TV Bandeirantes e, no SBT, O Direito de Nascer, Cristal, Revelação e Amor e Revolução, além das séries Descolados na MTV e O Negócio na HBO.

É ganhador do premio Myriam Muniz com seu projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental.

Rodrigo Geribello
Formado em Administração de Empresas na FGV. Empreendedor e proprietário da Abre Aspas, empresa de explicação profissional. Acumula 30 anos de estudos em piano clássico e mais de 15 anos de experiência com música no teatro, compôs trilhas para publicidade e para peças de teatro.
Participou da peça “As Viúvas” com o Grupo Tapa fazendo música e sonoplastia ao vivo.
Músico e sonoplasta em espetáculos de improviso como Noite de Improviso (com Márcio Ballas) e Improvável (Barbixas).